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Alimentação

Três lanches saudáveis para levar ao trabalho

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação

Nem sempre, quando bate a fome no meio do expediente, temos opções saudáveis disponíveis. Muitas vezes optamos pela praticidade e não nos atentamos as calorias e ao valor nutricional do alimento. Mas como fazer para que esse lanchinho que consumimos na correria do dia a dia, não seja prejudicial à saúde?

Levar lanche de casa pode ser uma opção. Veja abaixo três receitas deliciosas, saudáveis e muito fáceis de fazer.

Receita de Muffin de banana e aveia 

​2 xícaras de aveia em flocos 
2 potinhos de iogurte natural sem açúcar 
2 bananas 
2 ovos 
1 colher de chá de fermento em pó

Misture todos os ingredientes no liquidificador. Leve a massa a uma forma de silicone para muffin. Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus e asse por cerca 20 minutos.

Sanduiche integral de ricota e peito de peru 

4 fatias de pão integral 
1 xícaras de ricota amassada 
2 fatias de peito de peru defumado 
½ cenoura média ralada
Agrião ou rúcula a gosto

O pão pode ser tostado antes, se preferir. Passe a ricota em uma fatia de pão e adicione acima a cenoura ralada, a fatia de peito de peru defumado e a rúcula ou agrião. Feche o sanduiche. Rende duas porções.

Sanduiche de atum 

4 fatias de pão integral 
1 lata de atum em água 
2 colheres de sopa de queijo cottage 
Salsinha picada a gosto 
1 tomate médio fatiado
Folhas de alface

Escorra o atum, amasse e misture com o queijo cottage e a salsinha. Passe a mistura no pão integral e adicione as fatias de tomate e folha de alface. Rende duas porções.

​Restrições alimentares são mais comuns do que parecem. As causas, em geral, estão associadas a alergias e Intolerâncias Alimentares. Mas Alergias e Intolerâncias Alimentares são a mesma coisa? A resposta é não. Alergia e Intolerância Alimentar são problemas distintos e tem origem em diferentes sistemas do nosso organismo.

Alergia Alimentar
A Alergia Alimentar é um distúrbio imunológico que costuma surgir na infância após uma exposição prévia ao alimento. De acordo com Alexandre Okamori, alergologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a alergia acontece quando o sistema de defesa do nosso organismo interpreta uma proteína presente no alimento como ameaça, passando a combate-la. Nessa batalha em vão, nosso organismo sofre com as reações, que podem chegar a graves consequências.

Sintomas da alergia
- Coceira na pele
- Falta de ar
- Chiado na respiração
- Pressão baixa
- Diarreia
- Vômito

Alergias Alimentares mais comuns
- Ovo
- Leite
- Trigo
- Frutos do mar
- Amendoim
- Castanhas

Intolerância Alimentar
A Intolerância Alimentar, por outro lado, é um problema digestivo e não tem relação com o sistema imunológico. Cristina Abud, alergologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, explica que a intolerância pode aparecer em qualquer período da vida do indivíduo e acontece quando o organismo não produz a enzima responsável pela digestão de uma determinada substância presente no alimento. Quando essa substância chega ao intestino sem ser digerida, gera manifestação gastrointestinal.

Sintomas da Intolerância Alimentar
- Dor abdominal
- Gazes
- Diarreia

Intolerâncias mais comuns
- Glúten (presente em alguns cereais)
- Lactose


Comida traz felicidade?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação

Sim, a alimentação pode afetar diretamente o nosso humor. E a explicação para isso é muito mais científica do que parece.

 

A química de certos alimentos pode alterar a produção de neurotransmissores (comunicação entre as células nervosas que interferem nas nossas emoções). Alguns deles podem ajudar na produção da serotonina, que é conhecido como hormônio do "bem-estar". Quando o cérebro aumenta a sua produção há uma redução na sensação de dor e melhora na qualidade do sono e no apetite.

De acordo com a nutricionista Marisa Resende Coutinho, atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, todos os grupos de alimentos têm o seu papel no desenvolvimento da sensação de bem-estar.

 

Uma curiosidade para as pessoas que cortam o carboidrato da dieta é que o carboidrato eleva o nível de insulina e ajuda na absorção do triptofano, aminoácido precursor da serotonina, portanto as dietas que tendem cortar o carboidrato podem aumentar a sensação de irritabilidade.

 

Alimentos que aumentam a sensação de bem-estar

 

Proteínas - Os alimentos ricos em proteínas contêm triptofano, que auxilia na sensação de bem-estar. Alguns exemplos são carnes, ovos, feijão, leite e derivados.

 

Alface – É rico em lactucina que tem propriedades calmantes. É indicado para diminuir os níveis de estresse.

 

Vegetais folhas escuras - Couve, brócolis, rúcula, entre outros vegetais com folhas escuras são ricos em ácido fólico que auxilia a liberação de serotonina no organismo.

 

Chocolate – É rico em cacau, possui carboidrato e triptofano que auxiliam na produção de serotonina no organismo. Opte por chocolate de concentração 70% de cacau.

 

Frutas - Banana, laranja, maracujá e jabuticaba combatem o cansaço e o estresse. Frutas ricas em vitamina C, ativam o funcionamento da glândula adrenal, que regula a produção de cortisol, conhecido como o hormônio do "estresse".

 

Oleaginosas - Nozes, amêndoas, castanhas, possuem selênio, cobre e magnésio que também auxiliam na diminuição do estresse.

 

Peixes e frutos do mar – São ricos em selênio e vitamina B12. Ajudam a reduzir a ansiedade e o cansaço. O ômega 3, presente nesses alimentos, colabora com a produção de neurotransmissores.

 

Evite alimentos que podem gerar mau humor

O excesso de consumo de alimentos refinados como trigo e arroz branco, causam variações nos níveis de insulina e glicose, o que contribui para a irritação.

Quando comemos muito doce, em especial com grande concentração de açúcar, temos uma sensação momentânea de bem-estar e euforia, pois estes alimentos estimulam a produção de serotonina. Essa sensação é temporária e o consumo constante desses alimentos pode causar depressão e desânimo.

A maioria das mulheres vive uma eterna batalha contra a balança. Em alguns períodos, dedicam-se a dietas e exercícios e conseguem eliminar os indesejados quilos extras. Em outros, dão-se o direito de aproveitar mais a vida e acabam recuperando em poucos dias o peso que levaram meses para perder. Geralmente, a motivação é estética, mas a importância da manutenção do peso vai muito além da satisfação com a imagem refletida no espelho.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade como um dos principais problemas de saúde da atualidade. É considerada obesa uma pessoa com Índice de Massa Corporal (IMC), acima de 30. O IMC pode ser obtido dividindo o peso pela altura ao quadrado (altura x altura).

 

Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em conjunto com Ministério da Saúde, em 2014, mostrou que o problema é ligeiramente mais incidente em mulheres (18,2%) do que em homens (17,6%). Os principais fatores que contribuem com este resultado são o maior sedentarismo entre as mulheres, gestação, história familiar, casamento em idade jovem, cessação do tabagismo e níveis de educação e urbanização baixos.

 

“Muitas doenças são causadas e/ou agravadas pela obesidade em mulheres, sendo as mais importantes a diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e tromboses), apneia do sono, doenças musculoesqueléticas (artroses, degeneração das articulações e hérnias), depressão, infertilidade e alguns tipos de câncer”, alerta o gastroenterologista e chefe do Ambulatório de Tratamento da Obesidade e Cirurgia Bariátrica do Hospital São Camilo Santana, Ivan Vasconcellos.

 

Ainda segundo o especialista, a relação entre o IMC, diabetes mellitus tipo 2 e doença coronariana é mais forte para as mulheres do que para os homens. “Uma mulher com 1,65cm e 95 kg (IMC 35 - obesidade), por exemplo, terá mais chances de ser acometida por doenças crônicas do que um homem com as mesmas medidas. Comparadas a mulheres com peso normal, as obesas têm 11 vezes mais chances de diabetes mellitus tipo 2 e três vezes mais chances de óbito por doença cardiovascular”, analisa.

 

Para prevenir esses problemas, a manutenção do peso é fundamental. “Em alguns casos, uma dieta saudável e balanceada, prática regular de exercícios físicos, controle hormonal e de ansiedade podem ajudar as mulheres a atingir e manter o peso ideal. É importante manter tais hábitos continuamente, para evitar o famoso ‘efeito sanfona’, que é prejudicial ao organismo Em outros, é preciso uma avaliação médica para indicação de cirurgia bariátrica. O objetivo desse procedimento é reduzir a quantidade de alimentos ingeridos e/ou absorvidos pelo organismo, bem como melhorar o metabolismo, levando à perda de peso mais sustentada”, explica Vasconcellos.

 

Apesar do número de obesos ser pouco diferente entre os gêneros, as mulheres fazem mais cirurgia bariátrica do que os homens e representam até 80% dos procedimentos realizados. “A maioria tem entre 25 e 45 anos, é casada ou tem união estável. Entre as razões para realizar a cirurgia bariátrica, estão a cobrança social e pessoal sobre a imagem corporal da mulher, aumento da possibilidade de engravidar, redução das complicações da gestação e parto e doenças e limitações causadas pela obesidade”, revela.

 

“Até o momento, nenhum país conseguiu demonstrar, efetivamente, redução na incidência de obesidade. A situação é muito preocupante, pois se acredita que a expectativa de vida deverá diminuir, caso esse problema não seja controlado e continue a aumentar”, finaliza o gastroenterologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Ivan Vasconcellos.

 

 

* Ivan Vasconcellos é gastroenterologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

​​ O vegetarianismo nada mais é do que uma dieta alimentar baseada no consumo de alimentos de origem vegetal, com ou sem uso de laticínios e ovos e sem ingestão de qualquer tipo de proteína animal.

Normalmente, ele é adotado em respeito à vida dos animais, mas atualmente muitas pessoas passaram a seguir esse tipo de dieta em preocupação com a própria saúde, já que o consumo de carne vermelha tem sido atrelado ao aparecimento de diversos tipos de doenças, entre elas, o câncer.

Segundo Marisa Coutinho, Gerente de Nutrição na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, os vegetarianos apresentam um risco menor de desenvolver sobrepeso/obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, câncer, entre outras condições que comprometem a qualidade de vida e a longevidade.

“Vários estudos correlacionaram a ocorrência de outras neoplasias (tumores) ao aumento do consumo de carne vermelha ou proteína animal e também ao baixo consumo de vegetais. Mesmo com poucas evidências produzidas em relação a estas observações, é possível afirmar que a dieta vegetariana tende a reduzir os riscos de câncer, sim”, complementa Marisa.

No entanto, antes de iniciar uma dieta com qualquer tipo de restrição, Marisa recomenda agendar uma visita com o nutricionista para adequar a quantidade de alimentos substitutos a fim de evitar carências nutricionais.

No caso dos vegetarianos, além do acompanhamento nutricional, é preciso atenção às quantidades de proteínas consumidas e à ingestão de vitamina B12, ambas encontradas em maior quantidade na carne vermelha.

De acordo com Marisa, a soja, o grão de bico, a lentilha e os feijões são os responsáveis por substituir a proteína. Já para atingir as doses diárias de vitamina B12, pode ser indicada a suplementação medicamentosa, além do consumo de alimentos fortificados.

Para finalizar, ela aconselha que o acompanhamento nutricional continue até a pessoa ter aprendido as porções corretas, já que a deficiência nutricional pode causar anemia, fraqueza muscular, parestesias (doença que provoca sensação de queimação, dormência, coceira e formigamento nos braços e pernas) e problemas neurológicos.

Fonte:​ Comunicação

Como evitar a intoxicação alimentar no verão?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação

​ A intoxicação alimentar nada mais é do que um problema de saúde causado pela ingestão de água ou de alimentos contaminados por toxinas ou parasitas, como os fungos, vermes, vírus e bactérias. E é durante o verão que os quadros se agravam, principalmente porque as pessoas tiram férias, vão à praia e passam a consumir mais saladas, alimentos crus e a ingerir mais água – que nem sempre é potável.

Segundo a Dra. Maira Marzinotto, gastroenterologista na Rede São Camilo de São Paulo, qualquer alimento não cozido, como os peixes crus e as carnes malpassadas, leites e queijos não pasteurizados, verduras mal-lavadas, produtos mal-acondicionados e fora da validade podem causar intoxicação. “Esse problema normalmente se manifesta com sintomas digestivos, como náuseas, vômitos e diarreia e podem vir acompanhados de febre, mal-estar e dores abdominais”, completa.

O diagnóstico geralmente é feito após o relato de a pessoa ter comido alimentos crus ou malpassados, verduras cruas ou ter bebido água não potável. Dado o diagnóstico, o tratamento para os casos mais leves é feito com hidratação à base de isotônicos, água de coco e sucos. Já nos casos mais graves, podem ser indicadas medicações antiparasitárias ou antibióticas, além de hidratação por soro.

Os cuidados com a saúde não param por aí, já que durante o período de recuperação o paciente precisa manter uma dieta especial. “Eles devem ingerir muitos líquidos, fazer uma dieta leve, sem gorduras e com poucos alimentos fermentativos, como leite, grãos e massas, além de evitar a ingestão de verduras cruas, pelo menos até a recuperação total”, explica a gastroenterologista.

Para finalizar, Dra Maira recomenda que o paciente em tratamento tente comer sempre que possível em casa e evite ingerir bebidas alcoólicas e refrigerantes.

Fonte: Comunicação

Os óleos vegetais são ricos em gorduras monoinsaturadas, que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) sem reduzir o colesterol bom (HDL). A ingestão de gorduras desse tipo protege contra doenças cardiovasculares, são importantes para o bom funcionamento do intestino, para a proteção das células, para a fabricação de hormônios, absorção de vitaminas e para o controle da temperatura.

Segundo Débora Ferreira, nutricionista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o consumo de gorduras boas, como o óleo vegetal, é essencial para o organismo, mas é importante se atentar ao consumo e evitar excessos. “A gordura é um tipo de lipídio fundamental para a função energética, hormonal e estrutural. O excesso leva a um aumento do colesterol ruim e a uma diminuição do colesterol bom. Além disso, eles favorecem o entupimento das artérias, o que pode resultar em algum problema cardíaco”, finaliza.

Portanto, para não errar, Débora sugere que a ingestão de gorduras não ultrapasse 35% do total diário de calorias recomendado. E, para não ficar na dúvida de qual, quando e como usar cada uma das 10 opções encontradas nas prateleiras dos supermercados, montamos um infográfico para você baixar e consultar sempre que precisar. É só clicar e imprimir!

Como usar o óleo vegetal no preparo dos alimentos?​​​​

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Fonte: Comunicação

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: