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Janeiro 2016

A população mundial está envelhecendo. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidades), até 2050, a quantidade de idosos vai duplicar no mundo. No Brasil, a expectativa é que o número de pessoas com mais de 60 anos aumente mais do que a média mundial, passando dos atuais 12,5% para 30%, até a metade do século. Entre as consequências do envelhecimento da população, está o aumento de doenças degenerativas do corpo, como a artrose (osteoartrose).

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, 9,6% dos homens e 18% das mulheres com idade superior a 60 anos sofrem com o problema. Cerca de 80% das pessoas com osteoartrose têm limitações de movimento e 25% não podem executar as principais atividades da vida diária, como abrir uma caixa de alimento, dirigir, caminhar, subir escadas, levantar e segurar objetos.

“Isso acontece porque as extremidades dos ossos do corpo são cobertas por uma superfície lisa, chamada cartilagem, que atua como uma espécie de almofada para as articulações, permitindo que os movimentos sejam realizados sem impacto. Quando a pessoa desenvolve artrose, a cartilagem é lesada, causando problemas de movimento, inflamação da articulação e deformação Qualquer articulação do corpo pode ser prejudicada, mas as mais comuns são as dos dedos, joelhos, quadris, coluna lombar e cervical”, explica o ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Marco Aurélio Neves.

Os sintomas podem variar de acordo com a articulação afetada e grau da lesão. “Os principais são dor e rigidez, especialmente no período da manhã ou ao descansar depois de um dia de atividades. As articulações podem ficar inchadas, especialmente após atividade prolongada. Se o problema for no quadril, a dor será sentida na região da virilha ou nas nádegas e, às vezes, no interior do joelho ou na coxa. Caso seja nos joelhos, a pessoa terá a sensação de ‘ranger’, quando se movimentar. Nos dedos, há crescimento ósseo (nódulos) na borda das articulações, o que pode deixá-los inchados, deformados e vermelhos e gerar dor na base do polegar. Nos pés, dor e sensibilidade são sentidas na base do dedão e pode haver inchaço nos tornozelos ou pés”, esclarece o especialista.

O diagnóstico da artrose é realizado durante consulta médica, a partir do histórico do paciente e exame físico. “Alguns outros testes podem contribuir com a diagnóstico, como raio-X, que mostra danos e outras alterações relacionadas à osteoartrose, ressonância magnética, que proporciona melhores imagens de cartilagem e outras estruturas para detectar precocemente anormalidades típicas da doença, e aspiração articular, análise de fluído retirado da articulação com uma agulha, sob anestesia local, para encontrar evidências de cristais ou deterioração das articulações”, detalha Neves.

A artrose é uma doença crônica, sem cura. Os tratamentos estão disponíveis para controlar os sintomas. “Os principais são pílulas, xaropes, cremes ou loções, além de injeções nas articulações, com analgésicos, anti-inflamatórios e corticoides. A fisioterapia e a terapia ocupacional também são indicadas. Dispositivos de apoio podem ajudar com a função e mobilidade, como muletas, bengalas, andadores, talas, calçados ou ferramentas úteis, como abridores de frasco ou calçadeiras de cabo longo. Em casos mais avançados da doença, a cirurgia pode reparar ou substituir articulações severamente danificadas, especialmente nos quadris ou joelhos”, revela o ortopedista.

“Por muito tempo, a osteoartrose foi creditada exclusivamente ao ‘desgaste’ das articulações ao longo dos anos, porém, atualmente, os cientistas a veem como uma doença da articulação influenciada por múltiplos fatores, como genes, sobrepeso, lesões e uso excessivo das articulações, problemas ósseos e distúrbios da articulação, como a artrite reumatoide. Por isso, para prevenir a doença, é preciso praticar atividade física, controlar o peso e estimular a mobilidade, realizando alongamento das articulações”, recomenda.

​​​​ Em 2015, os brasileiros enfrentaram a maior epidemia de dengue já registrada no país. Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, foram mais de 1.566.510 casos prováveis em todo território nacional.

O ano também foi responsável por apresentar aos brasileiros duas novas doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti: o zika vírus e a febre chikungunya.

Além do transmissor, as doenças também possuem sintomas semelhantes. Veja as principais diferenças entre eles:

​​​​ Viajar para outros países, conhecer novas culturas, explorar a culinária local pode ser o desejo de viagem de muitas pessoas. Só que, na maioria das vezes, essa ida para outro país ou até mesmo outro continente pode trazer um desconforto muito conhecido como jet lag, uma condição decorrente da alteração do relógio biológico causada pela variação do fuso horário.

Dr. Eduardo Bogaz, otorrinolaringologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo explica melhor: “O corpo humano é sensível aos níveis de iluminação do sol através de um mecanismo chamado ritmo circadiano que controla a disposição para o sono e fome e, quando há uma alteração nesse ciclo, nosso relógio biológico fica desorientado causando alguns desconfortos”.

Os principais sintomas relacionados ao jet lag são: dificuldade de dormir no horário adequado, dor de cabeça, náuseas, irritabilidade, fraqueza, abatimento, queda da concentração e da capacidade cognitiva.

Ainda segundo Dr. Eduardo, todas as pessoas sofrem com a influência da mudança de fuso horário sobre o ritmo circadiano, mesmo aquelas que são acostumadas a viajar. Porém, o efeito dessa mudança sobre a habilidade e a capacidade de cada um é individual.

Normalmente, para se adaptar ao novo horário, é preciso um dia inteiro para cada diferença de hora. Ou seja, se uma pessoa vai à França, por exemplo, serão necessários três dias para seu organismo se ambientar ao novo local. Além disso, quanto maior a diferença do fuso entre a origem e o destino da viagem, maiores serão os efeitos do jet lag.

Em geral, mudanças de três ou mais fusos já são capazes de causar esses desconfortos. Por isso, o otorrinolaringologista ensina algumas técnicas para se adaptar melhor a essas mudanças e se acostumar com o novo horário:​

- Se a viagem for curta, mantenha a rotina conforme o local de origem, já que o período de adaptação ao novo fuso coincidirá com o tempo de viagem, evitando assim o transtorno da readaptação na volta;​
- Se ficar muito tempo no local de destino, inicie uma adaptação alguns dias antes da viagem, como dormir e comer de acordo com o horário local do lugar para onde vai;
- Tente marcar o desembarque no local de destino no começo do dia;
- Evite ingerir álcool;
- Evite dormir durante o dia;
- Alimente-se de forma saudável e nos horários corretos.​

Fonte: Comunicação

​​ O vegetarianismo nada mais é do que uma dieta alimentar baseada no consumo de alimentos de origem vegetal, com ou sem uso de laticínios e ovos e sem ingestão de qualquer tipo de proteína animal.

Normalmente, ele é adotado em respeito à vida dos animais, mas atualmente muitas pessoas passaram a seguir esse tipo de dieta em preocupação com a própria saúde, já que o consumo de carne vermelha tem sido atrelado ao aparecimento de diversos tipos de doenças, entre elas, o câncer.

Segundo Marisa Coutinho, Gerente de Nutrição na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, os vegetarianos apresentam um risco menor de desenvolver sobrepeso/obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, câncer, entre outras condições que comprometem a qualidade de vida e a longevidade.

“Vários estudos correlacionaram a ocorrência de outras neoplasias (tumores) ao aumento do consumo de carne vermelha ou proteína animal e também ao baixo consumo de vegetais. Mesmo com poucas evidências produzidas em relação a estas observações, é possível afirmar que a dieta vegetariana tende a reduzir os riscos de câncer, sim”, complementa Marisa.

No entanto, antes de iniciar uma dieta com qualquer tipo de restrição, Marisa recomenda agendar uma visita com o nutricionista para adequar a quantidade de alimentos substitutos a fim de evitar carências nutricionais.

No caso dos vegetarianos, além do acompanhamento nutricional, é preciso atenção às quantidades de proteínas consumidas e à ingestão de vitamina B12, ambas encontradas em maior quantidade na carne vermelha.

De acordo com Marisa, a soja, o grão de bico, a lentilha e os feijões são os responsáveis por substituir a proteína. Já para atingir as doses diárias de vitamina B12, pode ser indicada a suplementação medicamentosa, além do consumo de alimentos fortificados.

Para finalizar, ela aconselha que o acompanhamento nutricional continue até a pessoa ter aprendido as porções corretas, já que a deficiência nutricional pode causar anemia, fraqueza muscular, parestesias (doença que provoca sensação de queimação, dormência, coceira e formigamento nos braços e pernas) e problemas neurológicos.

Fonte:​ Comunicação

​​​​ A Unidade Ipiranga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo inaugura as ampliações do Centro Médico de Especialidades e Pronto-Socorro e se torna a maior referência em atendimento médico da região.

O novo Centro Médico reúne especialistas em diversas áreas, como Ortopedia, Urologia, Pneumologia, Cardiologia, Ginecologia, Cirurgia Geral, Neurologia e Oncologia. Com a reforma, o local que atendia 3.000 pacientes por mês, pode chegar a 6.500, um crescimento de quase 120%.

O projeto de expansão da Unidade também contemplou o Pronto-Socorro, que ampliou a área de 770,15 m² para 1.167,12 m². O novo espaço permitiu um aumento na capacidade de atendimento de 30% e passou a contar com uma sala de emergência com acesso direto à área externa que pode atender dois pacientes simultaneamente, sala de observação com 12 leitos, um leito individual isolado com pressão negativa, para o controle de doenças infecto contagiosas, além de uma sala de cirurgia para pequenos procedimentos e área de medicação ampliada.

“O Centro Médico do Hospital São Camilo Ipiranga está preparado para atender ao paciente de forma completa, da consulta aos exames de imagem e cirurgias. Tudo é resolvido em apenas um lugar, promovendo maior conforto e segurança ao paciente. Já a reforma do Pronto-Socorro vem para ampliar o atendimento da demanda de urgência e emergência da região”, explica o gerente médico da Unidade Ipiranga, Leonardo Hiroki Kawasaki.

Fonte: Assessoria de Imprensa ​ ​

Como se preparar para uma consulta médica

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

​​​​ É muito comum que as pessoas passem regulamente por consultas médicas de rotina para acompanhar o tratamento de alguma doença crônica, como o diabetes, por exemplo, para fazer um checkup geral ou até mesmo para averiguar alguma nova alteração ou sintoma.

Em todos os casos citados acima, levar exames e laudos antigos pode ajudar o especialista a chegar a um diagnóstico mais preciso. Com o histórico do paciente em mãos, o médico consegue levar em consideração toda a evolução do problema e não apenas a situação presente dos sintomas.

Segundo o Dr. Leonardo Hiroki Kawasaki, Gerente Médico da Unidade Ipiranga do Hospital São Camilo de São Paulo, é importante que o médico tenha conhecimento dos sintomas anteriores, mesmo que eles tenham melhorado, dos resultados de exames realizados e das possíveis tentativas de tratamento. Além disso, levar a relação de medicamentos em uso é fundamental para evitar a prescrição de drogas que possam ter interações de risco e causar reações adversas.

“Outro motivo importante para se levar a lista de medicamentos está na possibilidade da queixa do paciente ser, na realidade, um efeito colateral da medicação e não necessariamente motivada pela doença”, completa Dr. Leonardo.

Já os relatórios médicos podem conter informações úteis ao diagnóstico e à continuidade do tratamento, como é o caso do Sumário ou Resumo de Alta, que é entregue aos pacientes com internação prévia, ou seja, aqueles que já têm conhecimento da internação para um procedimento cirúrgico.

Quando o assunto é levar ou não um acompanhante, Dr. Leonardo deixa claro que essa é uma escolha de cada um: “Levar um acompanhante pode ajudar no esclarecimento de dúvidas ao complementar questões que eventualmente o paciente não consiga se lembrar. Entretanto, o paciente precisa estar ciente de que deverá ser alguém de confiança, pois poderão ser compartilhadas informações sigilosas relativas a seu histórico clínico durante o atendimento”, completa.

Para finalizar, ele deixa mais algumas dicas:

- Tente agendar a consulta com antecedência;​​
- Faça o possível para chegar antes do horário marcado;
- Leve a lista ou a receita como o nome de todos os medicamentos que você já usou ou está usando;
- Quando necessário, informe o histórico médico da família;
- Procure levar sempre que possível os exames mais antigos;
- E, por fim, tente ir às consultas com roupas confortáveis para facilitar a realização de exames clínicos.​

Fonte: Comunicação

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: