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Especialidades

Pedra na vesícula é mais comum em mulheres 40+

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Especialidades

A vesícula tem como principal função armazenar a bile, líquido produzido pelo fígado que atua na digestão de gorduras. A formação de pedras causa enjoos e a sensação de indigestão. Algumas pessoas sentem dores intensas e agudas na parte superior direita do abdômen. Geralmente, a dor ocorre após as refeições.
 
Causa
Existem várias causas para a formação de pedras na vesícula.  Segundo dados do Ministério da Saúde, a doença acomete com mais frequência mulheres que tiveram filhos, com mais de 40 anos. Também é frequente em pessoas obesas que tiveram grandes oscilações de peso ao longo da vida.
 
Tratamento
Segundo o gastroenterologista Danilo Castellani, atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, há indicação cirúrgica para pacientes com pedras na vesícula, mesmo para àqueles que não sentem dores. “Apesar de não haver consenso, eu recomendo a cirurgia para que o paciente não corra o risco de ter uma crise ou uma complicação quando estiver viajando, por exemplo. A cirurgia é simples e em até duas semanas o paciente está de volta à rotina”, completa Castellani.

Pacientes não operados correm expressivos riscos; podem sofrer complicações graves como a colecistite aguda (inflamação da vesícula) ou pancreatite (infamação do pâncreas).
 
Lembre-se: Somente médicos especialistas podem realizar diagnósticos e indicar tratamentos.

Câncer de pulmão acomete apenas fumantes?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Especialidades

Recentemente, a apresentadora de TV Ana Maria Braga anunciou estar enfrentando um novo Câncer de Pulmão. O tumor da apresentadora é o do tipo Adenocarcinoma, variedade mais comum da doença.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Câncer de Pulmão é o segundo mais comum no Brasil, com um número estimado de 31 mil novos casos em 2018.  Dados da OMS também de 2018 revelam que o cancer de pulmão é o responsável pelo maior número de mortes por câncer no mundo todo. 

Adenocarcinoma 

O Adenocarcinoma é a variedade mais comum de câncer de pulmão, responsável por aproximadamente metade de todos os caso de câncer pulmonar. Esse tipo de câncer é um pouco mais comum em mulheres e em pessoas mais jovens. Existem diversos subtipos de Adenocarcinoma, sendo que cada subtipo difere quanto à sua agressividade, resposta ao tratamento e chances de cura.

Câncer de pulmão e fumantes

O principal fator de risco para Câncer de Pulmão é o tabagismo. Cerca de 85% dos pacientes acometidos com a doença são fumantes ou ex-fumantes (segundo dados do INCA). Ainda assim, pessoas que nunca fumaram e aqueles que convivem com fumantes, os chamados tabagistas passivos, também podem ser afetados. Fatores ocupacionais também são importantes, principalmente para trabalhadores expostos a inalação de agentes como o asbesto (indústria de amianto) e alguns metais (especialmente cromo e níquel). Outros fatores como exposição a poluição atmosférica, predisposição genética e algumas doenças pulmonares crônicas podem contribuir para o surgimento da doença. 

Sintomas​

Os sintomas mais comuns do Câncer de Pulmão são:
  • - Tosse;
  • - Dor ao respirar;
  • - Falta de ar;
  • - Emagrecimento;
  • - Fraqueza e cansaço.

  • Diagnóstico

​A suspeita de Câncer de Pulmão é feita a partir de alterações na radiografia do tórax e na tomografia computadorizada. O diagnóstico somente pode ser confirmado através de uma biópsia. As chances de cura do Adenocarcinoma​ são muito maiores quando o diagnóstico é precoce. Portanto, diversos países tem implementado programas de rastreamento de câncer de pulmão em pacientes com fatores de risco. No Brasil, ainda não há um programa nacional desse tipo, mas alguns serviços privados de saúde praticam esse rastreamento.

Tratamento

O tratamento para o câncer de pulmão evoluiu bastante nos últimos anos. Atualmente envolve cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. A cirurgia consiste na retirada da parte do pulmão onde está localizado o tumor. As demais terapias (quimioterapia, radioterapia e imunoterapia) podem ser utilizadas como uma complementação à cirurgia, e também podem ser utilizadas naqueles pacientes que não podem ser submetidos ao tratamento cirúrgico. A imunoterapia, que é um dos tratamentos utilizados por Ana Maria Braga, é um tratamento novo, que consiste em uma terapia que permite que as células de defesa do organismo ataquem o tumor. As células do tumor produzem proteínas que neutralizam o mecanismo de defesa do organismo. Os medicamentos da imunoterapia retiram esse bloqueio, permitindo que as células de defesa ajam contra o tumor.

Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, o número de obesos no país aumentou 67,8% entre os anos de 2006 e 2018. Por outro lado, a prática de atividade física também aumentou; o registro foi de 38,1% em 2018. Os dados ainda apontam que a prática de alguma atividade física no tempo livre é maior entre os homens.

Alguns cuidados são necessários para o início da prática de exercícios. O primeiro deles é realizar uma avaliação física com o Cardiologista e o Ortopedista, ou um médico especialista em Medicina Esportiva. O objetivo é verificar a saúde do indivíduo e excluir a existência de doenças que poderiam ser agravadas com a prática da atividade física.
 
Após a avaliação, é recomendada a orientação de um profissional do esporte ou um professor de educação física para que defina a quantidade de exercícios aeróbicos e de musculação necessários mediante objetivo. Lembrando que, para pessoas que não praticam atividades físicas, o ideal é começar com exercícios aeróbicos (caminhadas ou bicicletas) mesclados com exercícios de fortalecimento muscular. Isso, porque os músculos que estabilizam a coluna, os quadris, os joelhos e os tornozelos podem não aguentar o esforço repentino sem o fortalecimento prévio.

De acordo com o Ortopedista Leandro Gregorut, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, exercícios sem orientação podem desencadear problemas cardiovasculares como Infarto Agudo do Miocárdio ou AVC, lesões osteomusculares como distensões musculares e de ligamentos  e ainda inflamações indesejadas.

Exercícios MENOS indicados para pessoas obesas ou com sobrepeso
A corrida é o exercício menos indicado para o início das atividades. Modalidades que exigem muita força ou explosão muscular também não são aconselhadas.

  • - Cross Fit
  • - Jiu Jitsu
  • - Tênis

Exercícios mais indicados para pessoas obesas ou com sobrepeso

- Caminhada
- Bicicleta
- Atividades na água (hidroginástica, treinos na água)
- Musculação
- Treino funcional​

Médico Fisiatra. Quando consultar?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Especialidades

​​​A Fisiatria, também conhecida como Medicina Física e Reabilitação, é a especialidade médica que avalia e cuida da funcionalidade do indivíduo. O Fisiatra busca prevenir, diagnosticar e tratar qualquer incapacidade funcional do paciente.
 
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde, OMS, estabeleceu a funcionalidade como terceiro indicador de saúde populacional, ao lado da mortalidade e adoecimento, destacando a importância da especialidade.
 
Quando consultar um Fisiatra?
Consultar-se com um Fisiatra é indicado quando há limitações físicas ou dores crônicas originárias de doença musculoesquelética, neurológica, oncológica ou cardiopulmonar.  
 
De acordo com a Fisiatra Milene Ferreira, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, o Médico Fisiatra, além da avaliação física, também realiza avaliação funcional do paciente. “Assim, além de diagnosticar a doença, o Fisiatra busca entender seus impactos na funcionalidade e qualidade de vida do paciente”, explica.

O Fisiatra também é responsável por elaborar um plano de Reabilitação para o paciente, indicando terapias com equipe multiprofissional composta por fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicólogo. 

O que o Fisiatra pode tratar?

  • - Fisiatras podem tratar de diversas condições limitantes ou que desencadeiem dor. Alguns exemplos são:
  • - Disfunções osteoarticulares
  • - Debilidades pós tratamento de câncer como após a mastectomia ou ciclos de quimioterapia
  • - Doenças neurológicas como AVC, lesões da medula, Doença de Parkinson, entre outras
  • - Dores crônicas neuropáticas pós amputação ou de qualquer origem
  • - Reabilitação cardíaca e pulmonar após um infarto agudo do miocárdio, por exemplo
  • - Necessidade de preparação para a atividade física
  • - Alterações posturais pós cirurgia bariátrica.

Existem ainda, uma grande variedade de abordagens terapêuticas em que o Fisiatra pode atuar. Alguns exemplos são:

  • - Plano de reabilitação individualizado para a necessidade do paciente.
  • - Acupuntura
  • - Bloqueios analgésicos
  • - Prescrição de órteses, próteses e tecnologias assistivas (recursos que facilitam a funcionalidade)
  • - Prescrição de palmilhas terapêuticas
  • - ​Orientação para a prática  de atividade física adequada

Artroplastia de Quadril/Cirurgia de Prótese de Quadril

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Especialidades

​A Cirurgia de Prótese de Quadril ou Artroplastia Total do Quadril (ATQ), geralmente é indicada para pacientes com desgaste no quadril (perda da cartilagem que reveste a cabeça do fêmur e o seu local de encaixe, o acetábulo) devido à artrose e artrite reumatoide. Segundo o ortopedista Leandro Gregorut, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a Artroplastia normalmente está associada a idade, mas pode ser indicada a pacientes que sofreram um acidente ou foram acometidos por doenças graves.

Cirurgia
A operação, atualmente, tende a ser menos agressiva em função do avanço de técnicas que permitem cirurgias menos invasivas. A técnica chamada de AMES é um caminho para chegar ao quadril sem agressão de nenhum músculo ou nervo. Com isso, a recuperação do paciente é mais rápida e menos dolorosa e as complicações inerentes à cirurgia, mínimas. Normalmente, o paciente é colocado de pé pouco tempo após a cirurgia.

Cuidados e fisioterapia pós-cirúrgica
É indicado que fisioterapia se inicie no 1º dia após a Artroplastia e que permaneça de 6 a 12 meses até que se restaure o movimento normal do quadril.

São avaliados neste processo, a força e a amplitude dos movimentos, assim como a diminuição da dor. A fisioterapia também auxilia a prevenção de complicações como deslocamento da prótese e formação de coágulos.

Dentre os exercícios recomendados para a reabilitação, estão:

• Alongamento
• Exercícios ativos
• Fortalecimento
• Propriocepção (A propriocepção é a capacidade que o próprio corpo tem de avaliar em que posição se encontra, a fim de manter o perfeito equilíbrio parado, em movimento ou ao realizar esforços)
• Treino de marcha (O treino de marcha inclui atividades como o treino de equilíbrio, postura e aprendizagem motora)
• Hidroterapia.

Outros recursos recomendados são: Eletroterapia, Ultrassom, bolsas de gelo para controle da dor e inflamação. 

Fibromialgia

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Especialidades

​A Fibromialgia é uma doença crônica não-inflamatória caracterizada por dores que irradiam por diversas partes do corpo. Cerca de 3% da população brasileira é acometida pela doença, segundo a Sociedade Brasileira e Reumatologia.

Causas
As dores da Fibromialgia não têm relação com lesões nas regiões doloridas. A doença, na verdade, tem origem neurológica e é causada pela redução dos neurotransmissores serotonina e noradrenalina, responsáveis pela regulação da sensação de dor.

A predisposição genética é um fator importante para doença, que atinge principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, geralmente desencadeada por fatores ambientais como estresse. Sedentarismo é outro fator importante e está presente em uma grande parcela de pacientes com a doença.

Sintomas
Entre os sintomas mais comuns de fibromialgia estão:

• Dores difusas em várias partes do corpo
• Fadiga
• Distúrbio do sono
• Depressão
• Ansiedade
• Tontura
• Irritabilidade
• Problemas de memória
Fibromialgia e depressão

De acordo com o Dr. Levi Jales, Reumatologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a Fibromialgia está fortemente relacionada a depressão, por ser uma doença que também afeta os níveis de neurotransmissores. “Cerca 60% dos portadores sofrerão depressão no curso da doença”, explica Jales.

Diagnóstico
O diagnóstico da Fibromialgia considera o índice de dor difusa, a presença e severidade dos sintomas e manifestações associadas. Exames laboratoriais ou de imagem são solicitados com o objetivo de descartar outras possíveis doenças e avaliar enfermidades associadas a Fibromialgia.

Tratamento
O tratamento da Fibromialgia se dá com medicamentos associados a terapias, como:

• Psicoterapia
• Atividades físicas
• Acupuntura
• Meditação

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: