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O Transplante de Medula Óssea é uma opção de tratamento para diversas patologias como Anemia Aplástica, Mielodisplasias, Mieloma Múltiplo, Linfomas e em alguns tipos de leucemias. Ser Doador de Medula Óssea é um gesto bastante nobre, que pode salvar a vida de muitas pessoas. No entanto, para tornar-se um doador é preciso cumprir alguns requisitos.  Por isso, a Dra Iracema Esteves Lopes, hematologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, esclareceu abaixo dúvidas importantes. Confira:

- Quem pode doar  Medula Óssea?

É preciso ter entre 18 e 55 anos de idade. Estar em bom estado geral de saúde. Não ter doença infecciosa ou incapacitante. Não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico. Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

- Existe um banco de Medula Óssea? O que fazer para se voluntariar?

Diferente da doação de sangue, onde o material coletado fica armazenado e é distribuído conforme a necessidade dos hospitais, na doação de medula óssea, é coletada uma pequena amostra de sangue para armazenar os dados do doador. Quando os dados entre pacientes e doadores são compatíveis, o doador é chamado para fazer a doação. Para ser um doador é preciso cadastrar-se no Redome - Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (http://redome.inca.gov.br/) e escolher o Hemocentro mais próximo para fazer a coleta da amostra.

- Quais são os tipos de procedimento para realizar a doação?

Existem duas formas de coleta de células e a decisão entre uma e outra é do doador, mas uma das duas formas pode ser sugerida pelo médico, dependendo da doença apresentada pelo paciente que vai receber o transplante.

A forma tradicional de coleta é realizada em centro cirúrgico. São realizadas múltiplas punções nos ossos posteriores da bacia, sendo aspirado até um volume máximo de 15 ml de medula óssea para cada quilo de peso do doador.

A coleta mais frequente realizada atualmente, contudo, é a periférica, na qual o doador recebe uma medicação que estimula a proliferação das células tronco e a liberação dessas células para o sangue. Enquanto isso, esse material é coletado por meio de um aparelho especializado para esse procedimento. Nesse tipo de coleta não há necessidade de internação hospitalar ou afastamento das atividades normais do doador.

- O processo de doação é doloroso?

Não costuma ser doloroso. Quando é feito o procedimento cirúrgico o doador recebe anestesia.

- O doador corre algum tipo de risco?

A doação é bastante segura. Não costuma haver riscos importantes durante o procedimento. Os hematologistas explicarão cada processo e possíveis complicações, como dor local leve, quando a doação for requerida.

- É necessário fazer algum procedimento antes ou após a doação?

Antes da doação é preciso passar por avaliação médica. É checada a Compatibilidade HLA (para conferir se o doador e receptor possuem compatibilidade sanguínea). Além de exames de sorologias infecciosas. Após a doação é recomendado manter uma rotina mais leve por um ou dois dias.

- Quantas vezes são possíveis doar medula  óssea? Há um intervalo necessário entre as doações?

Segundo o próprio Redome, a medula se recompõe rapidamente, assim, é possível realizar uma nova doação, sem prejuízo à saúde. É recomendado que a segunda doação ocorra após seis meses da primeira. Se possível, utilizando um método de coleta distinto.

- E em algum momento paciente e doador se conhecem?

Não, é obrigatório resguardar a identidade tanto do doador quanto do receptor.

 

 


​​​Novidade torna Instituição a primeira da região a oferecer serviços de TMO
 
A equipe de Transplante de Medula Óssea da Unidade Santana da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo realizou, recentemente, o primeiro transplante da Zona Norte da cidade. A nova área do hospital, inaugurada em outubro de 2016, o tornou o primeiro da região a oferecer o serviço, considerado um dos mais importantes tratamentos de doenças que afetam o sangue.
 
O paciente contemplado pela novidade é portador de mieloma múltiplo – câncer nas células plasmáticas do sangue – e havia passado por quimioterapia antes do procedimento. "Como a resposta apresentada na primeira etapa do tratamento foi muito positiva, optamos pelo transplante de medula óssea, que é indicado nestes casos. O procedimento foi um sucesso", explica Juliana Sobreira, hematologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, à frente do caso.
Os Centros de Transplante de Medula Óssea (TMO) da Rede de Hospitais São Camilo estão localizados nas Unidades Pompeia e Santana, sendo o da Pompeia um dos 29 centros de referência no país autorizados pelo Ministério da Saúde a realizar todos os tipos de transplantes. O espaço realizou seu primeiro procedimento em 1998 e, nos últimos quatro anos, foram cerca de 450 transplantes de medula óssea. Em 2017, a Instituição pretende atingir o 500º.
Primeiro da Zona Norte
 
O novo espaço destinado ao Transplante de Medula Óssea da Unidade Santana da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo oferece atendimento diferenciado aos pacientes em todas as etapas do tratamento. “Na primeira visita, todos os serviços oferecidos são apresentados. Ao iniciar o tratamento, o paciente conta com uma equipe multiprofissional que acolhe a cultura e os valores individuais e atividades especiais adaptadas às suas necessidades e limitações”, explica Sérgio Fortier, hematologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.
 
A área de TMO conta, ainda, com o apoio de um serviço de hemoterapia, certificado pela AABB (American Association of Blood Bank), para o fornecimento de sangue, plaquetas, hemácias, plasma e células-tronco aos pacientes em tratamento quimioterápico e transplantados. Para garantir a segurança da transfusão, a Unidade utiliza uma tecnologia que confere e sincroniza as informações do paciente, teste sanguíneo e a bolsa de sangue que será transfundida.
 
Doação de Medula Óssea
 
Segundo Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) o número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente ao longo dos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos e somente 10% dos doadores de medula óssea eram brasileiros. Atualmente, existem mais de 4 milhões de doadores inscritos. A chance de se identificar um doador compatível, no Brasil, na fase preliminar da busca é de até 88%, e ao final do processo, 64% dos pacientes têm um doador compatível confirmado.
 
Estes números fizeram do banco de dados do país o terceiro maior do mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (quase 7,9 milhões de doadores) e da Alemanha (cerca de 6,2 milhões de doadores).

​​Tomografia Computadorizada é considerada o principal exame para o diagnóstico e
acompanhamento de câncer, doença que deverá atingir mais de 12 mil jovens em 2017

Um panorama divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e o Ministério da Saúde apontou que o câncer é a doença que mais mata crianças e adolescentes no Brasil. A enfermidade é a segunda causa de óbito deste grupo etário, superada somente por acidentes e mortes violentas e, entre 2009 e 2013, motivou 12% dos óbitos na faixa de 1 a 14 anos. Foram mais de 2.700 mortes por câncer infantojuvenil no Brasil em 2014 (ano mais recente com informações compiladas).

Para 2017, o INCA estima a ocorrência de 12.600 novos casos na faixa etária de zero a 19 anos. As leucemias representam o maior percentual de incidência (26%), seguida dos linfomas (14%) e tumores do sistema nervoso central (13%).

Diagnóstico por imagem – Considerada uma das análises mais avançadas e completas para o diagnóstico de tumores benignos e malignos, a Tomografia Computadorizada (TC) é um exame de imagem que pode ser utilizado para qualquer faixa etária e região do corpo. Graças à qualidade dos resultados obtidos, precisão dos dados e velocidade de processamento das informações, pode auxiliar desde o rastreamento até o acompanhamento das doenças.

No entanto, embora os benefícios dessa tecnologia em radiologia sejam reconhecidos, nem sempre o mesmo ocorre com seu potencial maléfico. Exames como TC expõem os pacientes à radiação ionizante, que é comprovadamente acumulativa durante a vida e que poderá trazer malefícios aos pacientes quando utilizada excessivamente. Os grupos mais vulneráveis são as crianças e adolescentes, uma vez que nessa faixa as células estão se multiplicando e se reproduzindo mais rapidamente do que no adulto.

A radiação pode causar danos no DNA das células, que, normalmente, são reparados por sistemas diversos. Ocasionalmente, porém, falhas destes mecanismos de reparação podem levar a mutações relacionáveis ao surgimento do câncer.

Redução nas doses – Pensando no bem estar de seus pacientes, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo reduziu as doses de radiação emitidas durante a realização do exame. A principal adaptação da Instituição foi a aquisição de novos e modernos tomógrafos de 128 canais, do modelo Ingenuity, que têm um software que permite a redução das doses de radiação aplicada em até 70%, sem prejudicar a qualidade das imagens.

“O uso de raios-x em mínimas doses e com qualidade diagnóstica sempre foi uma preocupação da Instituição”, explica Luiz Scoppetta, radiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. A mudança é benéfica para todos que precisam fazer uso da Tomografia Computadorizada, em especial aos jovens e nos pacientes com câncer.

“Os pacientes oncológicos realizam exames com periodicidade mais curta devido aos controles da doença e suas possíveis complicações. Como a radiação é uma energia acumulativa em todos os sistemas desses pacientes, que muitas vezes têm o organismo fragilizado, acabam sendo mais expostos ao método. Portanto, a redução de emissão dos raios-x é extremamente positiva para este público.”

De forma a aproveitar todas as vantagens do novo equipamento, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo também desenvolveu um novo espaço específico para receber o tomógrafo, que possibilita intervenções guiadas e menos invasivas, como biópsias e punções.

Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia
A Rede de Hospitais São Camilo possui profissionais preparados e modernos equipamentos para a realização de exames por imagem, invasivos e diagnósticos, com segurança e precisão. A área de Medicina Diagnóstica do Hospital São Camilo dispõe de equipamentos dotados de alta tecnologia que possibilitam realizar, por exemplo, exames como Tomografia Computadorizada Multislice, Ressonância Magnética de 3 Tesla, Radiologia Digital e
Ultrassonografia com fusão de imagens.

Aqui, seu animal de estimação é bem-vindo!

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Institucional

​Você sabia que as três Unidades do Hospital São Camilo de São Paulo permitem que os pacientes internados recebam a visita de seu animal de estimação?

Essa ação de humanização foi criada pensando em diminuir o impacto da internação prolongada, além de trazer benefícios ao paciente. Segundo Rita Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a prática ajuda a melhorar o humor, traz alegria ao paciente e o aproxima da família.

Como é feita a solicitação?

Primeiro o paciente deve solicitar a visita da equipe Psicossocial do Hospital, que dará andamento à liberação da visita de acordo com os protocolos institucionais. Para tanto, o  médico responsável pelo tratamento e a equipe multiprofissional serão consultados para avaliar cada caso e propiciar uma visita segura para o paciente e para seu pet.

Preparação

​Aprovada a liberação da visita do animal de estimação, tanto o pet quanto o paciente precisam ser preparados para que o encontro aconteça sem interferência na rotina de exames e medicações do paciente internado.

Confira algumas das visitas que promovemos junto dos nossos pacientes:

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Hospital São Camilo utiliza tecnologia para diagnóstico precoce e preciso

Considerado o terceiro tipo de câncer que mais atinge as mulheres no Brasil, o câncer de colo de útero é silencioso e causado pelo HPV (Papiloma Vírus Humano). O Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que mais de 5 mil mulheres morrem todos os anos por causa da patologia e a estimativa é de que sejam diagnosticados pelo menos 16 mil novos casos somente em 2016. De acordo com Cintia Pereira, ginecologista do Centro de Saúde da Mulher da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a prevenção é a principal arma para o combate da doença.

Conforme a doença avança, os principais sintomas são sangramento vaginal na relação sexual, ao pegar peso ou ao evacuar; dor e corrimento. “Infelizmente, por ser um câncer que progride de maneira silenciosa, os sintomas aparecem quando a doença já está num estágio avançado. No Centro de Saúde da Mulher, é utilizada uma tecnologia de rastreamento desta patologia, que inclui pesquisa com a citologia líquida, captura híbrida de HPV, colposcopia e vulvoscopia com biópsia nos casos suspeitos. Todos os procedimentos são feitos no mesmo ambulatório, garantindo o conforto da paciente, além de um diagnóstico mais preciso e precoce”, diz a especialista.

Todas as mulheres que têm ou já tiveram relação sexual devem fazer o exame preventivo anualmente, impendentemente da idade. Ainda de acordo com a ginecologista, quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura são de 100%. “Após o diagnóstico, o tratamento é multidisciplinar e pode envolver desde medicação adequada, cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Para cada caso, é estudada a melhor abordagem, podendo ser trabalhada junto com outras especialidades, como cardiologia, reumatologia, endocrinologia e psiquiatria”, explica Cintia.

Além do câncer de colo de útero, o Centro de Saúde da Mulher também realiza o diagnóstico e o tratamento para outros tipos de patologia, como câncer de mama e de ovário e miomatose uterina (tumores não cancerosos no útero que surgem na fase reprodutiva da mulher).

Serviço – Centro de Saúde da Mulher:

Desde junho de 2016, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo passou a contar com o Centro de Saúde da Mulher, dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames diagnósticos. O maior diferencial do espaço é atender todos os tipos de patologias ginecológicas em uma abordagem integral da saúde da mulher, desde a prevenção, diagnóstico e cirurgias de patologias benignas, até casos

como oncologia mamária e pélvica. Localizado na Unidade Santana da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o atendimento às pacientes é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h em pronto atendimento, com suporte 24 horas para emergências em ginecologia. O atendimento ambulatorial com horário marcado ocorre de segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 13h.

Centro de Saúde da Mulher

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Institucional, Saúde da Mulher

​​​​Rede São Camilo inaugura Centro para os cuidados da saúde da mulher

​A partir do mês de maio, a Rede São Camilo passou a contar com o Centro de Saúde da Mulher, dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames diagnósticos.

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O espaço físico foi estruturado com recepção, sala de espera individualizada e três consultórios para atendimento ginecológico com banheiros individuais, garantindo mais conforto e privacidade.
 
O Centro oferece serviço ambulatorial de ginecologia que vai desde a prevenção, diagnóstico e cirurgias de patologias benignas, até casos como oncologia mamária e pélvica.
 
O atendimento as pacientes é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h em pronto-atendimento, com suporte 24 horas para emergências em ginecologia. Já o atendimento ambulatorial com horário marcado  vai das 8h às 19h de segunda a sexta e aos sábados das 8h às 13h.
 
A responsável pela prestação e serviços é a Dra. Cintia Pereira, representante da empresa Gos Ginecologia e Obst. e Sexual LTDA. Dra. Cintia é responsável pelo serviço de ginecologia do Hospital São Camilo, pelo serviço de prevenção e diagnóstico de patologias do trato genital inferior e tratamento de DST, coleta de citologia cervicovaginal, (Papanicolau), pesquisa de HPV, biópsias e tratamento de patologias com cirurgias minimamente invasivas e de alta frequência, cirurgias ginecológicas de patologias benignas como miomas ou tumores ovarianos, correção cirúrgica de incontinência urinária de esforço e distopias genitais.

Desde 2006, o Hospital São Camilo de São Paulo oferece aos pacientes internados em suas três Unidades um médico hospitalista focado em prover uma assistência contínua e integrada às demais equipes assistenciais,  facilitando a tomada de decisões em relação aos procedimentos adotados, na realização de exames e na otimização dos cuidados do paciente assistido.

Mas você sabe como um médico dessa especialidade atua?

O médico hospitalista tem formação em clínica geral e trabalha em conjunto com os demais especialistas da Unidade de Internação, acompanhando o quadro de cada paciente de forma dedicada, presente e exclusiva.

Para Dr. Marcelo Sartori, Diretor de Práticas Assistenciais na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, essa técnica permite que todo o tratamento seja definido previamente, proporcionando a possibilidade de gerar previsibilidade para os pacientes, para a equipe multidisciplinar e para o Hospital.​

Para finalizar, o diretor de práticas assistenciais da instituição afirma que a integração com a equipe multidisciplinar, a continuidade do cuidado e a integração com os processos do Hospital são somente algumas das vantagens de trabalhar com uma equipe de hospitalista.

Feridas exigem tratamento múltiplo

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Institucional

​​​​Rede São Camilo inaugura Centro de Referência em Tratamento de Feridas e Cuidados com a Pele para cuidar de problemas que precisam de atenção de vários especialistas

Tratar feridas na pele pode ser muito mais complicado do que se pensa. Os cuidados exigem terapias com equipe multidisciplinar e, sem eles, alguns problemas podem levar a medidas mais drásticas, como a amputação do membro, no caso de ocorrência de úlceras do pé diabético que não cicatrizam.

Segundo o infectologista atuante no Serviço de Infectologia na Rede São Camilo, Ivan Silva Marinho, os problemas mais comuns são queimaduras; esmaga​mentos por conta de acidentes; úlceras de pressão (escaras) que aparecem em pacientes acamados; úlceras do pé diabético; entre outros.

Para tratar essas e outras doenças, a Rede São Camilo criou o Centro de Referência em Tratamento de Feridas e Cuidados com a Pele, que conta com equipe multidisciplinar composta por dermatologista, cirurgião vascular, cirurgião plástico, endócrino, infectologista, ortopedista, nutrólogo, pediatra, fisiatra, fisioterapeuta e estomaterapeuta.

“Feridas crônicas precisam de intervenção de múltiplos especialistas para que sejam tratadas de forma efetiva e em menor tempo. A úlcera do pé diabético, por exemplo, deve ser analisada em conjunto com o infectologista, que vai cuidar da infecção; endocrinologista, que vai controlar o diabetes; o vascular, para melhorar a circulação no local; o estomaterapeuta, que é especialista em curativos e assim por diante”, afirma Marinho.​

O novo Centro, cujo modelo de atendimento é conhecido internacionalmente como Treatment Option, dispõe ainda de todos os recursos diagnósticos como ultrassonografia, ultrassonografia com doppler, arteriografia, angiotomografia, tomografia e ressonância magnética.

Além disso, há ainda tratamentos como a câmara hiperbárica, terapia a laser, radiofrequência, reconstrução, enxertos, cirurgia plástica, revascularização de membros, entre outros. “A câmara hiperbárica, por exemplo, colabora na oxigenação dos tecidos. Oxigênio é vida e ajuda a resgatar as características fisiológicas da pele e fazer com que a cicatrização ocorra de forma mais rápida”, ressalta Marinho.​

Doenças tratadas no Centro de Feridas

• Úlceras crônicas

• Úlceras do pé diabético

• Úlceras neuropáticas

• Úlceras varicosas

• Osteomielites crônicas

(decorrente de fraturas expostas)

• Queimaduras

• Feridas cirúrgicas

• Esmagamentos devido a acidentes

• Traumas isquêmicos graves de alto impacto​

​​​Depois das Unidades Pompeia (2014) e Santana (2015), chegou a vez do Hospital São Camilo Ipiranga receber o certificado Diamante da QMentum International, metodologia da Accreditation Canada, uma das mais renomadas empresas de acreditação do mundo.

Uma criteriosa avaliação de auditores do IQG Health Services Accreditation e QMentum International com pacientes, familiares, funcionários, lideranças e alta administração mostrou que a Unidade segue os mais rigorosos padrões de qualidade de atendimento.

“Um atendimento seguro, humanizado e de qualidade é a essência da Instituição. A conquista do Hospital São Camilo Ipiranga mostra que as três Unidades estão alinhadas com estes valores e têm o mesmo nível de qualidade”, ressalta o diretor Geral da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rogério Quintela.

Programação

Unidade Pompeia
Sesc Pompeia: dias 05 e 06 de abril (terça e quarta-feira)
Horários: 8h / 9h30 / 14h / 15h30
Profissionais: médico e nutricionista (foco diabetes)
Endereço: Rua Clélia, 93, Pompeia - São Paulo​​ 

Unidade Santana
Sesc Santana: dia 08 de abril (sexta-feira)
Horários: 12h / 15h
Profissionais: médico e nutricionista (foco diabetes)
Endereço: Avenida Luiz Dumont Villares, 579, Santana - São Paulo​

Unidade Ipiranga
Sesc Ipiranga: dia 07 de abril (quinta-feira)
Horários: 8h / 9h30 / 14h / 15h30
Profissionais: médico, nutricionista e psicóloga (foco prevenção geral - diabetes, obesidade, hipertensão, saúde da mulher)
Endereço: Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga - São Paulo

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: