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Durante todo o ano, mas principalmente no inverno, os prontos-socorros ficam lotados. A demanda aumenta por conta de problemas respiratórios e alérgicos, além de casos que poderiam esperar por uma consulta médica. Mas como saber qual serviço procurar? Dr. Rafael Moraes, Coordenador Médico no Pronto-Socorro do Hospital São Camilo, Unidade Pompeia, dá dicas de como usufruir melhor destes dois tipos de serviços médicos. Lembrando que situações com risco à vida devem ser tratadas no Pronto-Socorro e já aquelas doenças mais crônicas podem ser direcionadas para o ambulatório.

"As pessoas devem procurar por um Pronto-Socorro em todos os casos de urgência e emergência, ou seja, em todas as situações de condições denominadas agudas. Pode ser um sintoma novo como uma dor no peito, dor de cabeça ou uma falta de ar súbita em pessoas com problemas respiratórios, por exemplo. Qualquer sintoma diferente, de início súbito, deve ser primeiramente investigado no Pronto-Socorro para que sejam descartadas patologias mais graves com risco à vida. Em todas estas situações é necessário procurar um Pronto-Socorro para que a equipe médica faça o rápido diagnóstico e tratamento adequado para os problemas de saúde", orienta o médico.

Já os casos de doenças crônicas de evolução lenta e duração prolongada, podem ser tratados e direcionados para ambulatórios e consultas médicas. Nos ambulatórios também são atendidos os casos de doenças que ainda estejam em investigação, mas que já foram descartados riscos à vida em relação aos sintomas apresentados. Geralmente, após uma consulta no Pronto-Socorro, as pessoas são orientadas a realizarem exames de imagem e laboratoriais e então encaminhadas para continuação da investigação e do tratamento nas consultas nos centro médicos.

"É muito comum as pessoas procurarem o Pronto-Socorro apenas para realização de exames de rotina. Porém,  o trabalho da equipe de plantão no PS deve ser o de orientação e direcionamento dos pacientes para continuação do tratamento nos centro médicos ambulatoriais. A consulta de Pronto-Socorro é direcionada para a queixa principal do paciente e os exames solicitados visam ao alívio dos sintomas e eliminação de problemas que causem risco à vida das pessoas", explica dr. Rafael.

É importante lembrar que os profissionais são treinados para a rápida identificação e tratamento dos problemas graves, e esta agilidade pode ser interpretada como falta de atenção. O papel de um serviço de Urgência e Emergência deve ser o de tratar rapidamente os pacientes, além de direcioná-los corretamente para o tratamento integral  nos ambulatórios médicos. 

Diferenças entre Urgência e Emergência e casos mais comuns

Urgência: quando ocorrem situações imprevistas de agravamento da saúde, com ou sem risco potencial à vida, sendo necessária assistência médica imediata. Está ligada a percepção de bem-estar do próprio paciente. Os casos mais comuns são sintomas respiratórios como gripes, dor de cabeça, sinusites, tosse, dor de garganta e também sintomas gastrointestinais como dor de barriga, náuseas e vômitos.

Emergência: constatação médica de agravamento da saúde com risco iminente de vida ou  sofrimento  intenso. Está ligada a percepção médica. Os casos mais graves atendidos estão relacionados à traumatismos como acidentes, fraturas e quedas, problemas cardíacos como o infarto e problemas neurológicos como o acidente vascular cerebral, mais conhecido como derrame.

Lembre-se:

- Ao identificar alguma urgência ou emergência de saúde procure imediatamente um Pronto-Socorro.

- Geralmente a consulta de Pronto-Socorro é direcionada para alívio imediato dos sintomas e identificação do risco à vida sendo que, muitas vezes, não há possibilidade de retorno e acompanhamento com o mesmo médico que fez o primeiro atendimento.

- Considera-se importante a criação de vínculo e confiança entre o paciente e o médico para que os problemas crônicos sejam investigados e tratados mais rapidamente e de maneira geral e completa.

- Para o atendimento de rotina, a consulta ambulatorial é o melhor ambiente para acompanhamento e investigação minuciosa dos problemas de saúde. 

Os eletrônicos estão fazendo mal às crianças?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

Quem vive com crianças em casa sabe que os dispositivos digitais, seja a televisão, vídeo game, computador ou celular, fazem parte constante da rotina deles. A influência da tecnologia, inclusive em bebês com menos de um ano, tem modificado as formas de aprendizado e os tipos de brincadeiras.

Um exemplo simples é que mesmo antes da alfabetização muitas crianças manuseiam smartphones e tablets com bastante desenvoltura, escolhendo o conteúdo que desejam assistir ou brincar. Mas essas práticas digitais atuais podem gerar algum "risco" para a infância? Como saber o limite de uso?

Segundo Rita Calegari, psicóloga na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o recurso digital é valioso e complementa a educação, mas não é a educação em si. "Pais devem usar estes dispositivos complementando-os com outros, em que a totalidade de habilidades da criança seja estimulada", afirma a psicóloga.

Quando o tempo destinado a tecnologia é muito grande, é preciso ficar atento, já que os aparelhos não proporcionam o desenvolvimento de determinadas práticas, e pode comprometer o uso do próprio corpo, olfato, interação social e percepção do ambiente.  "A criança necessita explorar diversas ferramentas para um bom aprendizado, que envolve não apenas a tarefa em questão, mas habilidades complementares" complementa Rita.

Já do ponto de vista físico,  dr. Leandro Gregorut, ortopedista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, alerta que "o uso indiscriminado dos eletrônicos faz com que as crianças deixem de desenvolver habilidades neuromotoras tais como equilíbrio, força, propriocepção (percepção espacial do seu próprio corpo), noção de tempo, espaço, velocidade e agilidade física, interação social e habilidade sócio-cognitivas para resolverem conflitos e situações adversas".

Sinais de que o uso de eletrônicos está excessivo

Algumas características mostram quando o tempo dedicado aos dispositivos digitais não está saudável. "A baixa interação social e isolamento, a criança não aceitar novas propostas de aprendizado e recusar a  participação em atividades sociais são algumas das características que comprometem o desenvolvimento da inteligência emocional infantil. Além disso, o consumo excessivo de eletrônicos faz com que a criança esteja sempre em busca de mais tecnologia, tal como um vício, há sempre uma novidade a ser consumida", pontua a psicóloga Rita.

As sequelas podem não ser apenas comportamentais, mas também físicas, como explica o dr. Leandro. "A postura da criança fica alterada, com ombros para frente, coluna curvada, presença de fraqueza para realizar pequenas atividades do dia a dia e até  falta de fôlego. A longo prazo há um aumento da chance de desenvolver obesidade infantil e dores nos joelhos, coluna e quadris por encurtamento e fraqueza muscular".

O equilíbrio é a palavra-chave

Após notar que a criança apresenta traços de uso excessivo de eletrônicos, é possível encontrar um equilíbrio sem precisar proibir totalmente seu uso, revendo alguns hábitos, por exemplo. Os pais ou cuidadores precisam estabelecer regras e monitorar para que elas sejam aplicadas e cumpridas.  É necessário propor atividades alternativas que sejam interessantes para a criança e envolvam os pais, valorizando a relação afetiva. E acima de tudo, checar se o "mau exemplo" não vem dos próprios pais, que podem estar viciados na tecnologia a ponto de não perceber o uso abusivo da mesma", sugere a psicóloga.

Dr. Leandro também lembra de como é importante incentivar a prática diária de atividades físicas e monitorar a postura para evitar lesões futuras "O ideal é que a criança esteja sentada com a coluna lombar e a dorsal apoiada tendo  um suporte para os cotovelos. A posição sentada no chão com as pernas cruzadas, sem apoio nenhum para as costas ou deitada não são recomendadas"

E a dúvida mais importante, há um limite ideal para o uso dos dispositivos digitais? "Não há uma regra para isso mas acredito que deva ser como todo exercício ou prática de atividade física saudável, portanto não deve passar de duas horas consecutivas, sem descanso ou pausa para alongar e andar" conclui o ortopedista.​​

Escolha o calçado adequado para a saúde dos seus pés

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

​​Os pés recebem todo o impacto da nossa rotina e são arduamente exigidos durante o dia. Por isso, cuidar bem da saúde dos pés e saber escolher o calçado adequado ajuda a evitar problemas futuros para os pés e para a estrutura do corpo.

Segundo dr. Leandro Gregorut Lima, ortopedista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, normalmente o calçado inadequado acaba prejudicando os pés, causando inflamações e tendinites. "O calçado inadequado pode também afetar os joelhos, quadris e coluna, pois a pisada errada faz com que as estruturas articulares acima dos pés tenham que se adaptar ao movimento errado para poder executá-lo", explica o médico. 

Alguns tipos de sapatos acabam favorecendo determinados problemas. Por exemplo, os sapatos de bico fino, favorecem o aparecimento de joanete – saliência óssea que se forma na articulação na base do dedão. Isso porque o bico fino pressiona e espreme o dedão do pé em direção ao segundo dedo, causando a deformidade, inflamação e dor.

O uso de sapatos com salto costuma aumentar a pressão sobre o peito do pé, causando uma inflamação que fica sensível e piora com o uso do salto alto. Já os sapatos baixos, como as rasteirinhas e chinelos, por não terem amortecimento facilitam a inflamação dos tecidos que ficam embaixo do calcanhar, o que causa uma dor pontual no osso que forma o calcanhar. "Classicamente as pessoas lembram do esporão de calcâneo que pode causar uma inflamação com o uso excessivo dos sapatos baixos", explica o ortopedista.

Mesmo o tênis consi​derado confortável, se estiver com o amortecimento vencido pode causar inflamações na planta do pé ou no osso do calcanhar, caso seja usado para a prática de exercícios de impacto, tais como a corrida. Até mesmo a sandália Croc, um calçado macio que não prende a parte posterior do calcanhar favorece a inflamação do Tendão de Aquiles, por exemplo.

"Não existe o calçado certo, o que existe é o sapato certo para a atividade que será desenvolvida, pois cada pessoa tem um calçado ideal e um modelo que seria prejudicial. Por exemplo, quem está acima do peso teria que usar um calçado com amortecimento bom e evitar rasteirinhas e salto alto. Quem faz atividade física, tem que passar em um médico ortopedista para analisar seu tipo de pisada e decidir se compra um tênis para pisada neutra, supinada ou pronada, e não escolher simplesmente o tênis mais colorido ou bonito", alerta dr. Leandro.

Da mesma maneira, quem tem Diabetes, por exemplo, recomenda-se um sapato bem macio e confortável sem costuras internas para não aumentar a chance de lesão por compressão. Assim como quem fica muito tempo em pé não deve usar sapato alto, pois aumenta a chance de inflamação nos ossos dos pés e quem é sedentário tem que usar sapatos com fixação do calcanhar, pois provavelmente tem a musculatura fraca que favorece as torções de tornozelo.

"Na hora de escolher um calçado a primeira questão que precisa ser levada em consideração é a finalidade e depois a qualidade do calçado, pois vale a pena pagar um pouco mais caro por algo que traga mais conforto e durabilidade. Caso a pessoa tenha alguma necessidade especial ou alguma dúvida, deve procurar um ortopedista, que o auxiliará na escolha do calçado adequado", finaliza o médico.

Dicas para relaxar os pés no final do dia

- Faça imersão em água morna

- Passe a planta do pé descalço em cima de uma bolinha de tênis com movimentos de ida e volta ou em uma garrafa com água congelada

- Faça massagem manual com o uso de algum creme hidratante​

Você sofre de Ansiedade

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

Nervosismo, irritabilidade, dificuldade de concentração, preocupação exagerada, medo constante, sensação de que algo ruim vai acontecer e descontrole sobre os próprios pensamentos. Estes são alguns sintomas causados pela Ansiedade, que num grau mais elevado pode se tornar uma doença e até mesmo desenvolver fobias e transtornos psicológicos.

Segundo Luciana Jamas dos Santos, psicóloga na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Unidade Santana, a Ansiedade é uma emoção inerente ao ser humano, que vem associada a momentos de incerteza, insegurança e situações de risco. "A Ansiedade é um mecanismo de defesa do organismo, que desempenha uma função importante na nossa vida e faz com que a pessoa busque acertar e se empenhar para fazer o melhor. A ansiedade torna-se uma doença quando seus níveis aumentam e as sensações de incerteza e insegurança ficam desproporcionais a realidade, chegando ao ponto de prejudicar a execução das atividades do dia a dia", alerta a psicóloga.

Inclusive alguns transtornos psicológicos como o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), a Síndrome do Pânico e o Transtorno de Estresse Pós Traumático e algumas fobias, são doenças que estão associadas à Ansiedade. "Fisicamente a ansiedade se manifesta com tremores, sudorese, aumento dos batimentos cardíacos, tontura, falta de ar, dores no peito e na cabeça e tensão muscular. Para aliviar estes sintomas físicos, recomenda-se técnicas de relaxamento, atividade física, yoga e massagem que podem auxiliar no controle da ansiedade."

A Ansiedade atualmente pode estar relacionada com diversos fatores, como por exemplo, jornadas longas de trabalho associadas a períodos intensos de estresse e pressão, após eventos traumáticos e estressantes ou após ou durante processos de adoecimento. Tanto os fatores externos quanto hormonais, deixam as mulheres mais suscetíveis à Ansiedade. "As mulheres podem estar mais suscetíveis à ansiedade, devido à maiores oscilações de níveis hormonais no organismo e também ao fato das mulheres executarem múltiplas tarefas, muitas vezes sendo exigidas de forma intensa no ambiente profissional e também pessoal", completa Luciana.

Vale alertar ainda que a Ansiedade e a Depressão são problemas diferentes, mesmo sendo comum que em quadros depressivos, a pessoa apresente sintomas de ansiedade associados. "Enquanto a ansiedade é uma emoção inerente ao ser humano, a depressão é um adoecimento em que estão presentes sintomas de tristeza, falta de esperança, desespero e desânimo. Ao notar os sintomas mais intensos da Ansiedade é necessário procurar acompanhamento médico e psicológico para auxílio no controle dos sintomas. Além disso, somente um médico poderá recomendar tratamentos com psicofármacos e medicamentos ansiolíticos", conclui a psicóloga.​

Pressão alta: um problema silencioso

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

​​Você sabia que a hipertensão arterial ou a pressão alta (maior ou igual a 140 e/ou 90 mmHg) pode ser o gatilho para sérios problemas de saúde como ​o acidente vascular encefálico (derrame) e o infarto do miocárdio? Por não provocar sintomas e ser silenciosa, a hipertensão muitas vezes só é diagnosticada tardiamente. Mas segundo dr. Luiz Guilherme Velloso,  cardiologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, é possível controlar este problema logo após o diagnóstico com alimentação correta e, se necessário, uso de medicamentos.

"Via de regra, a pressão alta não costuma ter sintomas, no entanto, seus efeitos prejudiciais à saúde vão se instalando de forma lenta e progressiva. Por exemplo, os vasos vão sofrendo alterações degenerativas, até que a doença se manifeste por meio de um derrame ou infarto. Por este motivo, a hipertensão é chamada de assassina silenciosa", alerta o cardiologista.

Por não provocar sintomas e ser mais comum em pessoas com histórico familiar, a hipertensão deve ser pesquisada em todas as pessoas, por medições periódicas. Dr. Velloso reforça que o fato ilusório de não provocar sintomas durante muitos anos não quer dizer que a pressão alta não deva ser tratada quando é diagnosticada. "Tratar a hipertensão arterial, mesmo em indivíduos completamente sem sintomas, reduz dramaticamente a incidência e gravidade de suas principais complicações", afirma.

Segundo o médico, o tratamento da hipertensão deve sempre ser iniciado de forma não medicamentosa, priorizando mudanças na alimentação e nos hábitos de vida como diminuir o consumo de sal, consumir mais fibras, vegetais e legumes, reduzir peso, fazer exercícios regulares, diminuir os fatores de estresse, abandonar o cigarro e o consumo excessivo de álcool.

"Quando estas medidas não são suficientes para devolver a pressão arterial aos níveis normais, é necessário iniciar a terapêutica com medicamentos. Lembrando que a escolha do medicamento ou medicamentos para tratar a pressão arterial deve ser individualizada pelo médico, que leva em consideração fatores como a idade, etnia, e eventuais condições clínicas associadas", recomenda o cardiologista.

Seis dicas para controlar a pressão alta

​​- Medir periodicamente a pressão arterial, especialmente os descendentes de hipertensos ou cardiopatas, obesos, fumantes, estressados e sedentários em geral.

- Diminuir o consumo de sal. O sal tem forte correlação com os níveis de pressão arterial. Tanto que, no indivíduo hipertenso, muitas vezes a diminuição deste consumo é o bastante para que sua pressão arterial volte a níveis adequados.

- Fazer exercícios físicos.

- Diminuir os fatores de estresse.

- Abandonar o cigarro.

  1. - Evitar o consumo excessivo de álcool.

Dormir bem faz bem

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

​​​​​​​​Já parou para pensar o quanto o sono pode tornar sua vida mais saudável? Uma boa noite de sono é capaz de renovar o ânimo e devolver a disposição para um novo dia. Assim como uma noite mal dormida pode causar alguns problemas de saúde. Falta de concentração, dificuldade em memorizar e aprender novos conceitos, além de irritabilidade, são apenas algumas das consequências da privação do sono.

Dr. Sandro Luiz de Andrade Matas, neurologista na Rede de Hospitais São Camilo, explica como a falta de sono pode resultar em problemas neurológicos. "As principais consequências neurológicas da falta de sono são problemas de memória e a piora ou aparecimento de dor de cabeça. Existem trabalhos que mostram a associação direta de distúrbios respiratórios no sono com o aumento da incidência de acidentes vasculares cerebrais e cardíacos, como insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio. Por isso, pessoas que se sentem cansadas, indispostas ao acordar e apresentam sonolência diurna ou roncos durante o sono, devem procurar um médico", alerta o especialista.

Ter um sono de boa qualidade, aquele sono reparador no qual a pessoa acorda disposta e permanece dessa forma ao longo do dia, é fundamental para uma vida saudável. Para a dra Renata Pachota, neurologista na Rede de Hospitais São Camilo e coordenadora do Ambulatório de Sono - Unidade Pompeia, dormir bem só traz benefícios. "Em curto prazo, dormir bem nos mantém dispostos, alertas, concentrados nas atividades, com boa memória e de bom humor. Em longo prazo, os benefícios são vistos na prevenção de doenças como hipertensão, diabetes, obesidade e câncer", comenta.

Mas vale lembrar que não existe uma regra quando o assunto é a média de sono ideal. O tempo ideal de sono depende da idade e do ritmo biológico de cada indivíduo, não havendo um único tempo para todas as pessoas. Entretanto, menos de 5 horas pode ser prejudicial. "Por exemplo, muitas pessoas queixam-se de acordar cansadas, mesmo tendo dormido de 6 a 8 horas. Isso pode acontecer por dois motivos: ou porque a pessoa necessita de mais de 8 horas de sono para ter um sono reparador (algumas pessoas necessitam de até 12 horas de sono diários) ou porque tem alguma doença que atrapalha o sono como, por exemplo, a apneia obstrutiva do sono", explica o neurologista dr. Matas.

Já o cochilo após o almoço ou a siesta, cultural em alguns países, é recomendado pelos médicos, mas não deve ultrapassar os 30 minutos. Dr. Matas pontua que "em termos práticos, a pessoa fica mais alerta e focada em seu trabalho. Algumas empresas estimulam esta prática, pois observaram aumento do rendimento dos seus funcionários. Um dos motivos de não ultrapassar o tempo de 30 minutos é a possibilidade de interferir no sono noturno, atrasando o seu início".

É importante ainda afastar os vilões do sono na hora de ir para a cama. Os neurologistas explicam que o ambiente é o principal deles. O ambiente de sono deve ser higiênico, isto é, escuro e sem barulho para que não haja interferência externa no sono. Fazer uma refeição muito "pesada" ou ir pra cama com fome ou ficar deitado esperando o sono chegar são hábitos que também atrapalham o sono.


Passo a passo para uma noite bem dormida

Siga os passos da higiene do sono e tenha uma noite reparadora.

​​​Mantenha um ambiente silencioso, sem aparelhos eletrônicos ligados.

- Procure manter o ambiente sem luz ou a menor intensidade de luz possível.

- Durma em local adequado e próprio para o sono, ou seja, na cama, dentro do quarto de dormir.

-  Evite refeições "pesadas".

-  Não durma com fome.

-  Evite o consumo de café, chá mate, cigarro ou bebidas alcoólicas antes de dormir.​​

Ser saudável só depende de você

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde


Pequenos cuidados diários e exames preventivos anuais são a chave para a longevidade 

 

chegada do Ano Novo sempre traz consigo algumas promessas, entre elas a de cuidar melhor da saúde.

Hojemais do que uma vida longínqua, as pessoas almejam viver bem.

E nada se encaixa melhor nesse sentido do que o velho jargão “prevenir é melhor do que remediar”. 


Basta ver que inúmeras doenças se diagnosticadas no início por meio de um check-up de rotina têm um 

prognóstico favorável e podem ser tratadas como doenças crônicas. Toda pessoa acima de 40 anos,

independentemente de estar saudáveldeve realizar um check-up anual que incluaalém de exames de sangue –

para verificar, entre outras, as dosagens de colesteroltriglicéridesglicemia e vitaminas –, 

eletrocardiograma, teste ergométrico e ultrassom de abdômen total. 

 

Para as mulheres é fundamental ainda fazer os exames ginecológicoscomo Papanicolauultrassonografias 

pélvica e de mamas, mamografia e densitometria óssea; para os homens, o exame sanguíneo deve incluir 

o PSA (antígeno prostático específico) e, se houver alteração no resultadorealizar o exame de toque retal

(essencial a partir dos 50 anos).  

 

“É importante ressaltar que pessoas com doenças crônicascomo diabetes, problemas cardíacos

 ou que tenham histórico familiar de doenças importantes como câncer de mama ou de próstata

devem realizar exames periódicos antes dos 40 anospodendo começar na própria juventude”, 

lembra o médico da área de infectologia no Hospital São Camilo, Ivan Silva Marinho 

 

Cuidados de verão  

 

Doutor Ivan destaca ainda que pequenos cuidados com a saúde também são importantes para uma vida plena

 e saudável. “Principalmente no verão, é muito importante estar atento a determinadas situações que podem 

trazer riscos à saúde. Um exemplo bastante comum nos nossos Centros Médicos são pessoas que chegam

 com queimaduras de sol por contato com frutas cítricas. O problema pode ser perfeitamente evitado lavando-se 

as mãos imediatamente após o manuseio da fruta ou evitando-se esta ação ao sol.”  

 

Outra situação corriqueira apontada pelo médico nesta época do ano é entrar água nos canais do ouvido durante 

mergulhos em mar ou piscina. “A água que entrou precisa sair para não resultar em uma otite. Para issouma

 dica simples é inclinar a cabeça e dar alguns pulinhos. Se ainda assim o desconforto persistirdeve-se procurar atendimento médico”, destaca o doutor Ivan. Ele também recomenda muita atenção com alimentos 

consumidos em praias ou que ficam muito tempo expostos ao sol, a fim de evitar as famigeradas intoxicações alimentares. “É importante sempre saber a origem do produtoalém de buscar uma alimentação mais leve e manter-se o tempo todo hidratado”, finaliza o médico. ​​

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: