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Maio 2016

Feridas exigem tratamento múltiplo

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Institucional

​​​​Rede São Camilo inaugura Centro de Referência em Tratamento de Feridas e Cuidados com a Pele para cuidar de problemas que precisam de atenção de vários especialistas

Tratar feridas na pele pode ser muito mais complicado do que se pensa. Os cuidados exigem terapias com equipe multidisciplinar e, sem eles, alguns problemas podem levar a medidas mais drásticas, como a amputação do membro, no caso de ocorrência de úlceras do pé diabético que não cicatrizam.

Segundo o infectologista atuante no Serviço de Infectologia na Rede São Camilo, Ivan Silva Marinho, os problemas mais comuns são queimaduras; esmaga​mentos por conta de acidentes; úlceras de pressão (escaras) que aparecem em pacientes acamados; úlceras do pé diabético; entre outros.

Para tratar essas e outras doenças, a Rede São Camilo criou o Centro de Referência em Tratamento de Feridas e Cuidados com a Pele, que conta com equipe multidisciplinar composta por dermatologista, cirurgião vascular, cirurgião plástico, endócrino, infectologista, ortopedista, nutrólogo, pediatra, fisiatra, fisioterapeuta e estomaterapeuta.

“Feridas crônicas precisam de intervenção de múltiplos especialistas para que sejam tratadas de forma efetiva e em menor tempo. A úlcera do pé diabético, por exemplo, deve ser analisada em conjunto com o infectologista, que vai cuidar da infecção; endocrinologista, que vai controlar o diabetes; o vascular, para melhorar a circulação no local; o estomaterapeuta, que é especialista em curativos e assim por diante”, afirma Marinho.​

O novo Centro, cujo modelo de atendimento é conhecido internacionalmente como Treatment Option, dispõe ainda de todos os recursos diagnósticos como ultrassonografia, ultrassonografia com doppler, arteriografia, angiotomografia, tomografia e ressonância magnética.

Além disso, há ainda tratamentos como a câmara hiperbárica, terapia a laser, radiofrequência, reconstrução, enxertos, cirurgia plástica, revascularização de membros, entre outros. “A câmara hiperbárica, por exemplo, colabora na oxigenação dos tecidos. Oxigênio é vida e ajuda a resgatar as características fisiológicas da pele e fazer com que a cicatrização ocorra de forma mais rápida”, ressalta Marinho.​

Doenças tratadas no Centro de Feridas

• Úlceras crônicas

• Úlceras do pé diabético

• Úlceras neuropáticas

• Úlceras varicosas

• Osteomielites crônicas

(decorrente de fraturas expostas)

• Queimaduras

• Feridas cirúrgicas

• Esmagamentos devido a acidentes

• Traumas isquêmicos graves de alto impacto​

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O glaucoma é uma doença conhecida como a maior causa de cegueira irreversível no mundo ,que afeta o nervo óptico, responsável por levar as informações visuais recebidas do olho até o cérebro . A doença  é considerada silenciosa porque em grande parte dos casos não causa dor e nem alterações na visão, exceto nos casos mais avançados.

O  glaucoma crônico de ângulo aberto é o mais comum e se caracteriza pelo aumento da pressão ocular. Essa elevação acaba danificando o nervo óptico e causa perda do campo visual periférico ,ou seja, a pessoa começa a ter dificuldade para perceber objetos a sua volta.
Uma vez instalada e sem controle, a doença continua evoluindo e lesionando cada vez mais fibras nervosas oculares, podendo até mesmo atingir a visão central e levar à cegueira. Por isso, a Dra. Renata Rabelo Ferretti oftalmologista no Hospital São Camilo de São Paulo, indica que sejam feitos exames oftalmológicos regularmente, principalmente depois dos 40 anos de idade.
Outros tipos são o glaucoma de pressão normal ,também sem sintomas .e o de ângulo fechado agudo que causa vermelhidão ocular , dor ocular intensa e que pode ser acompanhada de náuseas e vômitos.
O glaucoma , geralmente é uma doença silenciosa e irreversível, por isso, é muito importante fazer um acompanhamento com o oftalmologista todos os anos, pois o diagnóstico precoce pode evitar o desenvolvimento da doença e até mesmo complicações mais graves", complementa Dra. Renata.

Ainda segundo a Dra. Renata, idosos, pessoas que tenham diabetes, hipertensão e parentes portadores do glaucoma precisam de atenção redobrada, pois esses são fatores de risco que podem ajudar no desenvolvimento da doença.
Como na maioria dos casos não apresenta sintoma, a única forma de descobrir a existência do glaucoma é fazendo os exames indicados pelo especialista no dia da consulta. Se detectado inicialmente, o tratamento pode ser feito com colírios, laser e com intervenção cirúrgica, onde o objetivo é controlar a pressão ocular e proteger os nervos ópticos, já que não é possível reverter as lesões nas fibras nervosas danificadas e, consequentemente, a perda da visão.

Para finalizar, Dra. Renata recomenda: "A melhor forma de prevenir essa doença é fazendo os exames necessários todos os anos, principalmente se você tem 40 anos ou mais e está dentro do grupo de risco". "

Dor de cabeça é comum, mas não é normal

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde

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​Com certeza você já teve um episódio de dor de cabeça alguma vez na vida. Ela pode ter durado pouco tempo, ter sido de leve intensidade, como também pode ter durado muito tempo e aparecido de forma constante.  

Estima-se que 93% dos homens e 99% das mulheres terão algum tipo de dor de cabeça ao longo da vida, segundo a revista médica Cephalalgia. E, de acordo com o Dr. Edson Issamu Yokoo, neurologista no Hospital São Camilo de São Paulo, por mais que seja muito comum, a cefaleia regular não é normal.

Estudos epidemiológicos internacionais indicam que ela é uma das principais causas de falta ao trabalho, responsável pela perda de quatro dias por ano, em média. E, segundo o Dr. Edson, só no Serviço de Neurologia do Hospital São Camilo Santana, 39% das consultasdiárias ao neurologista são associadas à cefaleia.  

Ainda de acordo com o neurologista, a dor de cabeça, também conhecida como cefaleia, ocorre devido a estímulos inadequados em determinados nervos de sensibilidade cranianos que, interagindo com áreas cerebrais específicas, são traduzidos em estímulos de dor.

Por isso, o especialista recomenda que, nesses casos, é preciso investigar as causas das dores, já que a automedicação pode agravar acefaleia: "A automedicação sempre agrava a dor de cabeça, pois existem estratégias e critérios de tratamento para cada tipo de manifestação, que não são seguidas nesta situação" complementa Dr. Edson.

A cefaleia deve ser investigada quando ocorrer em uma frequência regular ou quando acontecer de forma inédita, súbita, atípica e de forte intensidade, que não melhora com analgésicos. Ela também pode indicar algumas patologias, como o acidente vascular encefálico isquêmico ou hemorrágico e de hemorragias meníngeas e pode durar desde poucos minutos, até vários dias seguidos.

Existem diversos tipos de cefaleia, onde podem ser classificadas como primárias ou secundárias, que ocorre quando derivam de outras patologias cerebrais. "Não há exames para diagnosticar a verdadeira causa das cefaleias primárias. O diagnóstico é essencialmente clínico. Nas cefaleias secundárias, os exames de imagem, como a Tomografia de Crânio e a Ressonância Magnética, além do exame do líquor, são fundamentais para complementação do diagnóstico", finaliza Dr. Edson.

Abaixo, você encontra os fatores mais importantes que desencadeiam as enxaquecas:


1) Fatores ambientais: calor excessivo, climatização artificial excessiva, como o ar condicionado;
2) Inalar odores como perfumes, substâncias químicas como tintas e solventes, produtos de limpeza, como água sanitária; 
3) Atividade física; 
4) Fatores alimentares: jejum prolongado, ingestão de determinados alimentos como chocolates, queijos, vinhos, embutidos, temperos como ácido glutâmico e alimentos com conservantes; 
5) Alteração do ciclo sono: dormir muito, dormir pouco, permanecer longos períodos em vigília; 
6) Fatores hormonais: TMP ou utilização de alguns tipos de anticoncepcionais; 
7) Fatores emocionais: ansiedade, depressão, estresse; 
8) Uso excessivo de analgésicos.​​

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: