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Novembro 2016

Homens sofrem mais do coração

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Dicas de Saúde, Saúde do Homem

​Embora a campanha Novembro Azul sirva para alertar os homens sobre a importância do exame de próstata acima dos 40 anos, é o coração que mais preocupa os médicos. 

Segundo o Cardiômetro – ferramenta desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Cardiologia –, a estimativa é que as doenças cardiovasculares levem à morte, no decorrer deste ano, cerca de 350 milbrasileiros, algo em torno de 29% de todos os óbitos.

Outro fato importante diz respeito à incidência, os homens sofrem infartos mais jovens do que as mulheres, cerca de dez anos antes. Isso acontece porque a mulher possui uma proteção hormonal, que só começa a baixar a partir da menopausa, normalmente por volta dos 50 anos.

“As chances de um homem na faixa etária dos 40 anos, ou até um pouco antes, vir a ter um evento coronariano mais grave, como o infarto do miocárdio, aumenta proporcionalmente quando existem fatores de risco associados, como hipertensão, diabetes, tabagismo, sedentarismo, ou ainda quando há histórico familiar importante”, explica o cardiologista no Hospital São Camilo, Humberto Freitas. 

Fatalidades

Entre as principais doenças cardíacas que levam ao óbito estão o infarto agudo do miocárdio, provocado pela falta de sangue e oxigênio no músculo cardíaco, devido à obstrução da artéria coronária; a doença vascular periférica, ocasionada pelo acúmulo de gordura com obstrução das artérias periféricas do corpo; e o acidente vascular cerebral, também em virtude do depósito de placas de gordura nos vasos sanguíneos cerebrais.

Prevenção

Além da prática diária de exercícios, que pode ser uma simples caminhada, desde que incorporada à rotina de vida do homem, o doutor Freitas recomenda o check-up anual. “Muitas vezes, a doença cardíaca não apresenta sintomas, o que faz com que se torne tão perigosa, por isso a importância da prevenção. 
Recomenda-se a consulta anual a partir dos 40 anos, ou antes se houver fatores de risco. Por meio dela, o médico irá medir a pressão arterial e solicitar exames de rotina, como eletrocardiograma, teste de esforço e a dosagem de exames laboratoriais, para verificar o nível de colesterol e as frações.” 

Sintomas do infarto

Dor aguda no peito
Alteração no eletrocardiograma
Alteração dasenzimas coronarianas

Check-up acima dos 40 anos

Eletrocardiograma
Exame de sangue
Teste ergométrico

Dieta

Pobre em sal
Pobre em gorduras
Preferência por alimentos frescos
Manter o peso estável
 

Você sabe o que é andropausa?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Dicas de Saúde, Saúde do Homem

A andropausa é o nome dado para a fase que marca a diminuição na produção de testosterona, hormônio masculino responsável por controlar a saúde e o bem-estar físico e mental, o desenvolvimento das características sexuais e as funções de reprodução do homem. 

Essa fase é conhecida pelos urologistas como Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM), mas o termo andropausa foi criado a partir de uma analogia à menopausa, período em que também ocorre a baixa dos hormônios femininos depois da interrupção fisiológica da menstruação.

Só que, ao contrário das mulheres, os homens não têm um acontecimento que marque essa transição e, por isso, é preciso ficar atento aos sintomas e procurar um médico sempre que apresentar cansaço, mudanças no humor e sono fácil.

Além disso, é possível que o homem sinta fraqueza óssea, que pode levar à osteoporose, diminuição do interesse sexual e aumento da gordura corporal que pode levar à obesidade e à elevação dos níveis de colesterol. 

Segundo o Dr. Adriano Pinto, urologista no Hospital São Camilo de São Paulo, acredita-se que 20% da população masculina sente o efeito da baixa de hormônio depois dos 50 anos, mas apenas uma parte procura um urologista para iniciar um tratamento. “Sintomas como os acima podem ser decorrentes da andropausa, mas também de outras doenças e, por isso, é muito importante procurar um médico para identificação correta”. 

E, assim como acontece com as mulheres, a reposição hormonal é o suficiente para corrigir o problema, mas ela só deve ser utilizada na falta de testosterona natural. “O uso indiscriminado pode trazer infertilidade ou aumento do numero de glóbulos vermelhos com predisposição à trombose ou alterações cardiovasculares”, completa Dr. Adriano.

Manter hábitos saudáveis, seguir uma dieta equilibrada e praticar exercícios já podem ajudar a evitar doenças associadas. 

Embora ainda não seja comum, o ideal para os homens seria, assim como as mulheres, fazer avaliações de rotina, de preferência logo após a primeira relação sexual, para identificar possíveis patologias futuras e evitar a evolução de doenças pré-existentes. Para isso, recomenda-se uma avaliação de check-up ou visita ao urologista anualmente. 

​Problema, normalmente relacionado ao aumento benigno da próstata, pode atingir até 70% da população masculina ao longo da vida
 
Novembro é mundialmente conhecido como o mês de prevenção e conscientização acerca do câncer de próstata. Somente no Brasil, a enfermidade deverá acometer mais de 60 mil homens em 2016. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), este é o segundo tipo de câncer mais comum entre o sexo masculino e representa 10% do total de casos diagnosticados mundialmente.
 
O mês temático também abre espaço para a discussão de outras questões ligadas à saúde do homem, como, por exemplo, as disfunções miccionais – grupo de problemas relacionados ao funcionamento do trato urinário inferior (a bexiga, uretra, próstata, músculos e nervos do assoalho pélvico), que se manifestam dificultando ou impossibilitando a capacidade de urinar ou conter a urina. A incidência destas disfunções é alta e parece estar em ascensão, especialmente em homens em processo de envelhecimento, acima dos 65 anos de idade.
 
Caio Cintra, urologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que os distúrbios da micção correspondem, atualmente, a uma parcela importante das queixas dentro dos consultórios de urologia. “É possível notar o aumento das reclamações acerca de incontinência urinária e problemas similares, indícios importantes da alteração funcional do trato urinário.”

Sintomas e tratamentos – Embora a maioria dos pacientes encarem esses problemas com normalidade, é importante ressaltar que são todos potencialmente controláveis via um tratamento adequado. “É importante lembrar que as alterações urinárias estão diretamente relacionadas com a qualidade de vida e, quando não levadas em consideração, podem proporcionar isolamento social, diminuição do rendimento e até mesmo depressão”, explica o urologista.

Os problemas miccionais podem acometer ambos os sexos e todas as idades. No caso dos homens, é possível afirmar que 70% apresentará algum tipo de distúrbio ao longo da vida. “Para o público masculino, os problemas normalmente vêm associados ao aumento benigno da próstata, comum durante o processo de envelhecimento. Hoje em dia, no entanto, outras condições de saúde, como distúrbios neurológicos, diabetes e alterações intestinais, podem estar relacionadas a esta incidência”, afirma.

Cuidado individualizado – Devido a este caráter multifatorial, as disfunções devem receber atenção e tratamento individualizado, direcionados às necessidades e expectativas de cada indivíduo. “Existem, atualmente, diversas modalidades de tratamento para as diferentes facetas destas condições, englobando uso de medicações, fisioterapia e tratamentos um pouco mais invasivos, como aplicação de botox e neuromodulação.”

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo conta com uma equipe especializada, composta por profissionais urologistas conhecidos nacionalmente. “Temos uma atuação marcante, tanto junto aos pacientes, quanto em congressos e debates da área. Nosso objetivo é oferecer o que existe de mais atual no tratamento dos distúrbios da micção”, finaliza o médico.
 
Fisioterapia e reabilitação – Pacientes diagnosticados com disfunções encontram na fisioterapia uma importante ferramenta de reabilitação e melhora da qualidade de vida. Quando o problema é a incontinência de esforço, por exemplo, a prática regular de exercícios pré-definidos e da eletroestimulação fortalecem a musculatura perineal. Em casos de incontinência de urgência, a eletroestimulação atua de maneira inibitória e fortalece a musculatura da bexiga.
 
Essa fisioterapia, intitulada uroginecológica, é considerada um tratamento coadjuvante e, em alguns casos, preventivo. Pode ter início a partir da indicação médica, associada à avaliação fisioterapêutica. Recomenda-se realizar a terapia entre duas e três vezes por semana e, nos intervalos, o paciente deverá dar continuidade em casa, por meio de exercícios orientados pelo fisioterapeuta no final de cada sessão.
 
A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo conta com fisioterapeutas especialistas na área de reabilitação uroginecológica, além de equipamentos de última geração para auxiliá-los durante as sessões, garantindo um atendimento eficaz.

​A insulina é um hormônio produzido no pâncreas e responsável por transportar a glicose para dentro das células, com a finalidade de gerar energia. Diabetes Mellitus é uma doença crônica caracterizada por hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) causada por falta absoluta ou relativa da insulina.

O diabetes se manifesta quando o organismo não consegue utilizar os nutrientes (derivados de carboidratos, proteínas e gorduras) da digestão dos alimentos para produzir energia e mover o corpo, ou para armazená-los em órgãos como fígado, músculos e células gordurosas.

Com o tempo, o excesso de glicose (hiperglicemia) pode causar dano nos vasos sanguíneos e nos nervos, além de ser responsável por complicações como ataque cardíaco, derrame cerebral, perda da função renal, problemas na visão, amputação de membros inferiores e lesões de difícil cicatrização.

Quando o diabetes é bem controlado, com medicações ou insulina, o risco de desenvolver complicações é menor. Por isso, é muito importante conhecer sua doença, controlar a taxa de glicose no sangue e montar um plano de ação a fim de minimizar tais complicações.

O Diabetes Mellitus (DM) é dividido basicamente em:

• DM tipo 1: existe uma destruição das células produtoras de insulina (células Beta do pâncreas) por mecanismo autoimune, que leva a uma deficiência absoluta de insulina. Nesse caso, é necessário suprir a falta de insulina por meio de injeções. Esse tipo de diabetes afeta geralmente crianças, adolescentes e indivíduos jovens, mas tem sido detectado também em adultos e, nesse caso, recebe o nome de LADA (latent diabetes of the young).

• DM tipo 2: o organismo produz insulina, mas ela não consegue agir de forma eficaz (deficiência relativa de insulina) por causa de uma resistência a sua ação. As principais causas de resistência à ação da insulina são a obesidade e a falta de atividade física. As pessoas com maior risco para desenvolver esse tipo de diabetes são: indivíduos com mais de 40 anos, com histórico familiar de diabetes, obesos, pessoas com problemas de colesterol e de coração e mulheres que tiveram diabetes gestacional.

• DM gestacional: alteração da glicose diagnosticada durante a gestação, relacionada à resistência provocada pelos hormônios produzidos pela placenta.

• Outros tipos de diabetes: resultam de condições específicas e de doenças relacionadas às funções exócrinas do pâncreas, cirurgias e infecções, ou podem ser induzidos por drogas como corticoides.

​Como você pode ajudar a controlar seu diabetes?

1. Procure manter uma atividade física frequente.

O exercício físico melhora a captação da glicose pelo músculo, potencializa a ação da insulina e, assim, ajuda a reduzir a glicemia (açúcar no sangue). Recomenda-se fazer atividade física por pelo menos 30 minutos, cinco dias da semana.

Algumas dicas de mudanças de hábito ajudam no controle, como usar escadas em vez de elevadores, parar o carro mais longe para fazer um percurso maior a pé, ir até um colega de trabalho para conversar em vez de usar o telefone etc.

2. Adote hábitos alimentares saudáveis.

• Coma devagar e mastigue bem os alimentos.

• Faça as refeições em ambiente calmo.

• Não pule refeições, respeite os horários determinados e evite longos períodos de jejum.

• Não vá ao supermercado com fome e sempre tenha em mãos sua lista de compras e possíveis substituições.

• Inicie o almoço e o jantar com um prato de salada.

• Prefira os laticínios desnatados (leite, iogurte, queijo fresco, cottage, ricota, requeijão light, cream cheese light).

• Evite frituras; substitua por preparações cozidas, grelhadas ou assadas.

• Prefira carnes magras (frango sem pele, peixe, carne vermelha sem gordura).

• Prefira alimentos ricos em fibras (verduras, frutas, pão integral, arroz integral, cereais integrais, aveia, semente de linhaça), pois ajudam a controlar a glicemia e aumentam a saciedade.

• Evite ingerir líquidos durante as refeições.

• Inclua peixe em suas refeições ao menos duas vezes por semana, preferencialmente grelhados, assados ou cozidos.

• Modere o consumo de alimentos refinados, como arroz, pão branco, massas, batata, farinhas, biscoitos etc.

• Evite bebidas alcoólicas.

• Consuma qualquer fruta, mas no máximo três a quatro porções ao dia; não abuse dos sucos naturais.

• Não consuma alimentos com açúcar; substitua o açúcar por adoçante artificial.

- ATENÇÃO: produtos dietéticos (diet), apesar de não conterem açúcar, podem conter gordura . Por isso, use com moderação.

• Varie os tipos de adoçantes dietéticos (aspartame, ciclamato, Stévia, sucralose, sacarina). Utilize adoçante à base de frutose com moderação. EVITE usar Mid sugar® ou açúcar light.

• Leia sempre os rótulos dos alimentos para ter certeza de que o alimento não contém açúcar.

• Consuma apenas bebidas diet ou zero açúcar. Os alimentos light podem conter açúcar. Por isso, leia sempre o rótulo.

3. Tome as medicações de forma correta.

O Diabetes Mellitus pode ser tratado com dieta e exercícios físicos, medicações orais e injeções de aplicação subcutânea, como insulina, e os novos medicamentos, como as incretinas. O importante é sempre mantê-lo bem controlado e a hemoglobina glicada dentro da meta proposta por sua equipe de saúde.

A hemoglobina glicada é um exame feito no laboratório e serve para avaliar como está o controle do diabetes nos últimos três meses. O ideal é que ela fique perto de 7%. Sempre separe suas medicações por horário, para facilitar seu controle e evitar esquecimentos.

4. Fique atento aos sinais de hipoglicemia.

Quando o açúcar no sangue cai abaixo de 70 mg/dL, o organismo lança mão de alguns sinais e sintomas para avisar que há alguma coisa errada, que podem ser tremor, sudorese fria, sensação de fome e batimentos cardíacos acelerados. Às vezes, a hipoglicemia pode ocorrer junto com a sensação de tontura, irritabilidade, sonolência, confusão mental e desmaios. Na presença de algum desses sintomas, procure fazer o exame da glicemia capilar, também conhecido como ponta de dedo ou dextro. Se a hipoglicemia for confirmada, tome meio copo de suco de laranja ou de refrigerante comum ou 1 colher de açúcar dissolvida em meio copo de água ou coma 3 balas de caramelo. Espere 10 minutos para que o açúcar seja absorvido e os sintomas melhorem.

5. Fique atento aos sinais de hiperglicemia.

Quando o valor da glicose no sangue aumenta muito, ou seja, atinge valores acima de 200 mg/dL, alguns sintomas podem aparecer, como sede intensa, volume urinário excessivo, sensação de fraqueza, tontura, mal-estar, respiração acelerada. Procure fazer o exame da glicemia capilar (ponta de dedo ou dextro) e, se a hiperglicemia for confirmada, siga as orientações de seu médico ou procure o serviço de saúde de emergência. Lembre-se de que, com o passar do tempo, o organismo se acostuma com os valores altos da glicemia e deixa de gerar sintomas, mas, mesmo sem sintomas, o açúcar alto no sangue causa dano nos vasos e nervos e trazem as tão temidas complicações do diabetes.

6. Cuide-se bem!

Siga as orientações da equipe de saúde que cuida de você. Tome suas medicações de forma correta e faça sempre exames para saber como está o controle de seu diabetes. Fique de olho em sua hemoglobina glicada!

Saúde do homem: prostatite

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Dicas de Saúde, Saúde do Homem

Quando falamos em doença da próstata é muito comum pensarmos imediatamente em câncer, mas você sabia que a prostatite é um mal comum que também pode atingir o órgão?

Dr. Adriano Pinto, Urologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo,  fala sobre os sintomas, diagnóstico, tratamento e esclarece as principais dúvidas sobre o assunto. 

O que é prostatite e como ela se desenvolve?
Prostatite é uma infecção e/ou inflamação da glândula prostática que se desenvolve a partir da entrada de bactérias pela uretra, que se alojam nos lobos da próstata. 

A prostatite pode ocorrer tanto no adolescente quanto no homem da terceira idade?
Sim, pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais frequente no homem adulto e no idoso.
 
Como identificar? Essa doença apresenta sintomas? Quais?
Comporta-se como uma infecção urinária, com dor e ardor ao urinar, urgência miccional, frequência urinaria aumentada, febre, urina com sangue no final da micção e dor perineal (região entre o escroto e o ânus). Nem todos os pacientes apresentam todos esses sintomas, por isso é importante procurar orientação médica ao notar qualquer uma dessas manifestações.
 
Como diferenciar a prostatite de um câncer de próstata?
O câncer é uma doença lenta e progressiva que no inicio não apresenta sintomas, diferente da prostatite que ocorrem em surtos e com sintomas muito evidentes.
 
Existe alguma relação entre a prostatite e o câncer de próstata?
Não ha relação entre ambas as doenças. Uma não leva à outra, embora possam existir concomitantemente na mesma glândula.
 
Como a doença é diagnosticada?
Basicamente com exames de urina e sangue que mostrem um quadro de infecção em atividade. O exame físico do paciente também pode mostrar alterações e, em casos especiais, a tomografia e a ressonância magnética também podem ser usadas para diagnóstico.
 
Como é feito o tratamento?
Com antibióticos e anti-inflamatórios, além de analgésicos. Na maioria dos casos o tratamento pode ser domiciliar, mas alguns casos necessitam de internação.

​Fazer consultas regulares com um médico é um passo fundamental para manter uma boa saúde. Medidas preventivas ajudam a detectar possíveis distúrbios que podem levar algum tempo para se manifestar, além de ampliar a possibilidade de um diagnóstico precoce, início rápido do tratamento e maiores chances de sucesso em caso de doenças pré-existentes.
 
Dr. Adriano Pinto, Diretor Clínico e Urologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, destaca a importância dos exames de rotina e preventivos em todas as faixas etárias: “Consultas regulares com o urologista e check-ups anuais são, sem dúvida, a melhor conduta para prevenir o surgimento de doenças e  ter um histórico de avaliações”.
 
Algumas doenças que podem atingir pacientes durante a infância e adolescência são diferentes das patologias que acometem o homem adulto e o da terceira idade. “Existem algumas malformações nos meninos que podem ser identificadas através de um simples exame de urina ou ultrassom”.
 
No caso dos jovens entre 15 e 30 anos é essencial estimular o autoexame testicular para detecção de câncer de testículo, muito comum nessa faixa etária. Na fase adulta, são solicitados exames gerais para avaliar o sistema cardiológico, hipertensão e o diabetes, além dos exames hormonais que analisam a atividade sexual e reprodutora do homem (veja a tabela com todos os exames AQUI).
 
“A partir daí, à medida que o homem envelhece, ele deve procurar estudar a presença de alterações prostáticas ou urinárias, pois a presença do câncer de próstata ou da bexiga passa a ser mais frequente, assim como as patologias cardiovasculares”, finaliza o urologista.

Inclua os exames de rotina em sua lista de cuidados e procure um médico sempre que notar alterações incomuns.

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: