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Blog São Camilo

Outubro 2016

Bem-estar feminino em jogo

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde, Saúde da Mulher, Curiosidades

Hábitos saudáveis e prevenção de doenças trazem longevidade às mulheres de todas as idades

Mente sã e corpo são. É assim que a saúde da mulher deve caminhar como fator que vai garantir sua longevidade. O médico, por sua vez, tem papel importante e funciona como um orientador de hábitos saudáveis. “Desde a concepção vamos ao obstetra para acompanhamento do pré-natal. Depois, é necessária a visita ao pediatra durante a infância e puberdade. Após a primeira menstruação, a mulher deve procurar o ginecologista, com visitas anuais”, afirma a ginecologista no Hospital São Camilo, Cintia Pereira.

A prevenção é a melhor aliada da mulher, evitando tanto doenças benignas quanto malignas. As benignas podem ser dor pélvica, que pode estar relacionada a um processo infeccioso; vulvovaginites, conhecidas como corrimento
vaginal por conta de desequilíbrio da flora vaginal; miomatose uterina, mais comum em mulheres negras e que não engravidaram; cistos ovarianos, como a síndrome dos ovários policísticos, que pode determinar alterações no ciclo hormonal ; endometriose, principal causa de esterilidade; ou infecção pelo vírus HPV, que pode ser assintomática ou os subtipos mais agressivos, que trazem lesões no colo do útero, podendo evoluir para um câncer.

Malignas

Dados do Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca) mostram que em 2016 a estimativa é de 57.960 casos de câncer de mama. “A prevenção é a arma mais eficaz, desde o autoexame até a realização de exames preventivos”, afirma a ginecologista.

Já o câncer de colo de útero acomete mulheres entre 40 e 60 anos e tem uma evolução lenta. Está relacionado aos
hábitos de fumar, abuso de álcool e múltiplos parceiros. Seu causador é o HPV e o diagnóstico precoce significa
100% de chance de cura.

Há ainda o câncer de corpo uterino, mais frequente após a menopausa e o câncer de ovário, o tipo mais raro e difícil de ser diagnosticado.

EXAMES DE ROTINA

Dos 20 aos 40 anos

✓ Ultrassom de tireóide: Identifica cistos, nódulos e tumores.
✓ Ultrassom de mamas: Detecta cistos, nódulos e tumores.
✓ Papanicolau: Verifica infecções e alterações nas células do colo do útero e previne o câncer. Deve ser
feito anualmente um ano depois do início da atividade sexual. 
✓ Colposcopia/ Vulvoscopia/ pesquisa de HPV de colo: Previne infecções causadas pelo vírus HPV e outras DSTs.
✓ Ultrassom transvaginal: Detecta cistos no ovário, miomas, pólipos endometriais, endometriose e tumores,
além de prevenir ou detectar câncer de endométrio e ovário. 

Todos os exames citados devem ser feitos anualmente ou de acordo com o pedido do médico.

Depois dos 40

✓Mamografia anual: A primeira deve ser feita entre 35 e 40 anos, para prevenir ou detectar o câncer de mama. Depois, anualmente.
​✓Densitometria Óssea: Mede a densidade dos ossos e a possível perda de massa óssea, além de prevenir ou detectar a osteoporose. Em mulheres, o exame deve ser feito anualmente após a menopausa.

Muitas mulheres se queixam de dores abdominais fortes todos os meses quando estão no período menstrual. Essa dor é comumente conhecida como cólica e, de acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Medicina, atinge 33 milhões de brasileiras de diversas idades.

Mas, afinal, o que é a cólica?

A cólica são dores causadas pelas contrações da parede do útero para liberar um óvulo não fecundado. Nesse processo, além das contrações, a queda nos níveis hormonais também faz com que essa parede desabe, caracterizando a menstruação.

Em algumas mulheres esses espasmos podem ser muito mais intensos e os vasos sanguíneos que irrigam o útero ficam comprimidos, causando dor abdominal intensa. Essas dores também podem irradiar para as costas e para a face interna das coxas que podem durar por todo o período menstrual.

Para amenizar, a Dra. Vania Carolina Pereira Stancka, ginecologista no Hospital São Camilo de SP, indica a aplicação de calor local, uma dieta rica em fibras e a prática de exercícios aeróbicos. "Já o tratamento com remédios só pode ser feito após avaliação médica, pois é preciso diagnosticar qual o tipo de cólica que a mulher tem e só assim indicar o melhor tratamento", complementa.

Segundo a ginecologista, as cólicas podem ser divididas em dois tipos:

- Primária: Costuma anteceder a menstruação e durar até os primeiros dias da menstruação.

- Secundária: Está associada a alguma patologia ginecológica e os sintomas podem não ter relação com o ciclo menstrual. Neste caso, as cólicas são mais intensas e progressivas, ou seja, os sintomas pioram ao longo da vida se não tratados. E a endometriose pode estar entre uma das condições que geram essa dor intensa.

Por isso, é muito importante que você dê atenção às dores que você sente todos os meses. E procure um médico anualmente para a realização de exames preventivos e de rotina.

No mês em que a saúde da mulher é o nosso tema principal, não poderíamos deixar de falar de um mal que atinge cerca de 70% das mulheres brasileiras: a TPM.

A Síndrome da Tensão Pré-Menstrual, conhecida popularmente como TPM, é um conjunto de sintomas causados pelas alterações hormonais que antecedem a menstruação. E entre os sintomas mais comuns estão: irritação, alteração de humor, inchaço e cólica.

Se você é uma das que sofrem todos os meses com esse problema, não deixe de ler até o final a entrevista que fizemos com a Dra. Vania Carolina Pereira Stancka, Ginecologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

O que causa a TPM? 
A TPM é causada pelas mudanças hormonais que ocorrem ao longo do ciclo menstrual, e costumam durar entre 5 e 10 dias antes da menstruação, desaparecendo logo no primeiro dia do ciclo.

Como ela se manifesta? Quais os sintomas? 
Manifesta-se por meio de sintomas físicos como enjoos, vômitos, dor, inchaço abdominal, sono, queda da libido, diarreia, prisão de ventre, acne, cefaleia, tontura, edema de membros inferiores, aumento do peso, dor na mama, alterações no apetite, queda da imunidade, além dos sintomas psicológicos, como irritabilidade, angústia, cansaço, insônia, depressão, choro fácil, nervosismo, ansiedade e baixa autoestima. 

É verdade que existem classificações para a TPM? Quais seriam elas? 
Sim,  a Tensão Pré-Menstrual está classificada em cinco tipos diferentes:

TIPO A – Está diretamente relacionado com a ansiedade causada pela queda do hormônio estrogênio, que ajuda a baixar o estresse, e pela maior liberação de adrenalina e cortisol, dupla que contribui para o estresse. Os principais sintomas são: ansiedade, tensão, insônia, irritabilidade e alterações no humor.

TIPO C – Esse tipo está relacionado principalmente à compulsão alimentar por doces ou salgados com eventuais dores de cabeça. 

TIPO D – Está relacionado com os sintomas depressivos, como raiva sem razão, sentimentos perturbadores, pouca concentração, lapsos de memória, baixa autoestima e sentimentos violentos. 

TIPO H – Esse tipo leva esse nome porque está relacionado à palavra "hidratação", ou seja, ele está diretamente ligado à retenção de líquidos e suas consequências, como ganho de peso, sensibilidade e inchaço das mamas e inchaço abdominal e das extremidades do corpo, como mãos e pés.

TIPO O – Esse tipo se refere aos outros sintomas ligados à TPM, como a alteração nos hábitos intestinais, aumento da frequência urinar, fogachos ou sudorese fria, dores generalizadas, incluindo cólicas, náuseas, acnes, reações alérgicas e infecções do trato respiratório. 

É comum notarmos sintomas diferentes a cada mês. Por que isso acontece? 
É, sim. Isso acontece porque os sintomas dependem das alterações hormonais, imunidade e nível de estresse, que são fatores que podem variar todos os meses. 

Por que ocorre aumento de peso e retenção de líquido nesse período? 
Na segunda fase do ciclo menstrual temos a queda do estrogênio e aumento do hormônio chamado progesterona. A progesterona tem efeito "mineralocorticóide" que age nos receptores dos rins, estimulando a reabsorção da água. Em outras palavras, ela bloqueia parcialmente a liberação de água pelo rim. Isso explica a retenção de líquido durante o período pré-menstrual e consequentemente seus principais sintomas físicos, como o inchaço e dor na mama.

Quanto tempo antes da menstruação ela aparece? 
Ela aparece logo após a ovulação, 14 dias antes da menstruação.

A TPM pode ser considerada uma doença? 
Não, ela não é considerada uma doença. A Tensão Pré-Menstrual é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que começam no meio do ciclo menstrual da mulher e desaparecem como num passe de mágica quando chega a menstruação. 

Em quais casos os médicos recomendam o uso de antidepressivos, por exemplo? 
Quando a mulher apresenta sintomas que comprometem suas atividades do cotidiano, podendo prejudicar suas atitudes ou tomada de decisões. 

Veja abaixo algumas curiosidades sobre esse período:

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Com a chegada do horário de verão, precisamos dormir e acordar uma hora mais cedo. Essa mudança tem efeitos variados para nossos corpos, dependendo do organismo de cada pessoa.

Sabemos que pessoas que dormem e acordam mais cedo sofrem mais com essa adaptação, assim como pessoas que já possuem distúrbios do sono. Mas os efeitos também podem ser causados por fatores emocionais: é mais fácil nos adaptarmos ao novo horário curtindo as férias do que encarando nossa rotina de trabalho diária.

A boa notícia, porém, é que o horário de verão não representa nenhum problema tão sério para a maioria das pessoas. Waldyr Lázaro Bueno Filho, clínico geral da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, conta que, em média, são necessários de dois a sete dias para que o corpo se adapte e tudo volte ao normal.

Para ajudar nesse processo, Dr. Waldyr dá algumas dicas:

1) Pratique atividades físicas regulares, principalmente no período da manhã, duas horas depois de acordar. Se a única opção de horário for à noite, é melhor escolher as caminhadas, com intensidade moderada, três horas antes de dormir, para relaxar. Exercícios em dias de muito calor devem ser praticados na sombra ou em lugares climatizados.

2) Opte por alimentos de fácil digestão, como massas com molhos leves, frutas, verduras e legumes, principalmente à noite. Evite estimulantes, como café, álcool e energéticos, prejudiciais ao sono.

3) Deite-se um pouco mais cedo. O quarto deve estar completamente escuro, para estimular a produção de melatonina.

4) Exponha-se à luz do dia o mais cedo possível, para adaptar o seu cérebro ao novo horário.

5) Evite usar computadores e filmes ou livros excitantes, que estimulam a produção de cortisol e adrenalina, hormônios prejudiciais ao sono.

6) Não use medicamentos soníferos sem prescrição médica.

Dr. Waldyr acrescenta que as pessoas que dormem e acordam cedo estão mais propensas à sofrerem alterações hormonais causadas pelo novo horário, podendo ter alterações no sono e no humor. Contudo, a intensidade e importância dessas alterações variam de indivíduo para indivíduo. São elas:

1) Prejuízo na produção de melatonina, hormônio produzido pela glândula pineal, responsável pela indução do sono, e cuja produção depende da ausência da luz. Os dias mais longos diminuem a secreção desse hormônio prejudicando o início do sono.

2) Diminuição na produção do hormônio do crescimento pela hipófise, produzido nas primeiras fases do sono profundo. Este hormônio é importante para manutenção do tônus muscular, diminuição do excesso de gordura, melhora do desempenho físico e combate à osteoporose.

3) Diminuição na produção de leptina, responsável pelo controle da saciedade. Causando, portanto, aumento da ingestão alimentar e aumento do risco de obesidade.

4) Por último, incremento na produção de hormônios da supra renal, chamados de hormônios do estresse, como a adrenalina e o cortisol, que, por sua vez, aumentam a taxa de glicose, a pressão arterial e o risco de osteoporose, entre outros.

Marisa Resende Coutinho, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, acrescenta: “Com a introdução do horário de verão, é comum nos sentirmos mais cansados, e também com dificuldade para dormir. Para não sofrer muito nesta transição, investir em alimentos que facilitem a produção do hormônio do sono pode ajudar. Estes alimentos são: leite, banana, hortelã, erva cidreira”.

A nutricionista também recomenda, no período da tarde, refeições leves e de fácil digestão, como frutas, verduras e legumes: “Deve-se evitar a ingestão de café ou outras bebidas que contenham cafeína, como coca-cola, chá preto e mate, pois estimulam o sistema nervoso, levando à perda do sono. Cigarro e bebidas alcoólicas também podem prejudicar o sono”.

​Em  11 de outubro é celebrado no país o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade; objetivo é conscientizar população acerca do problema, considerado epidêmico
 
Mais de um terço das crianças brasileiras entre cinco e nove anos está acima do peso. Os dados do Ministério da Saúde apontam que o mesmo percentual se aplica aos adolescentes de 12 a 17 anos: 33% apresentam sobrepeso e, destes, 8% são obesos. A questão vai muito além do aspecto físico, possibilitando o desenvolvimento de problemas de saúde sérios, como colesterol alto, diabetes e hipertensão arterial.
 
Com o objetivo de conscientizar a população acerca do problema, no próximo dia 11 de outubro é celebrado no Brasil o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A questão é considerada um dos maiores problemas de saúde pública do país, superando a desnutrição e ameaçando diminuir a expectativa de vida do país, como um todo. Para a organização Mundial de Saúde (OMS), o sobrepeso infantil está se tornando um problema epidêmico. Recentemente, o órgão disparou um alerta vermelho sobre a questão ao redor do mundo, principalmente em países emergentes como o Brasil.
 
Causas e desdobramentos – O sedentarismo e a alimentação inadequada são as principais causas da obesidade, tanto entre adultos quanto em crianças. Raquel Resende, endocrinologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que existem também causas e síndromes genéticas. “Tumores no eixo do hipotálamo-hipofisário ou distúrbios endócrinos como hipotireoidismo e síndrome de Cushing são responsáveis por, em média, 2% a 5% dos casos de sobrepeso. Os demais – grande maioria – podem ser atribuídos aos maus hábitos.”
 
O excesso de peso aumenta as chances do desenvolvimento de condições crônicas ainda durante a infância ou adolescência: problemas sérios como diabetes, colesterol alto, hipertensão arterial, depressão, problemas respiratórios e outros. Psicologicamente, a obesidade infantil, por modificar a aparência, reflete na autoestima e autoconfiança das crianças e adolescentes.
 
Mudança de hábitos – A OMS recomenda 300 minutos de atividades físicas por semana – pouco mais de 40 minutos todos os dias. “As crianças precisam gastar calorias, mesmo com o metabolismo mais acelerado", relata a especialista. “A infância e a adolescência são períodos críticos para iniciar ou agravar a obesidade devido ao aumento do tecido adiposo, que ocorre principalmente no sexo feminino. Além disso, existe maior consumo de alimentos com alto teor calórico e, também, devidos às instabilidades emocionais frequentes neste período.”
 
Outro grande perigo da obesidade, segundo Raquel, está em não colocar limites na alimentação dos filhos. “Manter uma dieta balanceada não significa que a criança ou o adolescente vai sofrer privações, nem mesmo que isso vai provocar um futuro de frustrações com o peso e, portanto, levar à obesidade. Trata-se de uma maneira saudável e eficiente de combater a obesidade.”

​Segundo INCA, doença representa 25% de novos casos registrados anualmente e é o tipo de câncer mais recorrente do país e do mundo

Até o final deste ano, são esperados mais de 57 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. O risco estimado é de 56,2 mulheres acometidas a cada 100 mil, segundo levantamento anual do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Considerado o tipo de câncer mais comum entre as mulheres, tanto no Brasil quanto no mundo, a doença representa 25% dos novos casos registrados anualmente. 

Os dados reforçam a importância da prevenção e conhecimento sobre o assunto. Conforme explica Heliégina Palmieris, mastologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o câncer de mama pode ser assintomático e silencioso. "Por esse motivo, a prevenção e acompanhamento médico são tão importantes e precisam ser facilitados a toda a população feminina".

Os sintomas mais comuns do câncer de mama são a presença de nódulos na região, alteração no formato dos seios e secreção de sangue pelos mamilos. Os tratamentos variam de acordo com o estágio da doença e podem consistir em intervenção cirúrgica, radioterapia e quimioterapia. Os exames mais comuns para prevenir e diagnosticar são a mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética, core-biopsy e citologia.

Heliégina Palmieris atua no novo Ambulatório de Mastologia oferecido pelo Hospital São Camilo e reforça a importância de um ambiente humanizado quando o assunto é câncer de mama. "Além da infraestrutura, é importante oferecer às pacientes toda a assistência possível para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento." O espaço oferece todos os exames preventivos de praxe e faz parte do recentemente inaugurado Centro de Saúde da Mulher, da Unidade Santana.

A estrutura cirúrgica do Hospital São Camilo também é utilizada para a realização das intervenções oncoplasticas necessárias. Entre elas, a retirada de nódulos benignos ou cânceres e as correções estéticas, reparadoras ou reconstrutivas, com ou sem próteses. Os serviços oncológicos de quimioterapia e de câmara hiperbárica, para rápida cicatrização, também são oferecidos.

​Serviço – Centro de Saúde da Mulher:

Localizado na Unidade Santana da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o atendimento às pacientes é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h em pronto atendimento, com suporte 24 horas para emergências em ginecologia. O atendimento ambulatorial com horário marcado ocorre de segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 13h.

​Serviço – Câmara Hiperbárica:

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo conta com o serviço de Câmara Hiperbárica desde 1995, sendo uma das pioneiras a implementar no Brasil.

A câmara hiperbárica é um procedimento utilizado para o tratamento de queimaduras, osteomielite (infecção no osso), úlceras crônicas, pé diabético, infecção de sítio cirúrgico, celulite necrotizante, entre outras doenças. Dentro da câmara, o paciente é submetido a uma pressão maior que a atmosférica, sob compressão, com oxigênio a 100%. O tratamento estimula a cicatrização e revitalização de tecidos sob sofrimento, e também auxilia na ação de antibióticos.

O que é a Oxigenoterapia Hiperbárica?

É um procedimento que, por meio de inalação de oxigênio 100% puro, em ambiente fechado, com pressão superior à pressão atmosférica, possibilita o tratamento de diversas doenças.

O tratamento na Câmara contribui para a hiperoxigenação tecidual, ou seja, o oxigênio chega diluído no tecido a todos os órgãos, ao invés de utilizar somente o caminho das hemoglobinas. Este processo tem efeito sinérgico sobre a ação de antibióticos, contribui para a regeneração dos tecidos e no processo de cicatrização.

Benefícios

·         Efeito bactericida - inibe a proliferação de bactérias.

·         Efeito vasoconstritor - útil no tratamento de queimaduras extensas.

·         Efeito cicatrizante - atua na cicatrização de lesões infectadas, úlceras por pressão e em enxertos cutâneos.

·         Efeito ligado à compressão - o aumento da pressão reduz o volume das bolhas nos casos de embolia gasosa e em acidentes de mergulho.

Aqui, seu animal de estimação é bem-vindo!

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Institucional

​Você sabia que as três Unidades do Hospital São Camilo de São Paulo permitem que os pacientes internados recebam a visita de seu animal de estimação?

Essa ação de humanização foi criada pensando em diminuir o impacto da internação prolongada, além de trazer benefícios ao paciente. Segundo Rita Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a prática ajuda a melhorar o humor, traz alegria ao paciente e o aproxima da família.

Como é feita a solicitação?

Primeiro o paciente deve solicitar a visita da equipe Psicossocial do Hospital, que dará andamento à liberação da visita de acordo com os protocolos institucionais. Para tanto, o  médico responsável pelo tratamento e a equipe multiprofissional serão consultados para avaliar cada caso e propiciar uma visita segura para o paciente e para seu pet.

Preparação

​Aprovada a liberação da visita do animal de estimação, tanto o pet quanto o paciente precisam ser preparados para que o encontro aconteça sem interferência na rotina de exames e medicações do paciente internado.

Confira algumas das visitas que promovemos junto dos nossos pacientes:

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Autor: Comunicação Corporativa Categoria: