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Julho 2016

Pneumonia: sintomas, diagnóstico e tratamento

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Dicas de Saúde

Dr. José Ribamar Branco, Infectologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, respondeu algumas das principais dúvidas sobre a pneumonia. 

Confira a entrevista completa:

O que é pneumonia?

A pneumonia é uma reação inflamatória do pulmão causada por vários micro-organismos, como bactérias, vírus, fungos, substâncias inorgânicas e por reações alérgicas. Muitas vezes ela é provocada por causas desconhecidas ou por agentes nocivos inalados.

A forma mais comum é chamada de pneumonia da comunidade, uma infecção provocada por bactérias e contra a qual existe tratamento específico com antibióticos.

As pneumonias por fungos têm algumas características próprias porque estão restritas a um grupo de pacientes portadores de doenças prévias e, geralmente, com o sistema imunológico debilitado. 

Já as pneumonias bacterianas e virais, do ponto de vista médico e radiológico, comportam-se de forma muito semelhante. Como se sabe que os principais agentes são os Streptococcus pneumoniae, o microplasma, a clamídia e o Hemophilus, muitas vezes introduz-se o tratamento com antibióticos que cobrem todo esse espectro sem necessidade de identificar o agente causador.

A pneumonia é contagiosa? Ela pode ser transmitida com facilidade?

Não. As bactérias que causam a pneumonia estão presentes no ar e não são transmitidas com facilidade.

Quais são os sintomas?

Tosse, expectoração com secreção amarelada (uma ou outra vez com sangue), dor torácica, falta de ar e febre. Para caracterizar a doença, um ou vários desses sinais podem aparecer. Muitas vezes o idoso não apresenta os sintomas. Com o envelhecimento, existe uma menor capacidade do organismo de reagir às agressões.

Como é feito o diagnóstico e o tratamento?

O diagnóstico inicialmente é feito com base apenas no exame físico e na presença de sinais e sintomas compatíveis com a doença. Alguns exames complementares podem ser importantes para confirmar o diagnóstico e ajudar a definir o tratamento mais adequado para cada caso. Podemos utilizar alguns métodos de imagem, como raios X de tórax ou, quando necessário, tomografia computadorizada de tórax e exames de sangue.

Quando a internação é recomendada? Por quê?

A infecção muitas vezes causa uma piora no estado neurológico, com deterioração do quadro mental. Muitos pacientes precisam de hospitalização e alguns até mesmo de uma unidade de tratamento intensivo.


Existe alguma forma de prevenir a pneumonia? 

A gripe pode causar pneumonia e precisa ser tratada. A melhor prevenção é vacinar o idoso contra as pneumonias causadas por vírus e alguns tipos de bactérias a partir dos 60 anos. As pessoas idosas também precisam evitar o contato com quem estiver gripado e ter uma alimentação e hidratação adequadas.
Estão disponíveis as vacinas da gripe e a contra o pneumococo, o principal agente causador da pneumonia. Ela está indicada para pessoas com maior risco de adquirir a doença e de ter suas complicações: pessoas com doenças crônicas pulmonares, cardíacas, renais, diabéticas, residentes de asilos e pessoas com 65 anos ou mais.

Existe algum fator que facilite o aparecimento da pneumonia? 

Existem vários fatores, sendo o fumo o principal, porque ele causa uma reação inflamatória que facilita a entrada de outros agentes agressores no pulmão. Outro fator é o álcool, pois pessoas que bebem têm imunidade diminuída e uma diferente capacidade de coordenação do sistema respiratório. Outros fatores são a existência de doença pulmonar prévia e o comprometimento do sistema imunológico.

A pneumonia pode levar à morte? 

Sim, principalmente em pacientes com doenças crônicas e idosos. Em 2015, a pneumonia causou mais de 11 milhões de internações e 475 mil mortes no Brasil.​

Hospital São Camilo utiliza tecnologia para diagnóstico precoce e preciso

Considerado o terceiro tipo de câncer que mais atinge as mulheres no Brasil, o câncer de colo de útero é silencioso e causado pelo HPV (Papiloma Vírus Humano). O Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que mais de 5 mil mulheres morrem todos os anos por causa da patologia e a estimativa é de que sejam diagnosticados pelo menos 16 mil novos casos somente em 2016. De acordo com Cintia Pereira, ginecologista do Centro de Saúde da Mulher da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a prevenção é a principal arma para o combate da doença.

Conforme a doença avança, os principais sintomas são sangramento vaginal na relação sexual, ao pegar peso ou ao evacuar; dor e corrimento. “Infelizmente, por ser um câncer que progride de maneira silenciosa, os sintomas aparecem quando a doença já está num estágio avançado. No Centro de Saúde da Mulher, é utilizada uma tecnologia de rastreamento desta patologia, que inclui pesquisa com a citologia líquida, captura híbrida de HPV, colposcopia e vulvoscopia com biópsia nos casos suspeitos. Todos os procedimentos são feitos no mesmo ambulatório, garantindo o conforto da paciente, além de um diagnóstico mais preciso e precoce”, diz a especialista.

Todas as mulheres que têm ou já tiveram relação sexual devem fazer o exame preventivo anualmente, impendentemente da idade. Ainda de acordo com a ginecologista, quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura são de 100%. “Após o diagnóstico, o tratamento é multidisciplinar e pode envolver desde medicação adequada, cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Para cada caso, é estudada a melhor abordagem, podendo ser trabalhada junto com outras especialidades, como cardiologia, reumatologia, endocrinologia e psiquiatria”, explica Cintia.

Além do câncer de colo de útero, o Centro de Saúde da Mulher também realiza o diagnóstico e o tratamento para outros tipos de patologia, como câncer de mama e de ovário e miomatose uterina (tumores não cancerosos no útero que surgem na fase reprodutiva da mulher).

Serviço – Centro de Saúde da Mulher:

Desde junho de 2016, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo passou a contar com o Centro de Saúde da Mulher, dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames diagnósticos. O maior diferencial do espaço é atender todos os tipos de patologias ginecológicas em uma abordagem integral da saúde da mulher, desde a prevenção, diagnóstico e cirurgias de patologias benignas, até casos

como oncologia mamária e pélvica. Localizado na Unidade Santana da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o atendimento às pacientes é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h em pronto atendimento, com suporte 24 horas para emergências em ginecologia. O atendimento ambulatorial com horário marcado ocorre de segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 13h.

Estresse, má alimentação e sedentarismo causam um distúrbio na utilização da insulina pelo organismo, o que leva ao diabetes, hipertensão e colesterol alto

Muitas pessoas podem não reconhecer pelo nome, mas a síndrome metabólica faz parte da vida de milhões de brasileiros. Classificada como o mal do século, o problema afeta, principalmente, os moradores das grandes cidades. Isso porque é gerado pelo estresse, má alimentação e sedentarismo, típicos de uma rotina atribulada na metrópole. 

O resultado da falta de cuidados com a saúde é um distúrbio na utilização da insulina fabricada pelo organismo, o que leva ao diabetes, hipertensão e colesterol alto. Combinadas, as doenças aumentam em 2,5 vezes o risco de mortalidade por um problema cardiovascular, como acidente vascular cerebral e infarto, de acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Segundo especialistas, os sinais de alerta do desenvolvimento da doença são as alterações nos níveis de glicemia, colesterol, pressão arterial e gordura corporal.

Em jejum, a glicemia deve estar abaixo de 110mg/dL. O HDL, considerado o bom colesterol, precisa estar acima de 40 mg/dL em homens e ser superior a 50 mg/dL em mulheres, o mau colesterol, chamado LDL, deve estar abaixo de 150 mg/dL e a pressão arterial precisa ser mantida em 12 por 8. Além disso, a circunferência abdominal dos homens não deve ultrapassar os 102 centímetros e, das mulheres, 88.

A síndrome metabólica não tem cura, apenas controle. Por isso, para prevenir a doença, é importante manter uma alimentação saudável e ter uma vida ativa.

Centro de Saúde da Mulher

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Institucional, Saúde da Mulher

​​​​Rede São Camilo inaugura Centro para os cuidados da saúde da mulher

​A partir do mês de maio, a Rede São Camilo passou a contar com o Centro de Saúde da Mulher, dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames diagnósticos.

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O espaço físico foi estruturado com recepção, sala de espera individualizada e três consultórios para atendimento ginecológico com banheiros individuais, garantindo mais conforto e privacidade.
 
O Centro oferece serviço ambulatorial de ginecologia que vai desde a prevenção, diagnóstico e cirurgias de patologias benignas, até casos como oncologia mamária e pélvica.
 
O atendimento as pacientes é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h em pronto-atendimento, com suporte 24 horas para emergências em ginecologia. Já o atendimento ambulatorial com horário marcado  vai das 8h às 19h de segunda a sexta e aos sábados das 8h às 13h.
 
A responsável pela prestação e serviços é a Dra. Cintia Pereira, representante da empresa Gos Ginecologia e Obst. e Sexual LTDA. Dra. Cintia é responsável pelo serviço de ginecologia do Hospital São Camilo, pelo serviço de prevenção e diagnóstico de patologias do trato genital inferior e tratamento de DST, coleta de citologia cervicovaginal, (Papanicolau), pesquisa de HPV, biópsias e tratamento de patologias com cirurgias minimamente invasivas e de alta frequência, cirurgias ginecológicas de patologias benignas como miomas ou tumores ovarianos, correção cirúrgica de incontinência urinária de esforço e distopias genitais.

Com a volta da caxumba, muitas pessoas andam se questionando sobre os sintomas, a forma de contágio e como é feito o tratamento. Por isso, reunimos aqui algumas respostas para que você possa esclarecer todas suas dúvidas!
 
O que é a caxumba?
 
A caxumba é uma doença transmitida por um vírus que afeta a parótida, a maior das três glândulas salivares. Como temos um par de glândulas parótidas em cada lado do rosto, ela pode se instalar em apenas um lado ou nos dois, de uma só vez.
Mas fique tranquilo porque, quem já teve uma vez, já está automaticamente imune.
Ela é mais é mais frequente no inverno e no começo da primavera e acomete crianças em fase escolar (entre 5 e 9 anos) e adolescentes, mas adultos também podem ser contaminados, mesmo que já tenham sido vacinados, já que existe uma pequena taxa de falha primária da vacina. 

Como acontece o contágio?
 
O vírus é transmitido por meio das gotículas de saliva. Isso quer dizer que a pessoa contaminada pode passar o vírus enquanto conversa, tosse ou espirra.
 
Como identificar uma pessoa contaminada?
 
Não tem como saber, pois a pessoa acometida pelo vírus pode nem ter apresentado os primeiros sintomas e já estar transmitindo a caxumba. E ela permanece contagiosa até, normalmente, o nono dia com a doença.
 
Quais os sintomas?
 
Inchaço e dor nas glândulas salivares, que ficam localizadas embaixo da mandíbula, dor muscular e ao engolir, desânimo, cansaço, febre, mal-estar, dor de cabeça e náuseas.
 
Caxumba na vida adulta pode causar complicações?
 
Sim! Nos casos mais graves, a caxumba pode causar meningite asséptica, encefalite, pancreatite, tireoidite, mastite, surdez, aborto espontâneo no primeiro trimestre da gestação, orquite (inchaço e inflamação dos testículos), no caso dos homens, e, nas mulheres, ooforite (inchaço e inflamação dos ovários), que pode levar à esterilidade.
 
Como é feito o tratamento?
 
É recomendado que tanto crianças, quanto adolescentes e adultos fiquem de repouso e que tenham boa alimentação e hidratação. 
  
Como prevenir?
 
A prevenção da caxumba é feita somente com a vacinação, por meio da vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, e que é considerada altamente protetora. A primeira dose deve ser administrada aos doze meses de vida e o reforço deve ser feito entre os 15 meses e 2 anos da criança.
 Adultos que ainda não foram infectados e que não tomaram a vacina durante a infância e adolescência, devem procurar um posto de imunização e tomar as duas doses com um intervalo de um mês entre elas.

Fonte: Dr. Ivan Marinho, Infectologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP.

Desde 2006, o Hospital São Camilo de São Paulo oferece aos pacientes internados em suas três Unidades um médico hospitalista focado em prover uma assistência contínua e integrada às demais equipes assistenciais,  facilitando a tomada de decisões em relação aos procedimentos adotados, na realização de exames e na otimização dos cuidados do paciente assistido.

Mas você sabe como um médico dessa especialidade atua?

O médico hospitalista tem formação em clínica geral e trabalha em conjunto com os demais especialistas da Unidade de Internação, acompanhando o quadro de cada paciente de forma dedicada, presente e exclusiva.

Para Dr. Marcelo Sartori, Diretor de Práticas Assistenciais na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, essa técnica permite que todo o tratamento seja definido previamente, proporcionando a possibilidade de gerar previsibilidade para os pacientes, para a equipe multidisciplinar e para o Hospital.​

Para finalizar, o diretor de práticas assistenciais da instituição afirma que a integração com a equipe multidisciplinar, a continuidade do cuidado e a integração com os processos do Hospital são somente algumas das vantagens de trabalhar com uma equipe de hospitalista.

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