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COVID-19 - Saiba o que é e tire suas dúvidas sobre o novo coronavírus

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​​​​​​​​​​​​​​​Com a confirmação do status de pandemia do novo coronavírus (COVID-19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil se organiza dia após dia para prestar assistência à população com suspeita e confirmação da doença.

Para atender os pacientes que apresentam sinais e sintomas compatíveis com a infecção pelo novo coronavírus, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo organizou um consistente plano de contingência.

As medidas da Instituição incluem espaço exclusivo para internação de portadores do COVID-19 no Anexo da Unidade Pompeia com 92 leitos (sendo 45 designados para UTI); pronto-atendimento médico diferenciado para pessoas que sejam triadas com sinais e sintomas do vírus à parte do pronto-socorro das Unidades; ampliação de contato remoto entre familiares e pacientes, por meio de videochamadas, para diminuir a circulação de possíveis portadores do vírus. Além disso, instituiu restrições a visitas hospitalares aos pacientes internados. 

Estamos aptos técnica, assistencial e estruturalmente para oferecer à população um atendimento de excelência, contribuindo no enfrentamento da transmissão do vírus em nível nacional. ​

Para saber o status mundial do avanço do coronavírus, você pode acessar o link:

https://www.bing.com/covid


INFORMAÇÕES GERAIS

  • ​O que é o coronavírus?

    Os coronavírus são uma grande família de vírus, já em circulação no Brasil, que podem causar resfriados comuns ou outras doenças mais graves como a Síndrome Aguda Respiratória Severa (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), que causaram epidemias nos anos de 2004 e 2012, respectivamente. O novo coronavírus foi denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como SARS-CoV2 e a doença, causada pelo último tipo de coronavírus, foi descoberto em dezembro de 2019, chamado de COVID-19.


  • ​​ Onde foram identificados os primeiros casos?

    Os primeiros casos do novo coronavírus (COVID-19) foram identificados na cidade de Wuhan, na China, no início de 2020.

  • Quando foi confirmado que se tratava de um novo vírus?

    No início de janeiro de 2020, as autoridades chinesas identificaram que se tratava de um novo tipo de vírus que pertence à grande família de vírus chamada coronavírus.

  • Como se deu a primeira transmissão?

    A suspeita é de que a primeira transmissão tenha ocorrido por algum tipo de animal, mas ainda não há comprovação.

  • O que significa uma pandemia?

    O conceito de pandemia descreve uma situação na qual uma doença infecciosa (não necessariamente grave) atinge simultaneamente milhares de pessoas ao redor do mundo.

  • Quando chegou ao Brasil?

    O primeiro caso de COVID-19 foi confirmado pelo Ministério da Saúde em 26 de fevereiro de 2020.

  • Quais os sintomas da COVID-19?

    Febre, tosse dificuldade para respirar são os sintomas mais comuns para COVID-19, mas algumas pessoas podem apresentar dores no corpo e garganta, coriza ou congestão nasal.

    A maioria se recupera da doença sem precisar de tratamento especial, mas estima-se que 20% dos infectados irão necessitar de internação.

    Idosos e pessoas com problemas cardíacos e médicos como pressão alta e diabetes têm probabilidade de desenvolver a doença de uma forma mais grave. Procure atendimento médico se estiver com febre, tosse e dificuldade para respirar.

  • Pessoas que sejam o público-alvo da vacinação contra a gripe devem sair de casa para se vacinar?

    Sim. Em geral, essas pessoas são consideradas grupo de risco também para infecção pelo Influenza (vírus para o qual a vacina protege) e, portanto, devem ser vacinadas.

  • O coronavírus foi criado em laboratório?

    Não há registro científico que indique que o vírus foi criado em laboratório, logo esta informação é falsa.


  • PROTEÇÃO/PREVENÇÃO

  • Quais cuidados devo seguir para evitar a exposição ao coronavírus?

    Os cuidados são os mesmos recomendados para prevenção de gripes e doenças respiratórias, como:

    - Higienizar as mãos frequentemente com álcool gel 70% ou água e sabão, especialmente após contato direto com o ambiente ou com pessoas doentes, e depois de tossir ou espirrar;

    - Não colocar as mãos nos olhos, nariz e boca;

    - Evitar contato com pessoas que apresentem sinais ou sintomas de doenças respiratórias;

    - Permanecer em casa, se estiver doente;

    - Etiqueta na hora de tossir ou espirrar, fazendo uso de lenços de papel ou cobrindo a boca com o braço;

    - Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;

    - Manter ambientes bem ventilados;

    - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência ou que tenham vindos da rua para casa;

    - Evitar aglomerações.

  • Quais são os cuidados em casos de necessidade de contato social?

    - Evitar abraços, apertos de mãos e beijos no rosto;

    - Evitar aglomerações de pessoas e, se possível, optar pelo modelo de trabalho em home office;

    - Evitar ambientes fechados e optar por atividades físicas ao ar livre;

    - Evitar viagens. Se utilizar transporte público, opte pelos horários fora do pico e procure ter o álcool gel, aumentando o número de vezes que higieniza as mãos.

  • Devo usar máscaras para sair de casa?

    Não há recomendação para uso de máscara por pessoas que não apresentem nenhum sintoma da doença. A indicação é que pessoas com sintomas respiratórios usem máscara para proteger as outras, além dos profissionais de saúde, que fazem atendimento junto ao público.

  • Quais produtos de limpeza ajudam a matar o coronavírus?

    De acordo com os especialistas, o coronavírus pode ser morto por desinfetantes, como álcool 70%, água sanitária e até mesmo com água e sabão.

    Apesar do seu alto grau de transmissibilidade, o coronavírus não é um vírus complicado de matar.

  • É verdade que a vitamina C ou D protegem contra coronavírus?

    Segundo informações do Ministério da Saúde, até o momento, infelizmente não há nenhum medicamento ou vitamina específica para prevenir a infecção pelo COVID-19.

  • Como higienizar os celulares para evitar contaminação?

    A limpeza dos aparelhos é orientada em seu manual de instruções. Segundo orientações recentes publicadas por empresas fabricantes, em função da pandemia de coronavírus, você deve higienizar os aparelhos da seguinte forma:

    - Desligar o equipamento, retirar a capa e desconectar todos os cabos e acessórios;

    - Usar álcool isopropílico com concentração 70%, que impede a oxidação das peças, sempre aplicando inicialmente em um pano macio e então passando no aparelho;

    - Higienizar a capa à parte com água e sabão, caso seja de plástico ou outros materiais, como couro, por exemplo.

  • O uso de luvas evita a contaminação por COVID-19?

    Não, se a pessoa que estiver usando as luvas encostar em uma superfície contaminada e, em seguida, colocar a mão nos olhos, no interior do nariz ou na boca, ela entrará em contato com o vírus. Por isso, uma das principais formas de prevenir a infecção pelo novo coronavírus é a higiene de mãos frequente.


  • INCUBAÇÃO/TRANSMISSÃO

  • Como o COVID-19 é transmitido?

    A doença pode ser transmitida por meio de gotículas do nariz e da boca quando uma pessoa contaminada tosse ou espirra, por exemplo, além do contato direto com secreções seguido do contato com boca, nariz ou olhos. As gotículas podem se depositar em objetos e superfícies ao redor da pessoa.

  • Por quanto tempo uma pessoa infectada transmite o vírus?

    Esse prazo ainda não está bem definido. Em média, ocorre 7 dias após o início dos sintomas, entretanto é possível que a transmissão comece desses sinais e que os imunossuprimidos transmitam por mais tempo.

  • Quanto tempo o vírus sobrevive nas superfícies?

    Ainda não há consenso sobre essa informação. De acordo com estudos recentes, a quantidade de horas pode variar a depender do tipo de superfície, temperatura e umidade do ambiente.

    Por não ter uma informação precisa a respeito, recomenda-se a limpeza de superfícies suspeitas de contaminação com o uso de um desinfetante simples, além da higienização correta das mãos com álcool gel 70% ou água e sabão.

  • O que é o período de incubação e quanto tempo ele dura?

    O período de incubação se refere ao tempo entre a contaminação pelo vírus e o início da manifestação dos sintomas. As estimativas iniciais variavam de 2 a 14 dias, no entanto, novas avaliações sugerem que o período de incubação pode ser mais curto.

  • Corro o risco de pegar COVID-19 de animais de estimação?

    Não há evidências de transmissão do coronavírus feitas por animais.

  • Estou amamentando. Corro o risco de transmitir a doença para o meu bebê?

    Por se tratar de um vírus novo, os estudos científicos ainda não são conclusivos sobre todos os aspectos de transmissão da doença. No entanto, ainda não há relatos de transmissão do COVID-19 através do leite materno.

  • Posso transmitir o vírus para as pessoas, mesmo sem estar doente?

    Sim, e é exatamente isso que se pretende evitar com medidas que minimizam o contato entre as pessoas. Durante o chamado período de incubação, no qual a pessoa ainda não manifestou sintomas do coronavírus, ela pode transmitir a doença, pois já tem o vírus no organismo. Além disso, uma pessoa infectada pode transmitir a doença por até 14 dias após o início dos sintomas.

  • É possível contrair o coronavírus mesmo ficando em casa?

    Se em sua residência você não tiver pessoas infectadas, o contágio não ocorre. No entanto, é necessário estar atento às saídas que ocorrem durante o período de isolamento, mantendo-se atento a todos os cuidados com a higienização ao sair e retornar.

  • Meus sintomas cessaram e eu não tenho mais tosse, febre ou outras manifestações. Posso sair do isolamento?

    Os indivíduos doentes devem manter as medidas de isolamento domiciliar por 14 dias a partir do início dos sintomas, ou seja, nesse período a pessoa infectada deve, se possível: permanecer em quarto exclusivo, ficar a pelo menos dois metros de distância das pessoas que não estão doentes, higienizar as mãos frequentemente, manter a casa ventilada, com as janelas abertas pelo maior tempo possível, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou lenço descartável ao tossir ou espirrar, cuidar da roupa pessoal e de cama.

    Após esse período recomenda-se manter o isolamento social anunciado pelas autoridades, saindo de casa somente para atividades prioritárias, como supermercado e farmácia.

  • Posso me contaminar com coronavírus com encomendas que chegam pelos Correios?

    A probabilidade é pequena, segundo a OMS. Isso porque, mesmo se o item for infectado, ele não resistirá às movimentações e às diferentes temperaturas enfrentadas durante o transporte.

  • É verdade que a OMS afirmou que notas de dinheiro carregam Covid-19?

    Não há avisos ou declarações da OMS sobre esse assunto. A recomendação, assim como em todas as outras situações é que, após manipular dinheiro, as pessoas lavem as mãos com água e sabão ou higienizem com álcool gel para evitar a contaminação pelo vírus.


  • GRUPOS DE RISCO

  • Existem doenças ou condições que determinam pessoas como “grupo de risco”?

    Sim, fazem parte do grupo as pessoas com maior risco de infecção pelo coronavírus: idosos, pessoas imunodeprimidas e portadores de doenças cardíacas e crônicas como as pulmonares graves e câncer.

    Dependendo do quadro clínico, as gestantes também podem estar mais suscetíveis à doença.

  • Faço parte de um dos grupos de risco. Quais cuidados devo seguir para evitar a exposição ao coronavírus?

    É extremamente importante que os cuidados abaixo sejam redobrados para evitar a exposição:

    - Higienizar as mãos frequentemente com álcool gel 70% ou água e sabão, especialmente após contato direto com o ambiente ou com pessoas doentes, e depois de tossir ou espirrar;

    - Não colocar as mãos nos olhos, nariz e boca;

    - Evitar contato com pessoas que apresentem sinais ou sintomas de doenças respiratórias;

    - Permanecer em casa, se estiver doente;

    - Etiqueta na hora de tossir ou espirrar, fazendo uso de lenços de papel ou cobrindo a boca com o braço;

    - Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;

    - Manter ambientes bem ventilados;

    - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência ou vindos da rua para casa;

    - Evitar aglomerações.

  • Qual é o risco que as gestantes correm com o coronavírus?

    As gestantes têm o mesmo risco de infecção que qualquer outra pessoa, pois a maneira de ser infectado não depende do sistema imunológico, mas da presença do vírus em secreções com as quais ela possa ter contato. Entretanto, as gestantes têm o sistema imunológico modificado que facilita a ocorrência de complicações em diversas doenças, como foi observado no surto de H1N1 em 2009. Baseado na análise dos grupos com maior mortalidade por COVID-19, as gestantes não são consideradas, até o momento, parte desse grupo.

  • Por que o coronavírus é mais perigoso nos idosos?

    À medida em que a pessoa envelhece, a capacidade de resposta do seu sistema imunológico fica mais lenta e fraca, o que prejudica a reação corporal aos patógenos e infecções virais. Por isso, o coronavírus é especialmente perigoso para aqueles que têm mais de 60 anos, agravando-se o risco após os 70.

    Além disso, doenças crônicas como diabetes, asma, hipertensão ou doença cardíaca são fatores agravantes, já que fragilizam o organismo do idoso, tornando-o mais vulnerável à evolução do vírus.

  • Idosos sem comorbidades também correm mais risco do que os jovens?

    Sim, as estatísticas vêm apontando que a idade avançada, independentemente de comorbidades e doenças pré-existente, é fator de maior risco para complicações da COVID-19.


  • DIAGNÓSTICO

  • Como fazer o diagnóstico do coronavírus?

    Já existe um exame específico para diagnosticar o COVID-19 pelas coletas de amostras respiratórias. Atualmente, a recomendação é que apenas as pessoas com indicação de internação hospitalar sejam submetidas aos testes.

  • Todas as pessoas podem fazer o teste para detecção do coronavírus?

    Atualmente, com registros de transmissão comunitária no Brasil, a recomendação das autoridades é que somente profissionais da saúde e pacientes com indicação de internação hospitalar sejam testados.

    Casos de pacientes com sintomas mais leves devem ser tratados de acordo com os sintomas apresentados, preferencialmente em domicílio.


  • CASOS SUSPEITOS/CONFIRMADOS

  • Sou um caso suspeito/confirmado de coronavírus. Quais cuidados devo ter em casa e com meus familiares?

    Além dos cuidados básicos de higiene descritos para prevenção, recomenda-se:

    - Procurar atendimento médico imediatamente caso apresente dificuldade para respirar ou piora dos sintomas;

    - Manter isolamento social por 14 dias ou até o fim dos sintomas da doença;

    - Utilizar máscara, se necessitar sair de casa.

  • Pacientes suspeitos ou confirmados com COVID-19 podem receber visitas?

    Não, devido ao alto índice de transmissão da doença, as visitas a esses pacientes estão proibidas tanto no isolamento domiciliar quanto na internação hospitalar.


  • TRATAMENTO

  • Qual o tratamento para o COVID-19?

    Não há tratamento específico para o novo coronavírus, mas há vários estudos em andamento. Atualmente, são recomendados medicamentos somente para alívio de sintomas.

  • Existe vacina para o coronavírus?

    Não, o vírus é novo e ainda não há vacina disponível nas redes pública e privada, mas também há estudos em andamento.

  • Quem deve ser internado em isolamento no hospital?

    A indicação de internação hospitalar é feita de forma individual, levando em consideração o histórico de saúde e o quadro clínico do paciente.

  • O coronavírus tem cura?

    Segundo a Organização Mundial da Saúde ainda não há um tratamento específico contra o vírus. O que existe é a chamada "cura espontânea", que ocorre quando o corpo reage de forma assertiva, combatendo a infecção.

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