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5 dúvidas sobre cirurgia de prótese de joelho

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

O desgaste do joelho, também conhecido como artrose, consiste na perda da camada de cartilagem que reveste a superfície articular do fêmur, da tíbia e da patela, ossos que em conjunto compõem a articulação do joelho.

Em muitos casos são indicados os tratamentos medicamentosos e fisioterápicos. No entanto, em circunstâncias mais graves, surge a necessidade da Cirurgia de Prótese de Joelho para melhorar a qualidade de vida do paciente.

Escolher por um procedimento cirúrgico como tratamento pode gerar incerteza em alguns pacientes. Por isso, o ortopedista Dr. Leandro Gregorut, atuante na Rede São Camilo de SP, esclarece 5 principais dúvidas sobre a Cirurgia de Prótese de Joelho. Confira a seguir:

 

1 - Quais as principais causas da artrose?

· Artrite reumatoide ou artrites em geral – são inflamações crônicas nas articulações causadas por doença autoimune.

· Sequela de trauma com deformidades – são sequelas adquiridas nos joelhos e proveniente ou não de cirurgias.

· Desgaste idiopático - sem motivo aparente é um desgaste que acontece com o avanço da idade.

· Uso indevido com excesso de impacto – tipo de desgaste proveniente de treinamento inadequado em quantidade ou intensidade.

· Obesidade - alguns trabalhos demonstram que pacientes que estão acima do peso tem uma maior propensão a ter artrose nos joelhos, tanto pelo aumento do desgaste causado pelo impacto mecânico nos joelhos, quanto pela deficiência de uma enzima que protege a cartilagem das articulações e também está associada à obesidade.

2 - Em quais casos é indicada a cirurgia de prótese de joelho?
A prótese de joelho ou autoplastia total do joelho é indicada quando há falha do tratamento conservador, principalmente nos casos em que o desgaste da articulação (artrose) está avançado, causando dor, perda da capacidade de andar ou de realizar as atividades de vida diária.

3 - É uma cirurgia simples? Quais os principais riscos?
É uma cirurgia complexa, mas muito segura. As técnicas atuais de cirurgia, os materiais utilizados (implantes ortopédicos) e as técnicas de anestesia evoluíram muito nos últimos anos, tornando a cirurgia segura e rápida. Os principais riscos desta cirurgia é a Trombose Venosa Profunda – que pode ser evitada com medicação e cuidados no pós-operatório e a infecção tardia – que apresenta uma taxa muito baixa de incidência, normalmente menor que 1% dos casos operados.

4 – Quais os cuidados pós-cirurgia e quanto tempo leva a recuperação?
Após a cirurgia, o paciente passa por um processo de fortalecimento muscular e ganho de movimentos do joelho em conjunto com a fisioterapia. Normalmente a recuperação total leva em torno de 3 a 6 meses. Esse período leva em conta a força muscular do paciente antes do procedimento e sua dedicação na fisioterapia.

5 - É possível praticar esportes normalmente após colocar a prótese no joelho?
Após a cirurgia o paciente poderá fazer caminhadas, exercícios na piscina, exercícios de fortalecimento na academia e andar de bicicleta. Orientamos o paciente a evitar corrida e exercícios que tenham a necessidade de fazer mudança de direção tais como jogar futebol, tênis, basquete, vôlei entre outros.

Por que é importante vacinar seu filho?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

​"A imunização salva milhões de vidas e é amplamente reconhecida como uma das intervenções globais em saúde de maior sucesso e mais economicamente viável" destaca a Organização Mundial da Saúde. Apesar da ampla divulgação sobre a importância da vacinação, ainda existem mais de 19 milhões de crianças que não são vacinadas ou não tem acesso aos programas completos de vacinação.

No Brasil, o Ministério da Saúde segue a meta estipulada pela OMS de imunizar 95% das crianças. Apesar do Brasil ser reconhecido mundialmente pelo seu programa de vacinação, em 2017 o País não atingiu a meta de imunização do calendário infantil, resultando no índice mais baixo registrado desde 2002. A vacina Tetra Viral, responsável pela imunização do sarampo, caxumba, rubéola e varicela, obteve a cobertura mais baixa, totalizando apenas 70,69%.

Alguns mitos têm influenciado a baixa da vacinação na população infantil brasileira. Por isso, a médica pediatra Dra. Vivian Pereira de Oliveira, atuante na Rede São Camilo de SP, esclarece algumas dúvidas. Confira:

Alguns pais acreditam que o fato do filho ter uma boa alimentação, acesso a saneamento básico e não estar em áreas com maior incidência de certas doenças anula a necessidade da vacinação. Isso é verdade ou um mito? 
Dra. Vivia Oliveira: Todos estes fatores do meio ambiente não são o suficiente para criar anticorpos específicos para determinadas doenças. A boa alimentação, por exemplo, evita a desnutrição e a falta de algumas vitaminas, o que ajuda a ter uma boa imunidade, mas não é o suficiente. Quando se toma uma vacina, o sistema imune é exposto às partículas ou ao agente causador da doença, o que faz com que o organismo crie anticorpos específicos para aquele determinado vírus ou bactéria.

Algumas pessoas acreditam que a vacinação pode causar males em longo prazo. Quais são os riscos da vacinação? 
Dra. Vivia Oliveira: 
Algumas vacinas podem ter efeitos colaterais, mas são efeitos agudos e não em longo prazo. 

Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo pode invalidar a eficácia de uma delas? 
Dra. Vivia Oliveira: 
Não. O calendário vacinal brasileiro é muito bem planejado e estudado. 

Se a doença está quase erradicada no País, por que ainda é necessário tomar a vacinação para preveni-la? 
Dra. Vivia Oliveira: 
Apesar de estarem quase erradicadas no Brasil, algumas doenças ainda existem em outros países. Com o mundo globalizado, qualquer pessoa pode viajar se contaminar com o vírus ou bactéria e trazer para o país de origem. Essa realidade pode ser vista com o que está acontecendo com o sarampo, por exemplo. 

Dica de vacinação: É fundamental estar com a carteira de vacinação em dia. Acesse o site do Ministério da Saúde para consultar o calendário de vacinação oficial ou procure um Centro de Saúde mais próximo https://bit.ly/2wZR7za

A osteoporose é uma patologia que acelera a perda de massa óssea, deixando os ossos mais frágeis e porosos. Ela costuma surgir na terceira idade e provoca a diminuição da absorção de minerais e de cálcio. Com isso, os riscos de fraturas aumentam, principalmente no quadril, costela e colo do fêmur. De acordo com a Fundação Internacional da Osteoporose, a doença atinge 10 milhões de brasileiros e deve crescer 32% até 2050 no país.

Há muitas dúvidas sobre as causas e tratamentos da doença. Por isso, convidamos o dr. Levi Jales Neto, reumatologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, para esclarecer o que é MITO e o que é VERDADE. Confira:

1. MITO ou VERDADE: apenas as mulheres desenvolvem a patologia.

MITO. Homens também têm osteoporose, sendo prevalente após os 70 anos. Segundo a Fundação Internacional da Osteoporose, uma em cada três mulheres acima de 50 anos terá osteoporose. Entre os homens, o índice é de um em cinco. A chance entre as mulheres é maior por causa da diminuição de alguns hormônios após menopausa.

2. MITO ou VERDADE: apenas os laticínios são fontes boas de cálcio.

MITO. Existe cálcio também de origem vegetal.  Como nozes, sementes, alho e vegetais de folha verde escura. É importante a consulta com o nutricionista para adaptar fontes variadas de cálcio no cardápio.

3. MITO ou VERDADE: hábitos alimentares ruins na infância podem influenciar no surgimento da doença.

VERDADE. A massa óssea é formada na infância e adolescência e necessita do cálcio e da vitamina D para sua formação, geralmente proveniente de uma dieta equilibrada e exposição solar.

 4. MITO ou VERDADE: é arriscado praticar atividades físicas quando há o diagnóstico da doença.

MITO. Somente as atividades de elevado impacto e atividades com flexão da coluna podem aumentar a incidência de fratura.

5. MITO ou VERDADE: osteoporose pode ser uma doença silenciosa.

VERDADE. A maioria dos casos de osteoporose só é diagnosticada após a fratura, porque não apresentam sintomas. Por isso, é necessária a investigação com densitometria óssea durante os exames anuais para tratarmos preventivamente.

6. MITO ou VERDADE: osteoporose não possui cura e tratamento.

MITO. Apesar de não haver cura, existem diversos tratamentos incluindo medicamentos e medidas não medicamentosas. O tratamento depende de cada paciente, por isso é fundamental acompanhamento médico.

7. MITO ou VERDADE: a principal forma de prevenção é ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos

VERDADE. Diversos estudos comprovam essas medidas como prevenção. Por isso é fundamental a inclusão de alimentos ricos em cálcio na dieta, além de manter uma alimentação equilibrada. Já a atividade física exerce pressão sob o tecido ósseo, estimulando sua formação e rigidez. Sem contar o desenvolvimento do reflexo e equilíbrio, prevenindo quedas.

 

Ter cada vez mais responsabilidades e tarefas na rotina profissional, pessoal e doméstica, somado ao uso excessivo de dispositivos móveis, tem causado mais estresse em homens e mulheres.  O frequente estado de alerta tem gerado dificuldades em encontrar momentos de relaxamento durante o dia, afetando a qualidade do sono à noite.

Dormir pouco ou mal com frequência pode trazer uma série de problemas à saúde em longo prazo, causando transtornos cognitivos (atividades relacionadas á memória, aprendizado, linguagem, cálculos) e alterações do humor, como nervosismo e irritabilidade. "Entre os principais sintomas da má qualidade de sono estão à sonolência diurna ou a facilidade para ficar sonolento durante pausas da atividade principal ou quando está submetido a situações mais tediosas, como aulas ou palestras" pontua dr. Edson Issamu, neurologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP.

A quantidade ideal de sono REM (conhecido como o período de sono profundo e reparador) é relativa a diversos fatores e necessidade de cada pessoa, pois é preciso considerar o desgaste que ela sofreu durante o período de vigília,  e o hábito  de sono, que é moldado desde seus primeiros momentos de vida "Existem indivíduos que precisam de muitas horas de sono e de dias seguidos para se recuperar, em contraposição a outras que em poucas horas de sono  já conseguem adquirir a reparação necessária para retornar ás suas atividades normais" analisa Issamu.

No entanto, o cochilo de 20 a 40 minutos costuma ser uma prática benéfica às pessoas em geral. Estudos mostram que alguns minutos de interrupção na atividade, possibilitando até um breve período de sono, melhora a produtividade e mantem a pessoa mais equilibrada por mais tempo revela o neurologista "Em alguns países da Europa isto já é praticado, curiosamente, a tal sesta espanhola não seria apenas um aspecto folclórico local, mas sim uma importante ferramenta fisiológica para melhorar e equilibrar a atividade humana".

Notívagos

Pessoas que apresentam melhor desempenho produtivo à noite e de madrugada podem apresentar transtornos cognitivos  e emocionais mais severos em longo prazo, pois a atividade noturna  é uma situação forçada, não fisiológica.

Por outro lado, existem pessoas que se adaptam perfeitamente à vida e trabalho noturno sem desenvolver nenhuma perturbação neurológica ou clinica. Tendo um desempenho produtivo maior, já que o número de interferências externas que produzem distrações é bem menor, conseguem focar mais, melhorando o seu desempenho. "Para não haver mais desequilíbrio, a pessoa deve procurar dormir durante o dia o mesmo número de horas que iria dormir se dormisse à noite" aconselha dr Edson.

Em casos de má qualidade de sono é indicado procurar neurologistas clínicos, pneumologistas e otorrinolaringologistas, especializados em questões do sono.

Confira quais hábitos geram problemas no sono:

 -  Excesso de atividade cerebral nas horas que antecedem seu horário habitual de sono, como continuar trabalhando mesmo em casa.

   -  Assistir no período noturno,  presencialmente ou pela televisão, atividades  que liberam muita adrenalina, como os jogos de futebol do seu time favorito.

   -  Realização de atividade física neste horário.

   -  Ingestão de bebidas alcoólicas ou que contenham estimulantes como a cafeína.

   -  Ingestão de alimentos ricos em tecidos gordurosos e temperados, de difícil digestão.

   -  Dormir em ambientes com algum tipo de iluminação.

   -  Levar para a cama telefone celulares, tablets e laptops nos momentos que  antecedem o sono.  Atualmente é um grande fator de desequilíbrio para que se consiga um sono rápido e agradável.

   -  Dormir em ambientes com ruídos, como televisão ou rádio, mesmo que seja com música lenta  e contemplativa.

   -  Desenvolver conversas ou contatos com alto teor explosivo, como desavenças familiares ou financeiras com seus parceiros comerciais no período próximo ao sono.

   - Uso de medicações inadequadas, como os benzodiazepínicos que não são indutores do sono e sim ansiolíticos, mas que carregam como efeito adverso a  própria eficácia e diminuição do sono REM.

Frequentemente associadas aos homens, as doenças cardíacas estão afetando cada vez mais mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), há 50 anos, de cada dez mortes causadas por infarto, nove eram homens e uma mulher. Mas essa proporção mudou nos últimos seis anos, atualmente são de seis homens para quatro mulheres.

As causas de problemas cardíacos são similares entre ambos, como o tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, níveis elevados de colesterol e predisposição familiar. No entanto, segundo o dr. Luiz Guilherme Velloso, cardiologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, as mulheres que sofrem de Diabetes, Hipertensão e Tabagismo possuem um risco maior de desenvolver uma doença coronária (angina e infarto) do que os homens. "Em mulheres com essas características, a chance de infarto é 3 a 7 vezes maior. Já em homens, esse risco é apenas de 2 a 3 vezes maior do que na população sem Diabetes" ressalta.

Outro fator de risco é o uso de anticoncepcionais com a combinação de estrógeno e progesterona. Eles podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares em mulheres com mais de 35 anos, ou em diabéticas, hipertensas e portadoras de colesterol elevado. Sem contar os altos riscos para mulheres fumantes, que não devem usar anticoncepcionais.

A chegada da menopausa também precisa de atenção. Com o fim do ciclo menstrual, as chances de problemas cardíacos podem aumentar. Isso porque os estrógenos param de ser produzidos pelos ovários e o seu efeito positivo no metabolismo do colesterol e vasos sanguíneos diminui. No entanto, como a mulher possuem o ciclo menstrual, tende a retardar em dez anos os quadros de angina e infarto nas mulheres, comparado com os homens.

Vale lembrar que a reposição hormonal não garante a prevenção de problemas no coração. "A terapia de reposição hormonal não parece reduzir a ocorrência de doenças cardíacas em mulheres após a menopausa e não é recomendado com esta finalidade específica", alerta o cardiologista.   

Prevenção e Sintomas

Os sintomas mais comuns em mulheres em casos de angina e infarto são atípicos, diferentes do quadro clínico clássico, como explica o dr. Velloso. "Pode haver dor em regiões menos comuns como apenas nas costas, nos braços ou na mandíbula, ou ainda náusea, palpitação ou falta de ar sem a presença de dor torácica. É importante não ignorar qualquer tipo de sintoma. Mulheres tendem a subestimar a doença coronária por causa destes sintomas, e em certa medida os profissionais de saúde também, levando por vezes a diagnósticos inadequados ou tardios".

Antes que os sintomas cheguem é importante fazer exames rotineiros como forma de prevenção. "Em adultos saudáveis de qualquer idade é recomendável realizar periodicamente um exame geral, avaliando ao menos a pressão arterial, presença de Diabetes e de colesterol elevado".

Após os 40 anos, a realização de exames mais específicos (como o Teste Ergométrico e Ecocardiograma) é recomendável a cada 1 ou 2 anos no máximo. As mulheres que apresentam histórico familiar de doença coronária, as hipertensas, diabéticas fumantes e as que têm níveis elevados de colesterol, devem ficar atentas a periodicidade destes exames. "Assim como o acompanhamento médico, a reeducação alimentar e o uso correto de medicamentos são fundamentais para a prevenção", frisa dr. Velloso.

Lembre-se que a melhor forma de prevenção para as doenças cardíacas continua sendo adotar hábitos saudáveis no dia-a-dia. Por isso abstenha-se do cigarro, pratique exercícios regularmente, evite quantidades excessivas de gorduras, sal e carboidratos na alimentação, evite o estresse excessivo, a obesidade, o isolamento social e procure ajuda profissional em quadros de depressão.

 

5 sugestões para lidar com o diagnóstico de câncer

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

Ao receber o diagnóstico de doença oncológica, o paciente na maioria das vezes reage com o medo de não saber como será sua rotina e sua vida nos próximos meses. O diagnóstico e o tratamento levam um certo tempo para serem plenamente compreendidos e é preciso respeitar o tempo e as limitações de cada paciente e até mesmo dos familiares mais próximos. Confira algumas sugestões de como dar os primeiros passos após a confirmação do diagnóstico oncológico:

1 – Após a confirmação dos exames para o diagnóstico oncológico, a equipe de saúde deve informar o paciente quais serão os próximos passos do tratamento ou procedimentos necessários. É importante que o paciente converse com a equipe médica sobre todas as suas dúvidas, quantas vezes sentir necessidade.

2 – Pergunte ao seu médico quais atividades você poderá continuar fazendo durante o tratamento. Explique sua rotina e hábitos. Lembre-se que manter a alimentação equilibrada e atividades prazerosas auxiliam o tratamento.

2 – Questione com a equipe médica quais são os efeitos colaterais que você deve esperar do tratamento. Os efeitos colaterais, quando presentes, podem ser diferentes para cada paciente e saber com antecedência ajudará a manter sua autonomia e percepção de controle sobre sua vida.

3 – Você não precisa passar por esse momento sozinho. Peça a amigos e familiares que te acompanhem em consultas ou procedimentos. Ter apoio emocional é importante nestes momentos e além da sua rede de apoio, você pode solicitar que profissionais como psicólogos conversem com você para ajudá-lo a entender (e conviver) com as suas emoções nesta fase.

4 – Cuidado ao usar sites de pesquisa sobre as doenças oncológicas. Lembre-se que cada caso é único e que mesmo que você pesquise informações sobre o seu diagnóstico, ou conheça casos semelhantes, cada paciente possui um histórico e um prognóstico. Por isso, sempre se oriente com a equipe médica que te acompanha.

5 – Especialistas apontam que a espiritualidade contribui para o enfrentamento dos momentos difíceis da vida, pois uma filosofia (religiosa ou não religiosa) possibilita a sustentação dos nossos questionamentos existenciais e ajudam a ressignificar a experiência.

Ter um parente em uma situação vulnerável, como internação, tratamento, reabilitação ou até mesmo debilitado pela idade, exige dedicação por parte de familiares. Apesar da vontade de proporcionar os melhores cuidados para amenizar o desconforto do familiar,  é importante que os cuidadores encontrem uma forma equilibrada de dividir as tarefas para não sobrecarregar um dos integrantes a ponto dele adoecer também. A contratação de um profissional da saúde para apoiar a família também é uma opção, mas é fundamental não confundir os papéis.

Os cuidadores aparentados costumam cuidar por vínculo afetivo e são ligados emocionalmente ao paciente, sendo na maioria das vezes  cônjuges ou filhos. A proximidade e intimidade podem causar ainda mais estresse nesse período, principalmente quando a rotina dos cuidados não é acordada de forma clara.

Rita Callegari, psicóloga na Rede de Hospitais São Camilo de SP, observa que esse papel normalmente é direcionado as mulheres da casa, como: esposa, filhas, sobrinhas e noras. "Também é comum que, mesmo havendo vários filhos, um assuma a atividade de cuidado diário, enquanto os outros se sintam suficientemente participativos por arcarem com despesas. Nesta situação, o cuidador principal pode apresentar estresse devido ao desgaste que a devoção do cuidado integral exige e ser piorado por ausência de ter com quem revezar".

Para estes cuidadores, o apoio da família é imprescindível. Ter com quem revezar para poder sair de casa, passear, ir ao cinema ou mesmo fazer uma caminhada contribui para o controle do estresse. "Envolver os jovens da casa, sempre muito ocupados com sua rotina de vida, também é importante para a educação dos futuros cuidadores, que desde cedo devem compreender a dinâmica da família como apoiadora dos mais frágeis" analisa Rita.

Também é importante que o cuidador entenda que precisa de descanso e que essa pausa não está relacionada à falta de afeto ou preocupação com o familiar adoentado, mas um cuidado natural com a própria saúde. Entre os principais sintomas do desgaste estão: gripes, alergias, problemas no intestino, cansaço crônico, perda de concentração, mudança no comportamento (irritabilidade, introversão ou sensibilidade), podendo levar a doenças mais sérias tanto físicas quanto emocionais, como depressão e ansiedade.

Por isso, é importante fazer reuniões com frequência estipulada para saber quais serão as tarefas de cada familiar e períodos de cuidados de cada um "É preciso diálogo constante, paciência e empatia entre os familiares para encontrar a melhor dinâmica" sugere Rita.

Cuidadores contratados e profissionais de saúde

Muitas famílias optam por contratar profissionais para auxiliar a rotina da família. No entanto, algumas medidas precisam ser refletidas segundo a psicóloga:

- Não confundir os papéis pode evitar dissabores e até mesmo processos trabalhistas no futuro. É importante que os contratados tenham as formalidades exigidas (contrato, folgas, remuneração e recibos) bem documentadas. As condições oferecidas a esse trabalhador são também responsabilidade de quem contrata, pois respeito e dignidade faz parte da relação diária.

- O cuidador profissional não pode ser o único responsável pelo paciente, é fundamental que a família também se encarregue desses cuidados em alguns períodos. Afinal, o cuidador tem suas folgas para descansar e assim esperamos deles uma condição emocional equilibrada.

- Durante a contratação pode ser mais seguro solicitar uma carta de referência, checar experiências anteriores e até mesmo antecedentes criminais. Ou optar por uma empresa especializada em cuidados de enfermos.

- Quando o paciente estiver internado é importante lembrar que é preciso adaptar-se a dinâmica da Instituição. Por isso, se os familiares tiverem preferências em relação aos cuidados do paciente é fundamental estabelecer diálogos com os profissionais de saúde para compreensão de cada escolha.

 

 

 

É possível ser mais saudável com pequenas mudanças?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

Ser mais saudável está entre as metas de muitas pessoas, porém a tarefa não é fácil. Isso porque abandonar maus hábitos e incluir novos requer muita disciplina e o acompanhamento de bons profissionais. Mas não desanime! Saiba que pequenos cuidados diários e exames preventivos anuais são a chave para ter mais qualidade de vida.

Marisa Resende Coutinho, nutricionista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, explica que dietas radicais não são sustentáveis e que uma boa dica é trabalhar escolhas saudáveis. "Uma boa troca é substituir o açúcar por adoçante, de preferência a sucralose ou stevia. Assim como trocar a farinha branca pela farinha integral; aumentar o consumo de frutas e diminuir o de doces; trocar frituras por alimentos assados e comer pequenas porções a cada 3 horas. Além disso, é positivo aderir a moda da lancheira para seguir uma alimentação saudável se necessário. Se conseguirmos persistir nestas premissas, teremos meio caminho andado para uma reeducação alimentar", afirma a nutricionista.

Confira abaixo pequenas mudanças para você viver de maneira mais saudável e aumentar sua expectativa de vida.

Diminua o consumo de açúcar
A ingestão excessiva de açúcar pode afetar as taxas de gordura no sangue. Prefira o consumo de frutas entre as refeições, elas são mais nutritivas e menos calóricas.

Beba água, sempre!
A água ajuda a controlar a temperatura do organismo e ajuda no bom funcionamento do sistema circulatório. Para saber o consumo aproximado de água que o seu organismo precisa, multiplique o seu peso corporal por 0,03. A água

Durma bem
A privação de sono pode causar irritabilidade, falta de concentração, dificuldade em memorizar e aprender novos conceitos entre outras consequências para a saúde. Não existe regra do tempo ideal de sono, pois depende da idade e ritmo biológico de cada um, porém menos de 5 horas pode ser prejudicial a saúde.

Faça atividade física
Exercícios ajudam a queimar calorias, a perder peso, melhora a circulação sanguínea, reduz o estresse, melhora a qualidade do sono, além de outros benefícios como prevenir o colesterol ruim e diabetes.

Faça exames preventivos anualmente

Toda pessoa acima de 40 anos, independente de estar saudável deve realizar um check-up anual que incluaalém de exames de sangueeletrocardiograma, teste ergométrico e ultrassom de abdômen total. Para as mulheres é fundamental ainda fazer os exames ginecológicos e para os homens, o exame sanguíneo deve incluir o PSA (antígeno prostático específico).

 

Quais são suas metas de ano novo?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades

​Esta é a época do ano em que muitas pessoas fazem um balanço dos erros e acertos vividos e começam a pensar em novos objetivos. Colocar no papel quais são as metas para o próximo ano é o primeiro passo. Depois é importante criar meios para alcançá-los e então definir algumas estratégias para não abandonar os objetivos.

Rita Calegari, psicóloga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que é importante avaliar o desempenho do que já passou e não se esquecer que os planos que fazemos devem ser revisados constantemente durante o ano. "Vivemos num mundo onde a velocidade com a qual nossa vida muda - e em consequência nossos planos - deve ser considerada ao imaginar metas em médio e longo prazo. Com ajustes pontuais e frequentes para o alcance da meta proposta, as chances de êxito são muito maiores!"

Confira abaixo algumas dicas para você alcançar seus objetivos em 2018!

Objetivos realistas
Tenha objetivos que você possa realizar. Comece pelo mais fácil, normalmente aquilo que depende de você e que possa trabalhar aos poucos.

Propósito
Invista em objetivos que reflitam o seu propósito pessoal, ou seja, aquilo que te faz sentir que vale a pena viver, que anima a sua alma e ajuda a mostrar o melhor da sua personalidade. Saber aonde se quer chegar é um dos primeiros passos.

Foco
Ter foco significa estar comprometido com o que se deseja alcançar, afastando distrações e se concentrando naquilo que deseja.

Planejamento
Seja organizado e faça um cronograma de suas ações. É importante visualizar onde você está, para onde quer ir e o que irá fazer para chegar lá.

Disciplina
É preciso ser persistente e não desistir no primeiro obstáculo. Mesmo nos momentos mais difíceis, não perca seu objetivo de vista.

Motivação
Olhe para as dificuldades de forma positiva e busque oportunidades quando elas aparecerem. Busque o apoio de amigos, familiares e outros profissionais.

Paciência
Mudar hábitos ou alcançar metas não acontece da noite para o dia. Seja paciente com você mesmo e com imprevistos que possam acontecer.

Comemore
Fique feliz a cada conquista por menor que ela possa parecer. Isso irá manter a motivação para a próxima etapa.

Você sabia que o Diabetes tipo 2 (doença crônica que afeta a forma como o corpo processa o açúcar do sangue), tem aumentando em crianças e adolescentes? A principal causa é mesmo a obesidade e os maus hábitos alimentares. De acordo com a dra. Raquel Resende Silva Furquim, endocrinologista da Rede de Hospitais São Camilo de SP, a ingestão de alimentos muito calóricos, bebidas açucaradas em excesso e doces, muitas vezes associada ao sedentarismo causam o Diabetes em crianças e adolescentes.

"O mecanismo fundamental para o desenvolvimento da doença é a resistência insulínica, que seria uma dificuldade na ação da insulina levando a níveis muitos elevados no sangue. É importante alertar que crianças obesas com diabetes podem apresentar alguns sinais de resistência insulínica, apresentando sintomas como o escurecimento das dobras do corpo como pescoço, axilas e virilhas", afirma a médica.  

Um dos problemas do Diabetes ou do pré-diabetes em crianças é que na maioria das vezes, a doença não apresenta sintomas. Porém quando a criança já está com a doença descompensada pode apresentar sintomas clássicos de hiperglicemia como sede intensa, aumento da vontade de urinar e mal estar geral. Nestes casos é fundamental procurar um especialista, que fará o diagnóstico correto e indicará o melhor tratamento. 

A endocrinologista do São Camilo explica que por meio de mudanças de hábitos é possível prevenir o Diabetes Tipo 2 em crianças. "Mudanças nos hábitos alimentares, como evitar o consumo exagerado de doces, bebidas açucaradas como refrigerantes, sucos prontos, doces, além de alimentos muitos gordurosos e com alto valor calórico ajudam na prevenção. É ainda necessário que as crianças sejam sempre estimuladas a praticar alguma atividade física de forma regular e evitem o ganho exagerado de peso", conclui.

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