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Blog São Camilo

Dezembro 2015

Atenção com as crianças nas férias

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

​​​ Fraturas, ingestão de substâncias tóxicas ou de brinquedos estão entre os problemas mais comuns durante o recesso escolar; pais devem ter cuidado para evitar acidentes

Basta as escolas darem início às férias escolares para que os pais comecem a conviver com o dilema do que fazer com os filhos para que eles se distraiam e gastem muita energia.

No entanto, o que é motivo de alegria pode se tornar preocupação, pois é nesse período que aumenta o número de acidentes domésticos e fraturas.

“As fraturas do membro superior são as mais comuns, sendo as do antebraço, punho e cotovelos as prevalentes. Os acidentes com ingestão de substâncias tóxicas ou de brinquedos ocorrem mais com crianças entre 2 e 5 anos. Os pais devem ter atenção especial nessa época, período em que os filhos passam muito tempo dentro de casa e a curiosidadepode levar à ingestão de produtos de limpeza, por exemplo”, ressalta o ortopedista e traumatologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fernando Baldy dos Reis.

Diversão com cautela

Brincadeiras como andar de patins, skate e bicicleta, quando realizadas de forma inadvertida e sem acompanhamento dos responsáveis, pode levar a lesões graves. Segundo Baldy, também é preciso certo cuidado com as crianças nos parquinhos. “A ocorrência de acidentes domésticos é mais comum na idade pré-escolar. Por curiosidade, as crianças sobem em cadeiras e móveis para pegar objetos. Além disso, podem sofrer algum tipo de lesão pela queda de armários ou móveis ao tentarem subir em algo”, afirma o traumatologista.

Idade x problemas

2 a 5 anos

Os problemas mais comuns são pequenas quedas e contusões. Não se pode esquecer de ocorrências graves como atropelamento, além de ingestão inadvertida de brinquedos, substâncias tóxicas e até produtos de limpeza.

7 a 12 anos

Fraturas do membro superior são as mais frequentes; o tratamento pode variar de redução e imobilização feitas no ambulatório (pronto-socorro) até a necessidade de redução e fixação cirúrgica da fratura.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Como evitar a intoxicação alimentar no verão?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação

​ A intoxicação alimentar nada mais é do que um problema de saúde causado pela ingestão de água ou de alimentos contaminados por toxinas ou parasitas, como os fungos, vermes, vírus e bactérias. E é durante o verão que os quadros se agravam, principalmente porque as pessoas tiram férias, vão à praia e passam a consumir mais saladas, alimentos crus e a ingerir mais água – que nem sempre é potável.

Segundo a Dra. Maira Marzinotto, gastroenterologista na Rede São Camilo de São Paulo, qualquer alimento não cozido, como os peixes crus e as carnes malpassadas, leites e queijos não pasteurizados, verduras mal-lavadas, produtos mal-acondicionados e fora da validade podem causar intoxicação. “Esse problema normalmente se manifesta com sintomas digestivos, como náuseas, vômitos e diarreia e podem vir acompanhados de febre, mal-estar e dores abdominais”, completa.

O diagnóstico geralmente é feito após o relato de a pessoa ter comido alimentos crus ou malpassados, verduras cruas ou ter bebido água não potável. Dado o diagnóstico, o tratamento para os casos mais leves é feito com hidratação à base de isotônicos, água de coco e sucos. Já nos casos mais graves, podem ser indicadas medicações antiparasitárias ou antibióticas, além de hidratação por soro.

Os cuidados com a saúde não param por aí, já que durante o período de recuperação o paciente precisa manter uma dieta especial. “Eles devem ingerir muitos líquidos, fazer uma dieta leve, sem gorduras e com poucos alimentos fermentativos, como leite, grãos e massas, além de evitar a ingestão de verduras cruas, pelo menos até a recuperação total”, explica a gastroenterologista.

Para finalizar, Dra Maira recomenda que o paciente em tratamento tente comer sempre que possível em casa e evite ingerir bebidas alcoólicas e refrigerantes.

Fonte: Comunicação

Biologicamente, o melhor período para gerar um bebê é na faixa dos 20 e 30 anos, fase em que a mulher é mais fértil e que o corpo tende a responder melhor à gestação e à adaptação da maternidade. Mas isso não impossibilita a gravidez entre mulheres de 40 e 50 anos, principalmente porque quem opta em retardar o momento de ser mãe tem muito mais suporte para encarar uma gravidez a partir dos 35 anos já que, com o avanço da medicina, fatores que antes eram considerados impeditivos já não são mais.

Dar à luz uma criança deve ser uma escolha consciente, pois exige disposição física, tempo, estabilidade emocional e preparação psicológica para encarar a responsabilidade e curtir cada fase da gestação.

Para explicar melhor como a mulher encara a gravidez em cada uma dessas idades, conversamos com Rita Calegari, que é coordenadora psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. Para ela, em cada uma dessas fases a mulher tem vantagens e desvantagens específicas. Veja quais são:

Aos 20 - A mulher é jovem, tem muita energia e tende a se recuperar melhor do parto e das horas mal dormidas à noite. Como não teve tanto tempo de desenvolver uma carreira profissional, pode também ter maior disponibilidade de tempo ou preocupações menores com o estresse gerado por atividades relacionadas ao trabalho.

No entanto, essa incerteza com o trabalho e sustento poderá ser uma desvantagem - já que a mamãe poderá ser dependente de uma rede de apoio (pais ou marido/companheiro) e isso nem sempre é tranquilo para toda mulher (algumas se sentem desconfortáveis por depender financeiramente de alguém, o que pode afetar a autoestima).

Outra desvantagem é a imaturidade - com pouca experiência de vida, a mulher da faixa dos 20 ainda sofre com os próprios altos e baixos emocionais típicos do início da idade adulta e, o fato de se tornar responsável por outra vida pode ser estressante para algumas mulheres. Outro problema desta fase é que os relacionamentos ainda são jovens ou houve pouca experiência afetiva, tornando a vida a dois uma "tacada de sorte". Por fim, essa faixa etária é uma fase em que os jovens gostam de curtir, viajar e badalar - o que não combina com um bebê.

Aos 30 - Ter filhos nessa faixa etária pode ser bem equilibrado, já que a mulher teve mais tempo para estabelecer vínculos afetivos, experimentar relacionamentos, passear, viajar e estudar. A carreira profissional pode estar em ascensão, mas já melhor definida. O corpo é jovem o suficiente para dar conta das atribuições múltiplas da maternidade, mas mais maduro e estabilizado do que aos 20 - inclusive do ponto de vista emocional. Pode ocorrer alguma tensão relacionada ao momento de engravidar, como o receio de não conseguir, ou em razão das demandas profissionais, especialmente quando o cargo requer viagens constantes ou horários indefinidos. Também pode ser difícil para alguns casais conciliar os planos financeiros, como comprar uma casa ou trocar de carro, com as despesas de um filho.

Aos 40 - Com o avanço da medicina e a inserção da mulher no mercado de trabalho, a cada ano mais mulheres optam por engravidar aos 40. Nesta faixa etária, é comum que a carreira já esteja estabilizada e, normalmente, é nessa idade que algumas mulheres sentem o desejo de se dedicar a alguém.

Nem sempre essa maturidade emocional coincide com um relacionamento estável - é uma faixa onde muitos relacionamentos já se dissolveram e a mulher nem sempre tem o "cara certo" ou disposição para esse investimento a dois. Ou, ainda, o "cara certo" já tem filhos dos relacionamentos anteriores e lidar com o meu, o seu e o nosso pode exigir alguma resiliência.

Aos 50 - Ter filhos nessa faixa pode ser um "sopro" de renovação, a vida ganha outro movimento e a casa fica mais agitada. Nem sempre as mães dessa faixa etária têm disposição para o pique das crianças e pode apresentar alguns problemas de saúde típicos da idade e que podem dificultar o acompanhamento das travessuras de um bebê em desenvolvimento. Além disso, nessa faixa etária as mães costumam ser muito mais tolerantes com as crianças, o que pode gerar alguns problemas de disciplina infantil.

No entanto, por serem mais experientes, essas mães não se intimidam e se dedicam muito naquilo que estão dispostas.

Independente de qualquer fator, idade, vantagem ou desvantagem, ser mãe é um momento único na vida de uma mulher e requer atenção especial à saúde da mamãe e do bebê.

Fonte: Comunicação​ ​​

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: