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Fevereiro 2016

Prevenir é a chave contra o câncer

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

Pele, próstata, cólon e reto, pulmão, mama e estômago são os tipos mais frequentes da doença; hábitos de vida saudáveis ajudam na prevenção

No dia 4 de fevereiro foi comemorado o Dia Mundial do Câncer, cujo tema foi “Nós podemos. Eu posso”, com o objetivo de fazer com que cada vez mais pessoas falem sobre a doença e se previnam das mais variadas formas.

De acordo com o responsável pela equipe de Oncologia no Hospital São Camilo Pompeia, Elias Abdo Filho, os tipos de câncer mais comuns são pele, próstata, cólon e reto, pulmão, mama e estômago. “São mais frequentes devido à falta de prevenção e ao aumento do diagnóstico precoce em países desenvolvidos”, afirma o especialista.

Pessoas de pele branca e olhos claros, por exemplo, têm maior propensão de desenvolver o melanoma, tipo de câncer de pele. Para prevenir, além do filtro solar diário, é preciso ficar atento a manchas ou lesões elevadas que sangram e crescem rapidamente; nódulos na axila ou virilha.

O cigarro é o grande vilão para a ocorrência do câncer de pulmão. Além de parar de fumar, é preciso passar por exames clínicos a partir de 50 anos. “Em caso de necessidade, o médico pode recomendar uma tomografia de baixa densidade”, afirma Abdo Filho.

Com maior propensão em pessoas de pele amarela, o câncer de estômago pode ser detectado precocemente com a realização de uma endoscopia, a partir dos primeiros sintomas de gastrite.

O oncologista no São Camilo explica que o de cólon e reto pode acontecer devido à má alimentação, com excesso de alimentos condimentados e gordurosos. Nesse caso, o médico recomenda a realização de colonoscopia a partir de 50 anos e a cada três anos em caso de normalidade.

Em todos os tipos da doença é ideal procurar um médico a qualquer sinal de desconforto. O checkup anual pode ajudar. Os tratamentos dependem de cada diagnóstico, mas podem variar desde cirurgias, até radioterapia ou quimioterapia.

Para prevenir a doença nas mamas, a recomendação no Brasil é que mulheres entre 50 e 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos. Já a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o exame a partir dos 40 anos.

No caso do câncer de próstata, os homens devem fazer acompanhamento com o urologista a partir dos 45 anos.

Fonte: Comunicação

Desde 1846 a anestesia é considerada uma das maiores descobertas da medicina. Isso porque, desde então, é possível submeter os pacientes, até mesmo aqueles com quadros mais graves, a procedimentos mais complexos sem o risco de sentirem dor.

Segundo o Dr. Luiz Fernando dos Reis Falcão, sócio-diretor do Grupo de Anestesiologistas Associados Paulista (GAAP) responsável pelo serviço de anestesia das Unidades Santana e Ipiranga no Hospital São Camilo, o anestesista é um profissional altamente qualificado para cuidar da vida e da segurança do paciente durante todo o procedimento cirúrgico, desde a avaliação pré-anestésica até o acompanhamento pós-cirúrgico.

De acordo com a Resolução 1.802/2006 do Conselho Federal de Medicina, o paciente, ao ser encaminhado para um procedimento cirúrgico com anestesia, deve passar por uma avaliação pré-anestésica. Essa consulta é feita por um médico anestesista e tem como objetivo avaliar as condições clínicas do paciente, esclarecer dúvidas, recomendar preparos especiais, além de planejar a técnica mais adequada e segura visando reduzir o risco de complicações no procedimento cirúrgico.

Durante a cirurgia, todos os parâmetros vitais do paciente, como a pressão arterial, frequência cardíaca, ritmo do coração, quantidade de oxigênio no sangue e temperatura são monitorados pelo anestesista. Ao notar qualquer alteração, o profissional tomará todas as medidas para os parâmetros voltarem aos seus valores normais e preservar a segurança do paciente.

“Quando realizamos a anestesia geral, usamos, em média, de 10 a 15 medicações diferentes para fazê-lo dormir e garantir que não sinta dor e não se mexa. É por isso que conhecer as doenças ou as medicações de uso contínuo do paciente com antecedência é fundamental para assegurar que não hajam reações durante o procedimento”, acrescenta Dr. Falcão.

Dr. Falcão afirma que não há contraindicação no número de anestesias aplicadas a uma única pessoa no decorrer da vida, mas, a avaliação médica prévia é sempre indispensável: “Devido à existência da anestesia, hoje é possível realizar os mais complexos procedimentos cirúrgicos. Porém, como todo procedimento médico, existem complicações e riscos e por isso a importância da avaliação inicial”, conclui.

Saiba a diferença entre os principais tipos de anestesias

Sedação – Essa técnica é utilizada apenas em procedimentos indolores, como por exemplo, na ressonância magnética ou associada à anestesia local, uma vez que permite apenas que o paciente durma, podendo ainda sentir dor.

Anestesia geral – Esta técnica permite que qualquer tipo de procedimento cirúrgico seja realizado sem dor e sem movimento do paciente, sendo o estado completo de inconsciência.

Anestesia loco-regional – É a técnica de anestesiar apenas um nervo ou conjunto de nervos específicos do corpo. A anestesia é feita apenas na região que será operada e pode ser realizada na coluna, como raquianestesia e peridural, onde os membros inferiores são anestesiados, ou em um nervo específico do braço ou da perna. Esta técnica anestésica é muito útil para evitar a dor no pós-operatório, devido ao seu maior tempo de ação. 

Fonte: Comunicação

Durante todo o ano de 2016, as redes sociais do Hospital São Camilo de São Paulo trarão dicas de como poupar os recursos naturais tanto em casa como no trabalho.

As dicas, que também serão compartilhadas com todos os colaboradores da Rede, é uma ação de sustentabilidade ambiental, criada para mostrar que é possível combater o desperdício da água e da energia com pequenas mudanças no dia a dia.

Não é novidade que a água vem se tornando cada vez mais escassa e isso acontece porque ela já não é suficiente para atender as necessidades das grandes cidades. Além disso, no Brasil, mais de 90% da energia é produzida pelas hidrelétricas, ou seja, elas dependem da água nos reservatórios para gerar energia.

Por isso, o Hospital São Camilo tem a meta de informar e engajar o maior número de pessoas para que juntos seja possível fazer a diferença.

Entre nessa você também!

Fonte: Comunicação

Pacientes devem procurar o médico para verificar a necessidade de ajustar a medicação nesta época do ano

A partir da zero hora do dia 21 de fevereiro, os relógios devem ser atrasados em uma hora. Para alguns, esta é uma ótima notícia, pois significa uma hora a mais de sono. Para outros, nem tanto, pois o dia deixa de ser (ou parecer) mais longo. Independente da preferência de cada um, o fim do horário de verão impacta na rotina mais do que se imagina e pode até causar crise de hipertensão em pessoas predispostas.

“O nosso relógio biológico possui uma programação. Com a rotina, são definidos os horários em que acordamos, nos alimentamos e vamos dormir. Nas mudanças do horário de verão, seja no início, em que adiantamos uma hora, ou no final, com o atraso dos ponteiros, o organismo deixa de seguir essa programação naturalmente. Com isso, é natural sentir cansaço e dificuldades para dormir, raciocinar e se alimentar por cerca de três ou quatro dias”, explica a cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Aurélia Mussi.

O problema é quando o impacto do fim do horário de verão vai além disso. “Em pacientes hipertensos, a alteração na rotina gera um estresse no organismo que faz com que uma carga maior de adrenalina seja liberada. O resultado é uma crise de pressão alta nesta época do ano que pode, inclusive, iniciar semanas antes da data oficial pela ansiedade da mudança”, alerta a especialista.

Por isso, é preciso ficar atento aos sintomas, pois uma crise de hipertensão pode ter consequências muito graves. “Os principais sinais de pressão alta são dor de cabeça, dor na nuca, visão dupla e palpitações cardíacas. Ao senti-los, deve-se tomar o medicamento já receitado pelo médico e aguardar em repouso por uma hora. Caso a pressão não se estabilize, vá ao Pronto-Socorro. Se não tratada corretamente, a hipertensão pode causar acidente vascular cerebral (AVC), infarto, insuficiência cardíaca e desmaio”, alerta Aurélia.

Para prevenir os danos, a cardiologista recomenda consultas médicas periódicas, principalmente nas trocas de estações. “Embora não haja estudo científico sobre o assunto, a prática clínica mostra que 95% dos pacientes hipertensos têm crises nas alterações do horário de verão. Por isso, é preciso consultar o médico para verificar a necessidade de reajustar a medicação até que o organismo do paciente se adapte à nova rotina”, orienta.

Fonte: Assessoria de Imprensa


A Síndrome de Guillain-Barré é a uma doença de caráter autoimune e ocorre quando os anticorpos do paciente - que normalmente são liberados para atacar e neutralizar uma eventual invasão de micro-organismos ou partículas estranhas no organismo - desenvolvem uma reação cruzada onde, além de atacar os agentes invasores, atacam também seus próprios nervos.

Segundo Dr. Edson Issamu Yokoo, neurologista no Hospital São Camilo de São Paulo, essa síndrome se manifesta por uma paralisia flácida ascendente (que vai dos pés até a cabeça) e pela fraqueza motora e/ou déficit sensitivo que afetam os membros inferiores e superiores. Em alguns casos, a paralisia pode acometer nervos cranianos e nervos que controlam a atividade respiratória e neurovegetativa. Ela também pode ocorrer de outra forma mais rara, que se caracteriza pela paralisia do olhar e ataxia, que é a alteração do equilíbrio e da coordenação motora.

Guillian-Barré x zika vírus

Essa doença, que antes era considerada rara, vem assustando muitas pessoas, principalmente por sua possível relação com o zika vírus. Dr. Edson explica que os fatores de risco dessa síndrome correspondem à exposição do paciente às infecções, sejam elas virais ou bacterianas.

“De maneira geral, qualquer micro-organismo pode causar a reação cruzada dos anticorpos causando a síndrome, incluindo o zika vírus. Além disso, o aumento dos casos da doença coincide com as áreas de recentes epidemias do vírus zika, dengue e chikungunya e, portanto, considero que o zika vírus pode ser a causa desses novos e crescentes casos de Guillain-Barré”, complementa.                                                                    

Por isso, é importante ficar atento aos sintomas mais comuns da síndrome e procurar um médico assim que perceber a diminuição progressiva de força muscular precedida de algum tipo de infecção.

Diagnóstico

O diagnóstico é basicamente clínico e vai desde o exame físico até a entrevista com o paciente para estabelecer uma avaliação mais precisa. “Além disso, na fase inicial, é solicitado o exame do líquido cefalorraquidiano, também conhecido como líquor (capaz de diagnosticar patologias neurológicas através de punção lombar), de pesquisa infecciosa e sorológica e eletroneuromiografia (método usado na avaliação diagnóstica de doenças dos nervos periféricos, neurônios motores espinhais, músculos e junções neuromuscular), dependendo da intensidade e do tempo de manifestação do quadro”, completa Dr. Edson.

Tratamento

Como a doença é mediada por anticorpos, os tratamentos existentes para essa síndrome buscam a inibição ou a retirada deles por ultrafiltração.

Nos casos mais graves, que é quando há insuficiência respiratória e comprometimento dos nervos cranianos, o profissional pode indicar monitoramento em ambiente de Unidade de Terapia Intensiva.

Quando tratada adequadamente, o paciente apresenta grande chance de recuperação total dos sintomas, mas sem tratamento, a paralisia pode atingir as regiões superiores do corpo, causando inibição da capacidade de respirar, deglutir, falar, além de causar alteração da pressão e da frequência cardíaca.  

Fonte: Comunicação

Incidência da doença só é menor que mama, nas mulheres, e pele e próstata, nos homens

Embora o câncer de intestino seja um dos tipos mais comuns no Brasil, ainda pouco se fala sobre a doença. Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), a estimativa é que, em 2016, 17.620 mulheres e 16.660 homens sejam diagnosticados com o problema. Por ser uma enfermidade que não apresenta sintomas em estágio inicial, é preciso ficar atento: o risco de desenvolver a doença aumenta depois dos 40 anos. Pessoas com mais de 50 anos chegam a representar 90% dos casos de câncer de intestino.

“Com o desenvolvimento do tumor, alguns sintomas podem se manifestar, como mudanças no hábito intestinal (constipação ou diarreia), anemia, fraqueza, cólica abdominal, sensação de evacuação incompleta, sangramento pelo reto e emagrecimento repentino. Ao perceber essas alterações, é importante procurar um médico. Apenas um especialista poderá analisar os sinais e dar o diagnóstico correto”, orienta o oncologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Augusto Pereira.

Exames de colonoscopia e retossigmoidoscopia podem ser indicados para localizar o tumor no intestino e remover os pólipos (lesões que se assemelham a verrugas). O material retirado é enviado para biópsia, que vai analisar o tipo do tumor e o estágio da doença. “O estágio pode ser inicial (I ou II), com tumor restrito ao intestino; avançado (III), com acometimento dos linfonodos; ou metastático (IV), com lesões em outros órgãos”, explica.

O tratamento varia de acordo com o estágio da doença. “A cirurgia para retirada do tumor é a modalidade inicial de tratamento, nos estágios de I a III. Por meio de uma análise, é possível prever o risco da doença voltar e a necessidade de quimioterapia. Em paciente com metástases em outros órgãos, a quimioterapia é o tratamento de escolha. Se diagnosticado precocemente, o câncer de intestino apresenta uma chance de cura acima de 90%”, revela o especialista.

Após o tratamento, é preciso realizar acompanhamento médico a cada três ou seis meses, por até cinco anos. “Pacientes com histórico de câncer de intestino têm maior risco de desenvolver um segundo tumor. Por isso, devem realizar os exames de rastreamento conforme orientação médica e evitar fatores que possam aumentar o risco de câncer, como tabagismo, obesidade, sedentarismo, ingestão carnes vermelhas, alimentos processados e álcool”, alerta.

“Apesar de frequente, o número de casos de câncer de intestino vem diminuindo. Estatísticas mundiais mostraram a queda de 4% ao ano na incidência da doença de 2008 a 2011 e a diminuição de 35% na mortalidade de 1990 a 2007. As reduções da incidência e mortalidade foram possíveis devido ao rastreamento de pacientes sadios, detecção precoce da doença e inovações nas modalidades de tratamento. Porém, hábitos que contribuem com a boa saúde do intestino continuam a ser a melhor forma de prevenir o problema”, finaliza Pereira.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Muito se ouve falar sobre os benefícios da quimioterapia, radioterapia, cirurgia e até mesmo do transplante de medula óssea como grandes aliados ao tratamento de pacientes com câncer, mas algumas dúvidas ainda giram em torno desses procedimentos.

Para mostrar a diferença entre cada um deles e tirar algumas das dúvidas mais frequentes, entrevistamos o Dr. Augusto Pereira, oncologista no Hospital São Camilo de São Paulo. Confira.

Qual a diferença entre a quimioterapia e a radioterapia e para quais tipos de câncer elas são indicadas?

A Quimioterapia é o tratamento feito com uma medicação (ou uma combinação delas) que interfere no crescimento das células do câncer. É considerado um tratamento sistêmico, ou seja, age em todo o corpo do paciente e pode ser aplicado via endovenosa ou via oral.

Tratamento – A quimioterapia seleciona as células tumorais que estão em crescimento rápido, poupando as células saudáveis. Porém, algumas células normais do organismo também estão em crescimento rápido, como é o caso das do sangue, cabelo e intestino, e por isso podem ser atingidas pela quimioterapia, causando anemia, queda da imunidade, queda do cabelo, diarreia, náuseas e vômitos.

A quimioterapia pode ser dividida em três tipos:

- Neoadjuvante - Utilizada antes da cirurgia para permitir uma recessão mais conservadora, principalmente no câncer de mama;

- Adjuvante - Realizada após a cirurgia para reduzir o risco de recidiva da doença;

- Paliativa - Aplicada em doença metastática visando controlar o crescimento da doença, aliviar os sintomas e aumentar a sobrevida dos pacientes.

Duração – As aplicações de quimioterapia são realizadas mais comumente em ciclos de 2 a 3 semanas. No tratamento com intenção curativa, pode durar de 3 a 6 meses. Já no tratamento paliativo, ela pode ser aplicada por tempo indeterminado.

A Radioterapia é um tratamento que utiliza radiação de alta energia para danificar o DNA das células tumorais e induzir a morte celular. Esse tipo de tratamento requer um planejamento bem detalhado para aplicar uma alta dose na área onde está localizado o tumor, sem prejudicar as células saudáveis ao seu redor.

Tratamento – A radioterapia pode ser ministrada externamente ao corpo ou através de sementes radioativas injetadas próximo ao tumor.

Esses procedimentos podem ser utilizados com intenção curativa em casos de câncer de colo de útero, próstata, pulmão, orofaringe, nasofaringe e laringe e também como complementação de uma cirurgia para reduzir o risco de reaparecimento da doença.

Já nos casos metastáticos, que é quando as células cancerígenas já se espalharam para outros locais do corpo, a radioterapia pode ser utilizada para alívio da dor, sangramento local e falta de ar por obstrução das vias aéreas.

Duração – A radioterapia externa é aplicada diariamente e pode durar de 5 a 7 semanas durante o tratamento curativo e de 1 a 2 semanas durante o tratamento paliativo.

Curiosidade – Alguns quimioterápicos podem sensibilizar as células tumorais durante a radioterapia, aumentando a eficácia quando trabalhado de forma combinada. Essa combinação pode ser aplicada no tratamento curativo de câncer de colo de útero, pulmão, orofaringe, nasofaringe e laringe.

O Transplante de Medula Óssea é indicado para qual etapa do tratamento?

O Transplante de Medula Óssea é um tratamento que utiliza células precursoras do sangue para substituir a medula óssea doente ou para restaurar as células da medula que foram destruídas pela quimioterapia.   

Tratamento – O transplante pode ser feito de duas formas:

- Autólogo – É quando são usadas as células do próprio paciente. Esse tipo é utilizado para tratar doenças que necessitam de altas doses de quimioterapia.

- Alogênico – É quando o paciente possui uma doença em que a sua medula óssea precisa ser destruída e substituída. Neste caso o paciente recebe as células tronco de um doador saudável compatível. Esse tipo de tratamento é utilizado principalmente no tratamento de leucemias agudas, onde as células do doador ajudam a combater as células doentes do paciente.

Curiosidade – Os pacientes candidatos ao TMO devem apresentar boas condições clínicas, nutricionais e doenças controladas. Atualmente não existe idade limite para a realização do transplante.  

A cirurgia também pode ser considerada um tratamento para pacientes com câncer? Quando ela é indicada?

O tratamento cirúrgico pode ser realizado com finalidade curativa nos tumores em estágio inicial, como o câncer de mama, próstata, bexiga, pulmão, intestino, estômago, esôfago, cavidade oral, melanoma, tumores ginecológicos e sarcomas.

Tratamento – Existem casos em que a cirurgia curativa pode prejudicar a qualidade de vida do paciente e, por isso, indica-se a radioterapia curativa, como acontece com tumores de orofaringe e laringe.

Já o tratamento cirúrgico paliativo tem como finalidade controlar sintomas que prejudicam a qualidade de vida do paciente, como dor, sangramento, obstrução intestinal ou urinária. 

Fonte: Comunicação

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: