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Novembro 2017

Você sabia que o Diabetes tipo 2 (doença crônica que afeta a forma como o corpo processa o açúcar do sangue), tem aumentando em crianças e adolescentes? A principal causa é mesmo a obesidade e os maus hábitos alimentares. De acordo com a dra. Raquel Resende Silva Furquim, endocrinologista da Rede de Hospitais São Camilo de SP, a ingestão de alimentos muito calóricos, bebidas açucaradas em excesso e doces, muitas vezes associada ao sedentarismo causam o Diabetes em crianças e adolescentes.

"O mecanismo fundamental para o desenvolvimento da doença é a resistência insulínica, que seria uma dificuldade na ação da insulina levando a níveis muitos elevados no sangue. É importante alertar que crianças obesas com diabetes podem apresentar alguns sinais de resistência insulínica, apresentando sintomas como o escurecimento das dobras do corpo como pescoço, axilas e virilhas", afirma a médica.  

Um dos problemas do Diabetes ou do pré-diabetes em crianças é que na maioria das vezes, a doença não apresenta sintomas. Porém quando a criança já está com a doença descompensada pode apresentar sintomas clássicos de hiperglicemia como sede intensa, aumento da vontade de urinar e mal estar geral. Nestes casos é fundamental procurar um especialista, que fará o diagnóstico correto e indicará o melhor tratamento. 

A endocrinologista do São Camilo explica que por meio de mudanças de hábitos é possível prevenir o Diabetes Tipo 2 em crianças. "Mudanças nos hábitos alimentares, como evitar o consumo exagerado de doces, bebidas açucaradas como refrigerantes, sucos prontos, doces, além de alimentos muitos gordurosos e com alto valor calórico ajudam na prevenção. É ainda necessário que as crianças sejam sempre estimuladas a praticar alguma atividade física de forma regular e evitem o ganho exagerado de peso", conclui.

Febre Amarela

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde, Curiosidades

O QUE É

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, com duração de no máximo 10 dias e de gravidade variável. O vírus da febre amarela é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A doença não é passada de pessoa a pessoa e a vacina é a principal forma de prevenção e controle da doença. A maioria das pessoas melhora após esses sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença. Cerca de 20% a 50% das pessoas que desenvolvem a doença grave correm risco de óbito.

SINTOMAS

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem:

  • - Início súbito de febre
  • - Calafrios
  • - Dor de cabeça intensa
  • - Dores nas costas
  • - Dores no corpo em geral
  • - Náuseas e vômitos
  • - Fadiga e fraqueza

   

EM CASOS GRAVES, A PESSOA PODE DESENVOLVER

Febre alta icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) hemorragia (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina) eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos

TRATAMENTO

O tratamento consiste em controlar os sintomas e prevenir complicações. É recomendado repouso, ingestão abundante de água, boa alimentação e reposição sanguínea, quando indicado. Não é aconselhável tomar remédio que contenha ácido acetilsalicílico. Após a cura, não há mais riscos de reinfecção.

VACINAÇÃO

A vacina contra a febre amarela é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. É contraindicada para gestantes, crianças com menos de 9 meses de idade, pessoas com o sistema imunológico debilitado e alérgicas a gema de ovo. Nesse caso, ao visitar áreas suscetíveis, é recomendado o uso de repelente, camiseta, calça comprida, meias e luvas.

*Pessoas com contraindicação devem procurar aconselhamento médico, pois, em alguns casos, a vacinação pode ser autorizada (com indicação médica).

Mitos e Verdades sobre o Glúten

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação, Dicas de Saúde

Em 10 de novembro é celebrado o Dia do Trigo, um dos cereais mais cultivados e consumidos em todo o mundo. O trigo é matéria prima para diversos produtos como a farinha, pães, massas, bolos entre outros. Importantes fontes de energia para os seres humanos. Nos últimos tempos seu consumo tem sido questionado por causa do glúten, proteína presente em sua composição, responsável por causar algumas intolerâncias e alergias. Para entender o tema, confira os MITOS e VERDADES sobre o glúten, esclarecidos pela nutricionista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, Marisa Resende Coutinho.

- Glúten é prejudicial à saúde

DEPENDE: O glúten pode fazer mal a alguns grupos de pessoas. Entre elas estão as celíacas, que possuem uma reação autoimune a proteína quando ela entra em contato com o intestino. Podendo causar fortes diarreias, danos ao intestino e desnutrição. Também há os intolerantes ao glúten. Este grupo não possui anticorpos presentes em celíacos, no entanto, possui sensibilidade para digeri-lo, podendo ficar alojado nas paredes do intestino. Em alguns casos a intolerância surge por excesso de consumo da proteína. Por último, há o grupo de alérgicos ao glúten ou ao trigo em si. Considerada uma alergia alimentar que ataca o sistema imunológico, ela causa reações respiratórias ou na pele, como por exemplo, rinite e urticária. É importante ressaltar que em todos os casos o diagnóstico é feito a partir de exames clínicos e análise médica. Pessoas que não estão dentro destes grupos não precisam cortar ou evitar a proteína.

- Alimentação sem glúten ajuda no emagrecimento

MITO: A retirada do glúten da dieta não influencia na perda de peso. Porém, muitos produtos industrializados que contém glúten, como pães, massas, torradas, bolachas, bolos, massas, possuem alto índice glicêmico. Ou seja, o emagrecimento pode acontecer por causa da diminuição de calorias ingeridas e não por causa da ausência da proteína.

- O glúten pode ter benefícios para a saúde

VERDADEIRO: O glúten não é fundamental para o organismo, mas age como qualquer proteína de origem vegetal, auxiliando nas funções celulares. Também ajuda a controlar a glicemia e as triglicérides. Influencia positivamente na absorção de vitaminas e minerais, melhora a flora intestinal e faz o sistema imunológico ficar mais forte. A forma mais saudável de ingestão da proteína é em alimentos integrais e ricos em fibras.

- Alimentos sem glúten são mais saudáveis

MITO: Nem sempre. O alimento pode ser livre de glúten e conter alta quantidade de açúcar e gordura. O que não é indicado para uma dieta balanceada.

- É possível substituir o glúten por outros alimentos

VERDADEIRO: A zeína, proteína presente no milho, pode substituir o glúten. Assim como a farinha de arroz, amêndoas, macadâmia, coco e amaranto.

 

 

 

 

 

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: