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Agosto 2016

O tabagismo é uma doença causada pela dependência à nicotina, uma droga bastante poderosa que atua no sistema nervoso central, assim como a cocaína, heroína e o álcool. Ela é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte evitável em todo o mundo, somando quase seis milhões de pessoas todos os anos. Delas, 600 mil são fumantes passivos, ou seja, pessoas que não fumam, mas que convivem com o fumante.
 
Dentre as doenças que poderiam ser evitadas estão o câncer de pulmão, boca, laringe, faringe, estômago, pâncreas, rim, colo de útero e bexiga, além das doenças cardiovasculares, também muito frequentes em fumantes.
 
Segundo Dr. Augusto Pereira, Oncologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, devido ao alto risco de doenças cardiovasculares, pulmonares e câncer, é recomendado que pacientes tabagistas façam check-ups anuais. Diferentemente da população não tabagista de baixo risco, onde a recomendação é a cada três anos.
 
“Pacientes com idade entre 55 e 80 anos, que fumaram pelo menos um maço por dia no período de 30 anos, devem fazer rastreamento anual de câncer de pulmão com tomografia computadorizada de tórax. Com esses cuidados, o risco de morte reduz em 20%”, complementa Dr. Augusto.
 
Ainda segundo o oncologista, a melhor maneira de controlar as doenças causadas pelo cigarro é parando de fumar e os benefícios da interrupção do tabagismo já são percebidos nos primeiros 20 minutos de abstinência.
 
Para finalizar, Dr. Augusto acrescenta: “Não existe um limite seguro para o consumo do tabaco porque, mesmo após o uso de um único cigarro, já é possível encontrar substâncias lesivas ao pulmão no ar exalado, como o peróxido de hidrogênio”.
 
Riscos
 
O risco de desenvolver doenças crônicas em consequência do uso prolongado do cigarro aumenta de acordo com a carga tabágica de cada pessoa. Ou seja, quem começa a fumar com idade mais precoce, terá maior carga tabágica e maiores riscos. O mesmo vale para quem fuma muitos cigarros por dia.
 
Você sabia que um fumante tem...
10 vezes mais chance ter câncer de pulmão
5 vezes mais chance de ter enfisema pulmonar
5 vezes mais chance de sofrer de bronquite crônica
5 vezes mais chance de sofrer um infarto
2 vezes mais chance de sofrer derrame cerebral
 
Fumante passivo
 
O fumante passivo, mesmo quando exposto ao cigarro por pouco tempo, pode ter reações alérgicas das vias aéreas, como a rinite, conjuntivite, tosse e também agravamento da asma.  Aqueles expostos por longo período de tempo podem desenvolver as mesmas doenças dos fumantes ativos, como o infarto do miocárdio, AVC (Acidente Vascular Cerebral), doença pulmonar crônica e câncer.
 
Parando de fumar
 
Escolher uma data para parar de fumar – Este é o primeiro passo para quem quer se livrar do vício.
Praticar atividades físicas – Este hábito diminui o estresse e promove maior preocupação com a saúde.
Quebrar os estímulos relacionados ao fumo – Nesse caso, o ideal é restringir o uso de café e de bebidas alcoólicas, desfazer-se de isqueiros e evitar situações de estresse e ambientes que estimulem o cigarro.
Adotar estratégias para controlar a vontade de fumar - Beber água, chupar balas e mascar chiclete também ajudam.
 
Se ainda assim estiver difícil parar de fumar sozinho, o ideal é procurar centros de tratamento especializado.
 
Tratamento
 
O tratamento de tabagismo dura em média 12 semanas. Por causa dos sintomas da abstinência, o risco de recaída no primeiro ano é muito alto, por isso, quanto mais tempo a pessoa ficar sem fumar, maior a chance dele se libertar do vício.
 
Lado positivo
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A qualidade de vida do tabagista melhora muito ao parar de fumar e os primeiros benefícios já podem ser vistos 20 minutos depois:
 
20 minutos depois – A pressão sanguínea se normaliza
2 horas depois – A nicotina já não circula mais no sangue
8 horas depois – O nível de oxigênio no sangue volta ao normal
2 dias depois – O olfato já percebe mais os cheiros  
3 semanas depois – A circulação sanguínea melhora
10 anos depois – O risco de sofrer um infarto do coração será igual ao de quem nunca fumou e o risco de desenvolver câncer de pulmão cai pela metade.
 
Quanto mais cedo a pessoa conseguir parar com o vício, principalmente antes dos 40 anos, menor será o risco de morrer por doenças relacionadas ao cigarro. Mesmo aqueles que já têm mais de 80 anos apresentam redução na mortalidade ao parar de fumar. 

Bom para o corpo e a mente

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades, Saúde da Mulher, Saúde do Homem

​Praticar exercícios físicos ajuda na prevenção de doenças como as cardiovasculares e a osteoporose, além de adiar o envelhecimento muscular

A prática diária de exercícios é altamente recomendada e traz inúmeros benefícios quando corretamente realizada. O ideal é conciliar atividades aeróbicas e anaeróbicas, segundo os especialistas. A primeira, que pode ser uma caminhada forte, ciclismo, corrida, natação, entre outros, diminui o risco de acidentes cardiovasculares, como infarto, isquemia cardíaca e AVC. Já a segunda, que é a musculação, ajuda a evitar osteoporose, fadiga muscular, colabora na perda de peso, além de melhorar a disposição geral em pessoas com idade avançada, pois combate o envelhecimento da musculatura.

Recomendação

Para quem deseja começar ou voltar a praticar esporte, o médico ortopedista e especialista em medicina esportiva no Hospital São Camilo, Leandro Gregorut Lima, faz uma recomendação importante. “Existem dois tipos de paciente-atleta: aquele que nunca praticou atividade física, e que resolve começar de uma hora para outra, e aquele que já é praticante, mas está parado por um tempo por algum motivo. Em ambos os casos, antes de iniciar qualquer atividade física, é recomendado passar por uma consulta médica, que pode ser com um cardiologista, clínico geral ou médico do esporte, para que sejam realizados exames de sangue, eletrocardiograma e, dependendo da idade, ecocardiograma e teste de esteira.”

Feita a triagem inicial e constatando-se que não existe problema grave a ser tratado, a pessoa é liberada para começar a exercitar-se, diz o médico. Caso seja detectada alguma irregularidade nos exames, será necessário tratar o problema antes ou concomitantemente à pratica do exercício.

Outro ponto de atenção, segundo Gregorut, é seguir à risca a fase de adaptação, que deve durar de duas a seis semanas para os iniciantes. “Mais da metade das pessoas que começam a prática esportiva abandona o treinamento nos três primeiros meses por dores musculares, lesões nas articulações ou mesmo por cansaço. Isso acontece porque, em muitos casos, a pessoa, principalmente a sedentária, acaba se empolgando e forçando demais a musculatura”, diz.

Apoio profissional

Ter acompanhamento profissional durante a realização do exercício faz toda a diferença e pode tornar até 30% mais eficiente o treinamento. “Ao contrário do que muitos imaginam (e praticam), exercícios como os de musculação, correr, nadar, entre outras modalidades, requerem atenção e muito cuidado na execução dos movimentos. Não é só chegar no aparelho e levantar o peso ou fazer o movimento, a pessoa precisa ter noção de propriocepção, que é a capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. Se o indivíduo não tem equilíbrio bom, por exemplo, tem que treinar essa habilidade acompanhado de um professor. Isso tornará a atividade física muito mais eficaz e segura”, finaliza o doutor Gregorut.

Lesões mais comuns em atletas amadores

• Distensões musculares
• Lombalgias e dorsalgias (dores nas costas)
• Entorses de tornozelos e joelhos
• Distensões nos ombros

Asma: o mal do inverno

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Dicas de Saúde, Saúde da Mulher, Saúde do Homem

Doença inflamatória afeta 20 milhões de brasileiros; veja dicas para evitar o problema respiratório nos dias frios
 
São Paulo, agosto de 2016 – Enquanto para algumas pessoas o inverno é considerado a estação mais charmosa do ano, para outros, ele é sinônimo de crises de falta de ar e noites mal dormidas. Quem se encaixa neste perfil pode ser portador da asma, que já afeta cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, sendo 20 milhões somente no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

O infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Jean Gorinchteyn, explica que a asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas e que os mais afetados são crianças, idosos e fumantes. “Durante o inverno, a umidade relativa do ar tende a baixar, o que colabora para o surgimento dos problemas respiratórios. Além da asma, outras doenças comuns nesta época do ano são as famosas ‘ites’, como bronquite, rinite e sinusite, que são oriundas das narinas ressecadas”, afirma.

O infectologista diz ainda que um terço das pessoas com asma corre o risco de ataque fatal, porque quem possui problemas pulmonares como a asma, pode sobrecarregar o coração. E se, eventualmente, forem pessoas com outras patologias (pressão alta, placas de gordura nas artérias, etc.) podem correr o risco de infarto agudo do miocárdio. O Boletim Epidemiológico de 2016, divulgado pelo Ministério da Saúde, afirmou que a asma foi responsável por 38% das internações hospitalares por doenças respiratórias crônicas, ocorridas entre os anos de 2003 e 2013.

A asma ocorre por conta de um desconforto respiratório e dificuldade de respirar. “A primeira grande manifestação é a falta de ar. E ao mesmo tempo, pode ocorrer um chiado no peito. Além disso, o frio também colabora para o aumento da pressão arterial, o que eleva o risco de infarto”, afirma. O médico orienta que ao apresentar o primeiro sinal, a pessoa precisa procurar um Pronto Socorro. “No Hospital São Camilo, por exemplo, a equipe está altamente qualificada para diagnosticar rapidamente e iniciar a melhor abordagem com medicações específicas, se necessário”, conta.

Dicas para evitar a asma durante o inverno:

·         Evitar aglomerações;
·         Manter a hidratação;
·         Fazer lavagem frequente do nariz para não permitir o ressecamento;
·         Manter a casa limpa e livre de poeira;
·         Para os fumantes, evitar/diminuir o uso do cigarro;
·         Para quem possui histórico de asma, fazer o uso correto das medicações.

Serviço – Pronto Socorro | Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo:
As três unidades da Rede possuem Pronto Socorro para adultos, estruturados e equipados para atender, 24 horas por dia, casos de urgência e emergência nas diversas áreas médicas, como clínica geral, cardiologia, cirurgia geral e ortopedia. As equipes do Pronto Socorro são formadas por médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem formados pelas melhores escolas do país. O atendimento é realizado de acordo com protocolos médicos e assistenciais gerenciados e as unidades seguem o modelo de classificação de risco de urgência e emergência, o que possibilita tratar com agilidade e rapidez os casos em que o tempo é um fator determinante na conduta a ser adotada. Além disso, as unidades mantêm plantão permanente da equipe de Neurologia no PS, o que permite realizar com rapidez os atendimentos de emergências neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC) e traumatismos cranianos.

Especialista do Hospital São Camilo indica exames preventivos e tratamento endovascular minimamente invasivo

O Aneurisma de Artéria Aorta Abdominal (AAA) é uma doença potencialmente fatal. De acordo com José Augusto, cirurgião vascular da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a doença é silenciosa e, quando se manifesta, a chance de levar ao óbito é de 95%. No entanto, é uma patologia facilmente detectável em exames preventivos, apresentando resultados excelentes de tratamento.

O AAA é uma dilatação anormal da artéria aorta na altura do abdômen e que pode causar ruptura, resultando em hemorragia interna, estado de choque e morte. “Na maioria das vezes, o diagnóstico é feito ao investigar outros tipos de patologistas. Portanto, realizar exames preventivos (check-up) é de extrema importância para detectar o aneurisma precocemente. Quando tratado corretamente, a chance de sucesso é de 97% (apenas 3% de risco de complicação)”, explica. E o diagnóstico é simples e rápido: apenas um ultrassom de abdômen já pode detectar o aneurisma.

O médico explica ainda que o tamanho, a localização e o estado de saúde do paciente determinam o tipo de tratamento. Quando ele tem de 2 a 5 cm de diâmetro, o ideal é monitorar com check-ups periódicos. “Se o aneurisma estiver crescendo rapidamente ou tiver ultrapassado os 5 cm, na maioria dos casos a melhor opção é o Tratamento Endovascular, um método cirúrgico novo e minimamente invasivo. No Hospital São Camilo temos uma equipe extremamente capacitada para realizar esse procedimento, o que torna a recuperação do paciente muito mais rápida”, acrescenta.

Um dos fatores do AAA é a hipertensão, que nos dias frios tende a se descontrolar com maior facilidade. “O frio faz com que os vasos sanguíneos ‘se contraiam’ para conservar o calor do corpo, aumentando a pressão arterial”, explica. Além do check up preventivo, o médico orienta que para evitar a doença, é preciso adotar uma alimentação balanceada, evitar o excesso de peso, não fumar e praticar atividade física regularmente. Por ser silenciosa, a doença geralmente não apresenta sintomas. Porém, o médico alerta que, dependendo do estágio da doença, a dor pode ser um sinal, aparecendo em regiões como abdômen, costas e peito.

Principais fatores de risco do AAA:

* Idade acima de 65 anos;

* Sexo masculino;

* Histórico familiar;

* Tabagismo;

* Doença cardíaca;

* Obesidade;

* Diabetes;

* Hipertensão;

* Alimentação inadequada.

Conheça os principais problemas que afetam atletas profissionais e amadores de diferentes modalidades

No clima de Jogos Olímpicos, muitas pessoas se motivam a praticar um esporte, já que a atividade física sempre é bem-vinda e previne uma série de doenças. Mas é preciso tomar cuidados. “O primeiro passo é procurar o especialista adequado antes de praticar um esporte, para que lesões sejam evitadas e para que o exercício seja melhor aproveitado”, orienta Leandro Gregorut, ortopedista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. 

Gregorut, que foi médico da Seleção Brasileira Feminina de Handebol nos Jogos de Londres, em 2012, explica ainda que mesmo quando o atleta está bem preparado fisicamente e com técnica apurada, ele está sujeito a se lesionar. “Portanto, tanto atletas profissionais, quanto amadores, devem saber sobre as lesões mais comuns e se preparar para que sejam evitadas”, afirma.  

Abaixo, o ortopedista explica as lesões mais comuns de algumas modalidades Olímpicas:

Atletismo: “Quando falamos de atletismo, quase sempre pensamos em categorias que envolvem corrida, tais como as provas de velocidade ou as provas de longa distância. Acabamos nos esquecendo do resto, como arremesso de disco, martelo, peso, pentatlo moderno, salto em altura e com vara. De uma maneira geral, as lesões mais comuns no atletismo são as lesões musculares, tais como as distensões e as rupturas musculares devido à grande intensidade em esforço, velocidade e volume que os músculos são utilizados para realizar a qualquer tipo de prova. Entorses de tornozelo e joelho vêm em seguida, mas são bem menos prevalentes”.

Futebol: “A lesão mais frequente é a distensão muscular, seguida por entorse de tornozelo. No entanto, elas não são as mais incapacitantes, pois são lesões de pouca gravidade que, com alguns dias ou semanas de tratamento fisioterápico, podem colocar o jogador de novo na ativa. Entorse de joelho com ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) e lesões dos meniscos associadas são as lesões incapacitantes mais comuns no futebol, pois são de tratamento cirúrgico e o atleta pode voltar aos treinos somente seis meses após a cirurgia”.

Ginástica Rítmica/Artística: “Nesta modalidade esportiva, as distensões musculares também são as mais prevalentes, em conjunto com as entorses de tornozelo, punho e joelho. Mas existem algumas lesões específicas para cada modalidade: Argolas – lesões no ombro; Cavalo – distensão muscular; Barras Paralelas e Assimétricas – traumas e fraturas por queda ao solo, sendo os traumas cervicais os mais temidos”.

Handebol: “As lesões nos dedos devido aos bloqueios dos arremessos e ao tipo de marcação realizada são as lesões mais prevalentes. Em seguida, são as entorses de tornozelo, joelho e lesões no ombro, devido à grande potência dos arremessos”.

Natação: “As lesões nos ombros são as mais incapacitantes. No entanto, as mais prevalentes são as dores nas costas, tais como lombalgia e dorsalgia”.

Tênis: “As lesões nos ombros e as entorses de tornozelos e joelhos são as lesões típicas desse esporte. Os ombros são afetados devido ao grande esforço necessário à partida e os joelhos e tornozelos devido a grande intensidade de mudança de direção e velocidade que os atletas desenvolvem. É muito comum também dores nas costas e as famosas epicondilites (inflamações nos cotovelos) devido ao volume de treinos e jogos”.

Voleibol: “As entorses de tornozelos, joelhos e lesões nos ombros são as mais prevalentes do vôlei. Os dois primeiros devido aos atletas pularem no bloqueio e caírem em cima dos pés de seus companheiros, desequilibrando-se e lesionando-se. As lesões nos ombros ocorrem devido à grande velocidade exigida para fazer um saque ou dar uma cortada”.

Boxe: “As contusões no punho e face são as lesões mais prevalentes a curto prazo. A longo prazo, as lesões cerebrais devido aos constantes impactos na cabeça podem aparecer”.

Leandro Gregorut – CRM/SP 104.351:
Ortopedista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o profissional foi médico da Seleção Brasileira Feminina de Handebol quando a equipe conquistou o Campeonato Mundial de Handebol Feminino em 2013, na Sérvia; e também durante as Olimpíadas de Londres, em 2012. Graduado pela Faculdade de Medicina da USP, possui especialização em Cirurgia de Ombro e Cotovelo e em Medicina Esportiva. Além disso, é membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo, da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva e do The American College of Sports Medicine.

Jogar videogame estimula áreas importantes do cérebro

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Curiosidades

Especialista relaciona jogos a desenvolvimento mental, social, analítica e cognitiva da criança, adolescente e adulto

Capturar monstrinhos pelo smartphone virou mania nacional desde que um novo jogo em realidade aumentada foi lançado aqui no Brasil. E o que muita gente quer saber é se, além da diversão, esse tipo de jogo também pode trazer benefícios à vida social dos jovens, já que o novo game incentiva a interação social e a competitividade entre os jogadores.

Pensando nisso, convidamos a Rita Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais de São Camilo de São Paulo, para conversar mais sobre o assunto e para descobrir os pontos positivos dessa nova mania que tem dado o que falar.

Rita defende que tanto os jogos de tabuleiro, quanto os em grupo, inclusive os de videogame, são muito positivos para o desenvolvimento das crianças e também dos adultos, pois além de serem usados como forma de entretenimento e diversão, eles ajudam a acabar com o estresse, a socializar e a conhecer novas pessoas, já que esse universo se estende aos livros, gibis e a encontros presenciais, como em eventos nacionais e internacionais.

"O que confunde as pessoas sobre esses benefícios é que se uma pessoa jogar o dia inteiro, o efeito não será positivo. Sendo assim, para estimular o desenvolvimento cognitivo, é preciso de outros estímulos, como ter uma boa alimentação, praticar atividade física, ler, ter interação social e ouvir música", declara.

Por essa razão, Rita recomenda que as pessoas fiquem atentas ao tempo em que elas se dedicam a essa atividade: "É preciso monitorar e ajustar as atividades do dia a dia, alternando momentos de trabalho, estudos, atividades físicas e os momentos de descanso", finaliza.

Para não ter mais dúvidas, a especialista cita algumas dicas:

· Quando a dedicação aos jogos excede o saudável, outras esferas da vida vão sofrer naturalmente, como o sobrepeso, isolamento social, irritabilidade e afastamento social;

· No caso dos jogos em smartphones, a atenção deve ser redobrada, principalmente para os jogadores não se distraírem e acabarem caindo ou então se machucando por falta de atenção. Nesse caso, o problema não é o jogo e, sim, o uso inadequado do aplicativo. 

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Hospital São Camilo oferece amplo serviço de check-up, que permite identificar eventuais doenças e fatores de risco

Uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization) afirmou que uma a cada seis pessoas no mundo terá um Acidente Vascular Cerebral (AVC) durante a sua vida. O número alarmante é reforçado também pelo Ministério da Saúde, que aponta que a cada cinco minutos, um brasileiro morre após sofrer AVC, contabilizando mais de 100 mil mortes por ano. De acordo com Edson Issamu, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o check-up é a maneira mais eficaz de prevenir essa e outras doenças. 

O neurologista explica que os principais sinais do AVC são paralisia súbita de um ou mais membros, alteração da fala, dor de cabeça não habitual, dormência no rosto ou em um lado do corpo, perda de visão, falta de equilíbrio e, em alguns casos, há perda de consciência.  “Para evitar o AVC, é preciso realizar o check-up, que pode ajudar identificando fatores de riscos como diabetes, hipertensão arterial e alteração no colesterol, que são indicativos de que os vasos sanguíneos poderão sofrer obstruções ou rompimentos, causando o acidente vascular cerebral”, diz.   
Ainda de acordo com o neurologista, o check-up pode ser realizado por todos, independentemente da idade. “No caso do AVC, é mais prevalente em pessoas acima de 60 anos, mas é cada vez mais comum que ocorra com os mais jovens. Portanto, os exames preventivos, a prática de atividade física e uma boa alimentação são as principais dicas para evitar essa doença”. 

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, por meio de sua equipe especializada, estabelece avaliações com o intuito de identificar doenças e seus possíveis fatores de risco, baseados em dados clínicos e análises de exames. “São pesquisadas as doenças frequentes e clinicamente importantes com impacto na saúde e na qualidade de vida, como tumores, doenças cardiovasculares, metabólicas e infecciosas. Para isso, o serviço conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, ginecologista, mastologista, urologista, cirurgião do aparelho digestivo, proctologista, neurologista, entre outros”, complementa o especialista.

Dicas para o Check-up

* Traga seus exames anteriores para serem avaliados. Mulheres deverão trazer mamografias e ultrassonografias de mamas anteriores;
* Informe sempre para o clínico do check-up o nome e contato do seu médico.

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: