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19 de maio - Dia Mundial de Combate à Hepatite

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​Hepatite é uma inflamação no fígado que pode ser aguda ou crônica, a depender do tempo de infecção. As mais comuns no Brasil são as hepatites virais do tipo A, B e C. Existem ainda os tipos virais D e E, pouco comuns no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre 1999 e 2018 foram registrados mais de 600 mil casos de hepatites virais no país. A prevalência de cada uma varia de região para região.

Sintomas​

Os sintomas de hepatite podem variar. Os mais comuns são dor abdominal, náuseas, vômitos, febre, perda de apetite, icterícia (amarelamento da pele e olhos), urina escura e fezes claras.  Algumas hepatites podem evoluir de forma assintomática.

Hepatite A

Está associada a baixas condições de saneamento. Pode ser transmitida pelo consumo de água ou alimentos mal cozidos contaminados, ou por falta de higiene adequada.

Pode ser prevenida por vacina, hábitos de higiene e saneamento básico.

Não existe um tratamento específico. Geralmente melhora após algumas semanas. Cerca de 1% dos casos pode evoluir para forma grave, necessitando de transplante de fígado.

Hepatite B​

​Aguda ou crônica, podendo​evoluir sem sintomas. Transmitida por via sexual​, por contato com sangue contaminado ​ou da mãe para o bebê, durante a gestação ou parto. Pode ser prevenida por vacina específica, pelo uso de preservativo nas relações sexuais e pelo não compartilhamento de objetos de uso pessoal como lâminas de barbear, material de manicure e pedicure.

Pode ser controlada por uso de medicamentos, evitando uma possível evolução para cirrose ou câncer.

Hepatite C​

Aguda ou crônica, pode​ndo evoluir sem sintomas. Transmitida por contato com sangue contaminado, da mãe para o bebê durante a gestação ou parto ou por via sexual. Pode ser prevenida pelo não compartilhamento de objetos de uso pessoal como lâminas de barbear, material de manicure e pedicure e pelo uso de preservativo nas relações sexuais.

Não existe vacina específica para a doença. No entanto, o tratamento medicamentoso pode curar até 90% dos casos.

Semana da Enfermagem 2020

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​Estimados profissionais de enfermagem: enfermeiro (a), técnico (a) e auxiliar de enfermagem da Rede de Hospitais São Camilo.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), declararam 2020 como o Ano Internacional da Enfermagem e das Parteiras. Ano este em que celebramos o bicentenário do nascimento de Florence Nightingale, a fundadora da enfermagem moderna. O objetivo desta celebração é reconhecer a missão realizada pelos profissionais de enfermagem em nível mundial, evidenciando a necessidade de investimento para a melhoria das condições de trabalho, educação e desenvolvimento profissional.

 

O Papa Francisco ao rezar (19/01/20) pelo Ano Internacional da Enfermagem e das Parteiras assim exclama: "... Os enfermeiros são os trabalhadores de saúde mais próximos dos doentes, e as parteiras realizam talvez a mais nobre entre as profissões. Rezemos por todos eles, para que possam realizar da melhor forma seu precioso trabalho".

 

Com esta Santa Missa, iniciamos a Semana da Enfermagem de modo completamente diferente, ou seja, sem a presença física e festiva de vocês. O tempo pandêmico em que estamos atravessando, gerado pelo novo coronavírus, não foi capaz de tirar de vocês o desejo de fazer memória da Semana da Enfermagem.

 

Queridos profissionais de enfermagem que nos seguem pelas mídias digitais, A Província Camiliana Brasileira, raiz e mãe de todas as atividades e Entidades Camilianas Brasileiras, por meio de seus religiosos, registram aqui nosso muito obrigado, nossa estima e nossas orações pela missão assistencial de cada um de vocês através desta mensagem intitulada:

 

"Profissionais de enfermagem: ontem, hoje e sempre".

 

Profissionais de enfermagem: antes de abraçarem a profissão, são mulheres e homens da compaixão, da ternura, do cuidado humanizado. Encantados e vocacionados na arte de cuidar, de sanar as feridas do desconhecido, independentemente da raça, da cor, do status social, do credo religioso.

 

Profissionais de enfermagem: ao responder "sim" a vocação do "cuidado humanizado", buscam aperfeiçoar seus conhecimentos, suas técnicas para melhor assistir o outro, este desconhecido, porém irmão em Cristo Jesus.

 

Profissionais de enfermagem: mestres e doutores no exercício profissional, porém seus conhecimentos e suas técnicas profissionais não tolhem seus sentimentos maternos e paternos no ato de curar os enfermos em sua totalidade.

 

Profissionais de enfermagem: socializadores do saber e do fazer, os conhecimentos e a experiência profissional adquiridos e internalizados são compartilhados com os colegas principiantes, ajudando-os assim a adentrar no mundo da saúde, na dinâmica hospitalar com suas rotinas, seus procedimentos, seus protocolos.

 

Profissionais de enfermagem: bons (boas) samaritanos (as), bons (boas) pastores (as) na estrada da saúde, indo ao encontro de homens e mulheres desgarrados, extraviados, que perderam a saúde e encontram-se vulneráveis, desprotegidos, desamparados.     

 

Profissionais de enfermagem: devotados ao dever, consomem tempo e energia, não obstante, proporcionam momentos qualitativos, esquecendo o cansaço físico e mental, a fim de oferecer atenção cuidadora à parentela.

 

Profissionais de enfermagem: com esgotamento profissional: cansaço físico e mental, fadigas, estresses, frustrações. A quem pedir ajuda? Quem cuida de quem cuida? Muitas vezes afastados de praticar o que amam: cuidar.

 

Profissionais de enfermagem: enfermados e necessitados de cuidados em todas as suas dimensões: física, psíquica, social e espiritual. Ampliemos as ações e programas institucionais que promovem a saúde dos profissionais de enfermagem.

 

Profissionais de enfermagem: resilientes, que não se abatem diante dos obstáculos e dos desafios; com facilidade se adaptam ao contexto pandêmico e reinventam suas práticas assistenciais e curadoras.   

   

Profissionais de enfermagem: merecedores dos melhores salários, porém, os seus serviços não têm preço; salário, dinheiro nenhum paga a arte de cuidar; dignos de todos os afetos, recompensas, troféus, homenagens, louvores e aplausos.  

 

Profissionais de enfermagem: realizados profissionalmente, elevam as mãos aos céus em atitude de agradecimento a Deus pela vocação e pela missão na arte de cuidar com técnica humanizadora, com compaixão e com ternura.

 

Profissionais de enfermagem: ao ser enfermeiro (a) e técnico (a) de enfermagem na Rede de Hospitais São Camilo, abraçaram assistir os enfermos com o coração nas mãos e a promover saúde e espiritualidade na arte de assistir os enfermos, a exemplo de São Camilo, patrono dos profissionais da saúde.

 

Enfim, que São Camilo e Nossa Senhora da Saúde continuem intercedendo por vós, os protegendo de todos os males, de todas as enfermidades e vírus. Que vossas famílias também sejam abençoadas com saúde e todos aqueles que dependem de vós. Assim seja, aleluia, aleluia.          

 


São Paulo (SP), 12 de maio de 2020.

Ano Internacional da Enfermagem e das Parteiras.

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Padre José Wilson Correia da Silva, MI

Coordenador da Pastoral da Saúde - Regional Sudeste

Capelão Hospitalar em tempos de pandemia

Cartilha Estamos em Casa

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​​Praticar o isolamento social permanecendo em casa é a melhor forma de frear a circulação do novo coronavírus. Para muitos, essa é uma situação completamente inusitada; estar sob regime de home office e ainda auxiliar as crianças com as atividades escolares é um desafio.

Pensando nisso, elaboramos a cartilha “Estamos em Casa” para download. A proposta do material é oferecer uma série de atividades prazerosas para toda a família, que estimulam corpo e mente.

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, permanece comprometida com sua missão de cuidar da vida com o mesmo acolhimento de sempre, ainda que distante fisicamente.

Clique na imagem e faça o download do material. Aproveite em família!

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ClickSaoCamilo_237x186_emcasa.png

O impacto do Covid-19 em Doenças Cardiovasculares

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Especialidades

​A pandemia do Novo Coronavírus mobilizou o mundo inteiro em medidas de distanciamento social como forma de frear a disseminação da doença. O foco é na preservação das pessoas mais vulneráveis, àquelas que estão em grupos de risco, como idosos e portadores de doenças crônicas, entre elas, doenças cardíacas. O cardiologista Paulo Pêgo, atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica quais são os fatores que tornam o paciente cardíaco mais vulnerável.

Risco de infarto

De acordo com o Dr. Paulo Pêgo, foi constatado em pesquisas, que pacientes em quadros graves de infecção pelo Novo Coronavírus têm alteração nos fatores de coagulação, o que leva a formação de coágulos em vasos sanguíneos. Esses coágulos podem desencadear uma trombose coronariana e levar a um infarto. Esse risco existe até para não portadores de doença coronariana prévia, mas obviamente, portadores têm risco maior.

Inflamação no coração

Outro agravante são as reações inflamatórias desencadeadas pela Covid-19. Essas reações podem chegar ao coração, gerando um quadro de miocardite, aumentando o risco de complicações cardíacas.

Interação medicamentosa

​Um outro fator de risco está relacionado a interação medicamentosa. Isso, porque alguns dos medicamentos usados em pacientes com Covid-19 podem interagir com remédios que portadores de doenças cardíacas precisam tomar. 

Como o Isolamento Social pode afetar o sono?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​Como você tem dormido neste período de quarentena? Permanecer em casa o dia inteiro, inclusive para trabalhar, pode parecer bom para o descanso e relaxamento. No entanto, muitas pessoas têm relatado ansiedade e dificuldade para dormir. O neurologista Edson Issamu, atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica quais são os três principais fatores que podem desencadear a insônia.

Rotina

Edson Issamu, explica que o primeiro fator é a mudança na rotina. A rotina é fundamental para o sono de qualidade e para manter os ciclos naturais de sono e vigília regulados. A mudança no cotidiano e a ausência de uma rotina bem definida são fatores que merecem atenção.

Disciplina

A ausência da disciplina imposta pela rotina do trabalho, também pode afetar o ciclo sono-vigília. Esse é o segundo fator apontado por Issamu. Com a liberdade doméstica, a tendência para muitos é passar a dormir e acordar cada vez mais tarde.

Uso de celulares

No período de quarentena, as empresas de telecomunicação têm relatado um aumento considerável no uso da internet no país. Esse pode ser o terceiro fator a atrapalhar o repouso. O excesso de estímulos com o uso de computadores e celulares antes de dormir, induz a redução de melatonina, hormônio responsável pelo sono. Isso faz o cérebro entender que ainda não é hora de dormir.

Como dormir melhor

Noites mal dormidas podem trazer uma série de comprometimentos como déficit de atenção, sonolência diurna persistente, mudanças de humor e baixo desempenho profissional.

Para noites de sono agradáveis durante este período de isolamento social é preciso estabelecer uma rotina disciplinada de atividades. Praticar exercícios também pode ajudar. Outros cuidados simples como garantir que o quarto esteja escuro e silencioso, além de é claro, evitar o uso do celular, também podem trazer benefícios.
Siga essas dicas e durma bem!

As complicações respiratórias da Covid-19

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

A COVID-19, causada pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2) é uma doença que afeta primariamente o sistema respiratório dos pacientes infectados. No sistema respiratório, o vírus pode causar desde de sintomas leves, semelhantes à de um resfriado comum como coriza, espirros e dor de garganta, até casos graves como pneumonia.

O Dr. Celso Padovesi, Pneumologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, esclarece algumas dúvidas acerca das complicações respiratórias causadas pela Covid-19. Confira abaixo.

Como as lesões causadas pelo novo Coronavírus afetam a respiração​

O novo Coronavírus pode causar pneumonia grave em alguns pacientes, levando a uma dificuldade para os pulmões cumprirem uma de suas principais funções; passar o oxigênio do ar para o sangue. Com isso, o paciente tem uma queda da oxigenação do sangue e passa a apresentar falta de ar. Nestes casos pode ser necessário suplementação de oxigênio para compensar a deficiência dos pulmões. Quando a pneumonia é muito grave, só o oxigênio extra não é o suficiente e o paciente pode precisar de uma intubação e respiração artificial com respiradores mecânicos.

Fatores de risco

​Padovesi, alerta que portadores de doenças crônicas, assim como idosos, possuem mais riscos de complicações em decorrência da Covid-19 em função da redução de sistema imunológico.

2 de Abril - Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​​Em 2008, a ONU instituiu o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado hoje, dia 2 de abril. A data chama a atenção para a importância do diagnóstico e tratamento contínuo do Transtorno do Espectro Autista (TEA), um conjunto de condições relacionadas a perturbações no desenvolvimento neurológico.

Segundo estimativa da OMS, o TEA atinge mais de 70 milhões de pessoas no mundo, sendo mais frequente em meninos. Suas manifestações têm ampla variabilidade e intensidade, tornando o diagnóstico muitas vezes complexo. As principais características são dificuldade na comunicação e interação social, padrões repetitivos de comportamento, interesses fixos ou limitados e sensibilidade sensorial alterada.

Crises nervosas ocasionais são comuns aos portadores do transtorno. Em crianças, essas crises são muito similares a birras, dificultando a interpretação e intervenção dos pais.  

Crise x birra

​Através da birra, as crianças têm por objetivo conseguir algo que lhes foi negado. São tentativas de chamar a atenção do adulto e convencê-lo a dar aquilo que ela deseja.

Já as crises de uma criança com TEA são resultado de uma sobrecarga sensorial.  A criança com TEA processa os estímulos de forma não convencional e muitas vezes, aumentada. Sons, luzes ou cheiros podem ser extremamente desagradáveis. As crises não têm um propósito e estão além do controle da criança.

Em apoio ao Abril Azul, a Rede de Hospitais São Camilo, ao longo de todo o mês, iluminará as fachadas de cada uma de suas com cor azul, símbolo da campanha. 

* Colaboração: Dr. Edson Issamu, Yokoo, Neurologista.

​A pandemia do Novo Coronavírus exige uma série de cuidados para evitar o contágio, entre as mais importantes, a higienização das mãos. Mas de que adianta manter as mãos limpas se os objetos que tocamos a cada minuto permanecem sujos? O celular é um desses objetos que tocamos o tempo inteiro e levamos a todo lugar. Com isso, ele pode abrigar microrganismos, entre eles o Novo Coronavírus.
Mas como podemos higienizar o celular corretamente?
 

Produto

Produtos de limpeza como desinfetantes e água sanitária têm química muito forte e podem deixar machas nas película e partes de plástico dos aparelhos celulares. O produto mais indicado para este fim é o álcool 70%.
 
O álcool gel 70% tem a vantagem de não escorrer, diminuindo o risco de entrar no aparelho por orifícios como o microfone. Em pequenas quantidades, o álcool líquido também pode ser utilizado, pois evapora rapidamente. No entanto, álcool em baixas concentrações, como o de 46%, não é indicado, pois leva mais tempo para evaporar, além de ser menos efetivo na desinfecção.
 

Aplicação

Não jogue o álcool diretamente no aparelho. Isso aumenta o risco de o produto danificar algum componente de seu celular. Umidifique um pano com uma pequena quantidade de álcool e passe suavemente em toda superfície. Lembre-se de limpar frente e verso do aparelho e não se esqueça de higienizar as capas.

Novo Coronavírus: Quando devo usar máscara de proteção?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

A pandemia de Covid-19 tem deixado a população atenta aos cuidados preventivos. Em meio a essa crise, é possível observar muita gente utilizando máscaras nas ruas. Mas será que elas realmente são eficazes para prevenir o contágio?
 
Quando usar
De acordo com Michelle Zicker, infectologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o uso da máscara é indicado para pessoas com sintomas respiratórios, a fim de evitar o contágio de pessoas próximas. A depender de condição clínica, outros pacientes também podem receber a indicação.
Aos profissionais de saúde, também é indicado o uso de máscara quando realizam atendimento de casos suspeitos ou positivos para Covid-19.
Pessoas saudáveis e assintomáticas não tem necessidade de usar o item como prevenção na comunidade. 
 
Modelos de máscaras
Profissionais de saúde podem utilizar máscara cirúrgica ou a máscara
a n95, ou PFF2, a depender da circunstância de atendimento.
 
Como usar
É importante ressaltar que o acessório não pode ser reutilizado indefinidamente. É preciso observar a vida útil do item, que precisa ser substituído sempre que estiver úmido ou sujo.
 
As mãos devem ser lavadas antes da máscara ser colocada e depois de ser retirada.
 
Em hospitais, as máscaras são descartadas em lixeiras específicas para resíduos infectantes. Em casa, devem ser descartadas na lixeira comum. Elas não são recicláveis e não devem ser jogadas no lixo orgânico.
 

Uso de máscara caseira *Atualização 03/04/2020​

O Ministério da Saúde publicou em 02 de abril, uma atualização na qual indica que máscaras de proteção de pano podem ser confeccionas pela população como aliadas no combate à propagação do covid-19. Um manual com especificações de como o item pode ser feito e utilizado, também foi divulgado no site oficial do Ministério da Saúde  https://saude.gov.br 

Para que sejam efetivas, as máscaras devem ser feitas com dupla camada de tecido e bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços ao redor do nariz e boca.
O Ministério da Saúde ressalta que o acessório é de uso individual e por isso, não deve ser compartilhado com outros membros da família. Além disso, o tempo de uso do item é de no máximo duas horas. Após este tempo, a máscara deve ser lavada com água sanitária.

A máscara caseira pode ser usada pela população em geral para prevenir a ​disseminação da infecção, deixando as máscaras industrializadas para uso exclusivo de profissionais de saúde. 

Pacientes com indicação médica para usar máscara devem dar preferência a máscara industrializada.


Novo Coronavírus: cuidados essenciais para pacientes oncológicos

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​O Novo Coronavírus, responsável pela atual pandemia, é uma variedade nova de uma família de vírus já conhecida, que causa infecções respiratórias. As notificações de Covid-19 vêm sendo reportadas desde o início do ano, com início na cidade chinesa de Wuhan, chegando ao Brasil.  
 

Sintomas

Na maioria das vezes, as manifestações da infecção pelo Novo Coronavírus são leves como um resfriado comum. Mas em alguns casos, a infecção pode se agravar, podendo levar a morte.
Os principais sintomas são:
Tosse
Febre
Coriza
Em casos mais graves, dificuldade para respirar
​ 

Grupos de Risco

Idosos têm mais chance de desenvolver as manifestações mais graves da doença e por isso constituem o principal grupo de risco. Pacientes portadores de problemas de saúde prévios, como doenças cardiovasculares, do sistema digestivo ou respiratório e paciente com câncer, também estão mais vulneráveis.  
 

Paciente oncológico

De acordo com Adriana Coracini, infectologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a vulnerabilidade dos pacientes com câncer pode ser causada tanto pela doença, quanto pelo tratamento. “O câncer e as medicações utilizadas no tratamento causam uma debilidade no sistema imunológico do paciente. Ele fica mais vulnerável a uma evolução, caso seja acometido por infecções virais”, explica.

Cuidados

Os cuidados para prevenção do contágio em paciente oncológicos são os mesmos já noticiados para população em geral.  A única diferença está no uso de máscara. Pacientes oncológicos devem usar máscaras quando for necessário circular em locais com muitas pessoas.
Outros cuidados são:

Não interromper o tratamento;
Sair de casa apenas em casos de extrema necessidade (como para realização de exames e sessões de tratamento);
Higiene frequente das mãos e de objetos;
Evitar contato físico como beijos, abraços e apertos de mão;
Evitar contato com pessoas com sintomas de gripe ou resfriado;
Evitar contato com pessoas que retornaram do exterior ou que têm suspeita de infecção por Covid-19.
Ao entrar em um hospital para tratamento, evitar passar pelo pronto-socorro ou circular pelo hospital;
Ser apresentar sintomas, solicitar máscara na entrada do hospital;
 
Caso o paciente oncológico apresente algum dos sintomas descritos acima, deve comunicar imediatamente seu médico.

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: