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Saúde da Mulher

Câncer de Ovário

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher

O Câncer de Ovário é o segundo mais comum entre as mulheres. De acordo com dados do Instituto nacional do Câncer (INCA), em 2018 foram registrados 6150 novos casos da doença. Em 75% dos casos, a doença surgiu em mulheres entre 50 e 75 anos. Apenas em 5% dos casos, mulheres de 30 anos ou menos foram acometidas pela doença. Nesses casos, geralmente, a doença está relacionada a hereditariedade (de 1 em cada 10 casos de câncer de ovário).

 

Tipos 

Cerca de 90% dos casos são de carcinoma de ovário, que surgem na superfície do órgão. Mais raramente podem surgir no interior do tecido ovariano, correspondendo aos tumores germinativos ou estromais, que são bem mais raros. 

 

Sintomas 

  • Inchaço abdominal 
  • Dor abdominal 
  • Perda de apetite e de peso 
  • Mudança no hábito intestinal e urinário 

     

    Como detectar 

    O câncer de ovário pode ser detectado precocemente por meio de ultrassonografias em check-ups de rotina. Muitas vezes, o diagnóstico é realizado apenas quando são apresentados os sintomas. Nesses casos é frequente que a paciente seja encaminhada diretamente para a cirurgia.   

     

    Tratamento 

    O câncer de ovário é tratado com a retirada dos ovários, trompas, útero e de um tecido chamado omento, que fica dentro da cavidade abdominal. Após a cirurgia é realizada uma "avaliação do risco de disseminação futura", para determinar se há necessidade de uma quimioterapia complementar.  

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Nódulos benignos de mama ou tumores benignos de mama, são caroços que aparecem nos seios, em geral, de mulheres jovens. O aparecimento de um tumor na mama assusta e causa ansiedade, mas fique calma! Nódulos benignos não têm nenhuma relação com câncer de mama e não são graves. 

 

Como identificar 

Os nódulos benignos são geralmente percebidos na palpação das mamas. É comum que apareçam mais de um. Às vezes, o nódulo benigno é doloroso ao toque. 

 

É importante ficar atenta a outros sintomas, como a presença de um inchaço ou de uma área retraída na mama - ou embaixo da axila, descarga espontânea de secreção pelo mamilo, sem que a mulher faça compressão, alterações na pele como rubor localizado ou espessamento da pele (semelhante a uma casca de laranja) e alterações no mamilo (invertido, vermelho, espesso ou descamando). Esses sintomas podem indicar presença de tumor maligno. 

 

A prevenção por meio do autoexame, possibilita a identificação dos nódulos precocemente, o que aumenta expressivamente as chances de cura. Consulte seu médico para a realização de um diagnóstico através de ultrassonografia ou mamografia. 

 

 

Tipos mais comuns 

  • Cistos: são como capsulas preenchidas com substância líquida. 7 a 10% das mulheres ocidentais desenvolvem cistos na mama ao longo da vida. 
  • Fibroadenomas Mamários: tumores benignos. Ao menos 10% das mulheres desenvolvem fibroadenomas no início da idade reprodutiva. 
     

    É câncer? 

    Segundo o Dr. Carlos Dzik, oncologista atuante na Rede de Hospitais são Camilo de São Paulo, nódulos benignos não tem relação com câncer. Em geral, estão relacionados à fatores hormonais em diferentes momentos da vida. "Não existe associação entre nódulos ou tumores benignos e câncer", explica Dzik. 

     

    Tratamento 

    Muitas vezes os nódulos benignos demandam apenas acompanhamento da evolução, sem necessidade de qualquer intervenção. Eles normalmente desaparecem espontaneamente, principalmente quando são pequenos. A remoção cirúrgica pode ser indicada para tumores maiores, que causam dor ou alteram a aparência da mama. 

Sempre procure avaliação médica ao notar a presença de qualquer nódulo.

Câncer de tireoide é mais comum em mulheres

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher

Três vezes mais comum em mulheres, o câncer de tireoide é assintomático na maioria dos casos. De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), foram 9.610 novos casos da enfermidade em 2018, especialmente em mulheres das regiões Sudeste e Nordeste.  

 

Como é detectado 

O câncer de tireoide normalmente é detectado em ultrassonografias ou em palpações no pescoço. O diagnóstico é confirmado por meio de biópsia guiada por uma ultrassonografia. Felizmente, 90% dos nódulos detectados na tireoide são benignos. O tumor geralmente é descoberto ainda pequeno e pode ser tratado na fase inicial.

 

Tipos de câncer 

Existem quatro tipos de tumor na tireoide: 

- Carcinoma Papilífero: O mais comum. Cresce muito lentamente e pode ser curado mesmo em estágios mais avançados. 

- Carcinoma Folicular: Tumor menos comum e em geral facilmente curável. 

- Carcinoma Medular: Único tumor que pode ter herança genética. Costuma aparecer em adolescentes ou adultos jovens e pode estar em vários lugares da glândula, mesmo em estágios iniciais. 

- Carcinoma Anaplásico: O mais agressivo. Surge a partir de um tumor papilífero ou folicular inicial. Felizmente é uma variante rara. 

 

Tratamento  

O tratamento do câncer de tireoide é feito cirurgicamente, com a retirada de parte ou de toda a glândula tireoide. Quando a doença está mais avançada, os pacientes podem ser submetidos a tratamento com iodo radioativo.

Bem-me-quero Outubro Rosa

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher

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A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, com o apoio da Rádio Transamérica, acaba de lançar a campanha "Bem-me-quero" em comemoração ao mês do Outubro Rosa.

 

Neste ano, o foco das ações é a importância do cuidado com a saúde da mulher em cada etapa de sua vida, desde a prevenção até os pequenos cuidados do dia a dia. 

 

Ao longo do mês, você terá acesso a dicas em nossas redes sociais e poderá tirar todas as suas dúvidas sobre a saúde feminina acompanhando também a programação da rádio. 

 

Na tabela abaixo você confere quais são os exames recomendados para cada faixa etária e algumas dicas para cuidar da sua saúde.

 

E, para um atendimento completo e maior comodidade, o Hospital São Camilo de São Paulo oferece pronto-atendimento e atendimento ambulatorial dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames diagnósticos. 

Saiba mais sobre o Centro da Saúde da Mulher na Unidade Santana. Clique aqui.​ 



A maioria das mulheres vive uma eterna batalha contra a balança. Em alguns períodos, dedicam-se a dietas e exercícios e conseguem eliminar os indesejados quilos extras. Em outros, dão-se o direito de aproveitar mais a vida e acabam recuperando em poucos dias o peso que levaram meses para perder. Geralmente, a motivação é estética, mas a importância da manutenção do peso vai muito além da satisfação com a imagem refletida no espelho.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade como um dos principais problemas de saúde da atualidade. É considerada obesa uma pessoa com Índice de Massa Corporal (IMC), acima de 30. O IMC pode ser obtido dividindo o peso pela altura ao quadrado (altura x altura).

 

Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em conjunto com Ministério da Saúde, em 2014, mostrou que o problema é ligeiramente mais incidente em mulheres (18,2%) do que em homens (17,6%). Os principais fatores que contribuem com este resultado são o maior sedentarismo entre as mulheres, gestação, história familiar, casamento em idade jovem, cessação do tabagismo e níveis de educação e urbanização baixos.

 

“Muitas doenças são causadas e/ou agravadas pela obesidade em mulheres, sendo as mais importantes a diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e tromboses), apneia do sono, doenças musculoesqueléticas (artroses, degeneração das articulações e hérnias), depressão, infertilidade e alguns tipos de câncer”, alerta o gastroenterologista e chefe do Ambulatório de Tratamento da Obesidade e Cirurgia Bariátrica do Hospital São Camilo Santana, Ivan Vasconcellos.

 

Ainda segundo o especialista, a relação entre o IMC, diabetes mellitus tipo 2 e doença coronariana é mais forte para as mulheres do que para os homens. “Uma mulher com 1,65cm e 95 kg (IMC 35 - obesidade), por exemplo, terá mais chances de ser acometida por doenças crônicas do que um homem com as mesmas medidas. Comparadas a mulheres com peso normal, as obesas têm 11 vezes mais chances de diabetes mellitus tipo 2 e três vezes mais chances de óbito por doença cardiovascular”, analisa.

 

Para prevenir esses problemas, a manutenção do peso é fundamental. “Em alguns casos, uma dieta saudável e balanceada, prática regular de exercícios físicos, controle hormonal e de ansiedade podem ajudar as mulheres a atingir e manter o peso ideal. É importante manter tais hábitos continuamente, para evitar o famoso ‘efeito sanfona’, que é prejudicial ao organismo Em outros, é preciso uma avaliação médica para indicação de cirurgia bariátrica. O objetivo desse procedimento é reduzir a quantidade de alimentos ingeridos e/ou absorvidos pelo organismo, bem como melhorar o metabolismo, levando à perda de peso mais sustentada”, explica Vasconcellos.

 

Apesar do número de obesos ser pouco diferente entre os gêneros, as mulheres fazem mais cirurgia bariátrica do que os homens e representam até 80% dos procedimentos realizados. “A maioria tem entre 25 e 45 anos, é casada ou tem união estável. Entre as razões para realizar a cirurgia bariátrica, estão a cobrança social e pessoal sobre a imagem corporal da mulher, aumento da possibilidade de engravidar, redução das complicações da gestação e parto e doenças e limitações causadas pela obesidade”, revela.

 

“Até o momento, nenhum país conseguiu demonstrar, efetivamente, redução na incidência de obesidade. A situação é muito preocupante, pois se acredita que a expectativa de vida deverá diminuir, caso esse problema não seja controlado e continue a aumentar”, finaliza o gastroenterologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Ivan Vasconcellos.

 

 

* Ivan Vasconcellos é gastroenterologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

A população mundial está envelhecendo. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidades), até 2050, a quantidade de idosos vai duplicar no mundo. No Brasil, a expectativa é que o número de pessoas com mais de 60 anos aumente mais do que a média mundial, passando dos atuais 12,5% para 30%, até a metade do século. Entre as consequências do envelhecimento da população, está o aumento de doenças degenerativas do corpo, como a artrose (osteoartrose).

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, 9,6% dos homens e 18% das mulheres com idade superior a 60 anos sofrem com o problema. Cerca de 80% das pessoas com osteoartrose têm limitações de movimento e 25% não podem executar as principais atividades da vida diária, como abrir uma caixa de alimento, dirigir, caminhar, subir escadas, levantar e segurar objetos.

“Isso acontece porque as extremidades dos ossos do corpo são cobertas por uma superfície lisa, chamada cartilagem, que atua como uma espécie de almofada para as articulações, permitindo que os movimentos sejam realizados sem impacto. Quando a pessoa desenvolve artrose, a cartilagem é lesada, causando problemas de movimento, inflamação da articulação e deformação Qualquer articulação do corpo pode ser prejudicada, mas as mais comuns são as dos dedos, joelhos, quadris, coluna lombar e cervical”, explica o ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Marco Aurélio Neves.

Os sintomas podem variar de acordo com a articulação afetada e grau da lesão. “Os principais são dor e rigidez, especialmente no período da manhã ou ao descansar depois de um dia de atividades. As articulações podem ficar inchadas, especialmente após atividade prolongada. Se o problema for no quadril, a dor será sentida na região da virilha ou nas nádegas e, às vezes, no interior do joelho ou na coxa. Caso seja nos joelhos, a pessoa terá a sensação de ‘ranger’, quando se movimentar. Nos dedos, há crescimento ósseo (nódulos) na borda das articulações, o que pode deixá-los inchados, deformados e vermelhos e gerar dor na base do polegar. Nos pés, dor e sensibilidade são sentidas na base do dedão e pode haver inchaço nos tornozelos ou pés”, esclarece o especialista.

O diagnóstico da artrose é realizado durante consulta médica, a partir do histórico do paciente e exame físico. “Alguns outros testes podem contribuir com a diagnóstico, como raio-X, que mostra danos e outras alterações relacionadas à osteoartrose, ressonância magnética, que proporciona melhores imagens de cartilagem e outras estruturas para detectar precocemente anormalidades típicas da doença, e aspiração articular, análise de fluído retirado da articulação com uma agulha, sob anestesia local, para encontrar evidências de cristais ou deterioração das articulações”, detalha Neves.

A artrose é uma doença crônica, sem cura. Os tratamentos estão disponíveis para controlar os sintomas. “Os principais são pílulas, xaropes, cremes ou loções, além de injeções nas articulações, com analgésicos, anti-inflamatórios e corticoides. A fisioterapia e a terapia ocupacional também são indicadas. Dispositivos de apoio podem ajudar com a função e mobilidade, como muletas, bengalas, andadores, talas, calçados ou ferramentas úteis, como abridores de frasco ou calçadeiras de cabo longo. Em casos mais avançados da doença, a cirurgia pode reparar ou substituir articulações severamente danificadas, especialmente nos quadris ou joelhos”, revela o ortopedista.

“Por muito tempo, a osteoartrose foi creditada exclusivamente ao ‘desgaste’ das articulações ao longo dos anos, porém, atualmente, os cientistas a veem como uma doença da articulação influenciada por múltiplos fatores, como genes, sobrepeso, lesões e uso excessivo das articulações, problemas ósseos e distúrbios da articulação, como a artrite reumatoide. Por isso, para prevenir a doença, é preciso praticar atividade física, controlar o peso e estimular a mobilidade, realizando alongamento das articulações”, recomenda.

​​​​ Em 2015, os brasileiros enfrentaram a maior epidemia de dengue já registrada no país. Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, foram mais de 1.566.510 casos prováveis em todo território nacional.

O ano também foi responsável por apresentar aos brasileiros duas novas doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti: o zika vírus e a febre chikungunya.

Além do transmissor, as doenças também possuem sintomas semelhantes. Veja as principais diferenças entre eles:

​​​​ Viajar para outros países, conhecer novas culturas, explorar a culinária local pode ser o desejo de viagem de muitas pessoas. Só que, na maioria das vezes, essa ida para outro país ou até mesmo outro continente pode trazer um desconforto muito conhecido como jet lag, uma condição decorrente da alteração do relógio biológico causada pela variação do fuso horário.

Dr. Eduardo Bogaz, otorrinolaringologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo explica melhor: “O corpo humano é sensível aos níveis de iluminação do sol através de um mecanismo chamado ritmo circadiano que controla a disposição para o sono e fome e, quando há uma alteração nesse ciclo, nosso relógio biológico fica desorientado causando alguns desconfortos”.

Os principais sintomas relacionados ao jet lag são: dificuldade de dormir no horário adequado, dor de cabeça, náuseas, irritabilidade, fraqueza, abatimento, queda da concentração e da capacidade cognitiva.

Ainda segundo Dr. Eduardo, todas as pessoas sofrem com a influência da mudança de fuso horário sobre o ritmo circadiano, mesmo aquelas que são acostumadas a viajar. Porém, o efeito dessa mudança sobre a habilidade e a capacidade de cada um é individual.

Normalmente, para se adaptar ao novo horário, é preciso um dia inteiro para cada diferença de hora. Ou seja, se uma pessoa vai à França, por exemplo, serão necessários três dias para seu organismo se ambientar ao novo local. Além disso, quanto maior a diferença do fuso entre a origem e o destino da viagem, maiores serão os efeitos do jet lag.

Em geral, mudanças de três ou mais fusos já são capazes de causar esses desconfortos. Por isso, o otorrinolaringologista ensina algumas técnicas para se adaptar melhor a essas mudanças e se acostumar com o novo horário:​

- Se a viagem for curta, mantenha a rotina conforme o local de origem, já que o período de adaptação ao novo fuso coincidirá com o tempo de viagem, evitando assim o transtorno da readaptação na volta;​
- Se ficar muito tempo no local de destino, inicie uma adaptação alguns dias antes da viagem, como dormir e comer de acordo com o horário local do lugar para onde vai;
- Tente marcar o desembarque no local de destino no começo do dia;
- Evite ingerir álcool;
- Evite dormir durante o dia;
- Alimente-se de forma saudável e nos horários corretos.​

Fonte: Comunicação

​​​​ A Unidade Ipiranga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo inaugura as ampliações do Centro Médico de Especialidades e Pronto-Socorro e se torna a maior referência em atendimento médico da região.

O novo Centro Médico reúne especialistas em diversas áreas, como Ortopedia, Urologia, Pneumologia, Cardiologia, Ginecologia, Cirurgia Geral, Neurologia e Oncologia. Com a reforma, o local que atendia 3.000 pacientes por mês, pode chegar a 6.500, um crescimento de quase 120%.

O projeto de expansão da Unidade também contemplou o Pronto-Socorro, que ampliou a área de 770,15 m² para 1.167,12 m². O novo espaço permitiu um aumento na capacidade de atendimento de 30% e passou a contar com uma sala de emergência com acesso direto à área externa que pode atender dois pacientes simultaneamente, sala de observação com 12 leitos, um leito individual isolado com pressão negativa, para o controle de doenças infecto contagiosas, além de uma sala de cirurgia para pequenos procedimentos e área de medicação ampliada.

“O Centro Médico do Hospital São Camilo Ipiranga está preparado para atender ao paciente de forma completa, da consulta aos exames de imagem e cirurgias. Tudo é resolvido em apenas um lugar, promovendo maior conforto e segurança ao paciente. Já a reforma do Pronto-Socorro vem para ampliar o atendimento da demanda de urgência e emergência da região”, explica o gerente médico da Unidade Ipiranga, Leonardo Hiroki Kawasaki.

Fonte: Assessoria de Imprensa ​ ​

Como se preparar para uma consulta médica

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

​​​​ É muito comum que as pessoas passem regulamente por consultas médicas de rotina para acompanhar o tratamento de alguma doença crônica, como o diabetes, por exemplo, para fazer um checkup geral ou até mesmo para averiguar alguma nova alteração ou sintoma.

Em todos os casos citados acima, levar exames e laudos antigos pode ajudar o especialista a chegar a um diagnóstico mais preciso. Com o histórico do paciente em mãos, o médico consegue levar em consideração toda a evolução do problema e não apenas a situação presente dos sintomas.

Segundo o Dr. Leonardo Hiroki Kawasaki, Gerente Médico da Unidade Ipiranga do Hospital São Camilo de São Paulo, é importante que o médico tenha conhecimento dos sintomas anteriores, mesmo que eles tenham melhorado, dos resultados de exames realizados e das possíveis tentativas de tratamento. Além disso, levar a relação de medicamentos em uso é fundamental para evitar a prescrição de drogas que possam ter interações de risco e causar reações adversas.

“Outro motivo importante para se levar a lista de medicamentos está na possibilidade da queixa do paciente ser, na realidade, um efeito colateral da medicação e não necessariamente motivada pela doença”, completa Dr. Leonardo.

Já os relatórios médicos podem conter informações úteis ao diagnóstico e à continuidade do tratamento, como é o caso do Sumário ou Resumo de Alta, que é entregue aos pacientes com internação prévia, ou seja, aqueles que já têm conhecimento da internação para um procedimento cirúrgico.

Quando o assunto é levar ou não um acompanhante, Dr. Leonardo deixa claro que essa é uma escolha de cada um: “Levar um acompanhante pode ajudar no esclarecimento de dúvidas ao complementar questões que eventualmente o paciente não consiga se lembrar. Entretanto, o paciente precisa estar ciente de que deverá ser alguém de confiança, pois poderão ser compartilhadas informações sigilosas relativas a seu histórico clínico durante o atendimento”, completa.

Para finalizar, ele deixa mais algumas dicas:

- Tente agendar a consulta com antecedência;​​
- Faça o possível para chegar antes do horário marcado;
- Leve a lista ou a receita como o nome de todos os medicamentos que você já usou ou está usando;
- Quando necessário, informe o histórico médico da família;
- Procure levar sempre que possível os exames mais antigos;
- E, por fim, tente ir às consultas com roupas confortáveis para facilitar a realização de exames clínicos.​

Fonte: Comunicação

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