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Saúde do Homem

Câncer de Próstata

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde do Homem

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino e tem a função de produzir a secreção que lubrifica a uretra.

 

O câncer de próstata é o mais comum em homens depois do câncer de pele não-melanoma. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2018 ocorreram 68 mil novos casos.

 

Fatores de risco

De acordo com o urologista Lucas Furtado, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, o principal fator da doença é a predisposição genética; "homens com histórico da doença na família têm maior risco de serem acometidos".

 

Sintomas

Nos estágios iniciais, o câncer de próstata progride silenciosamente e geralmente os sintomas só aparecem quando a doença está em estágio avançado. Os sintomas são:

 

·         Jato de urina fraco.

·         Sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga.

·         Aumento da frequência de micções.

·         Perda de peso.

·         Dor óssea.

 

Exames

Devido ao fato da doença não apresentar sintomas nos estágios iniciais, quando se é mais fácil tratar, é fundamental a realização de exames periódicos. Esses exames são:

 

·         Exame de toque retal: Também conhecido como "exame de próstata" é um exame simples, rápido, indolor e eficiente na detecção precoce de um eventual câncer.

·         Exame de PSA: O exame de Antígeno Prostático Específico (ou PSA da sigla em inglês) é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue.

  

Ambos os exames devem ser realizados anualmente, a partir de 50 anos. Os exames são complementares e um não substitui o outro. Em casos de histórico familiar, pode ser necessário o início do rastreio antes da idade recomendada.

 

Diagnóstico

Caso seja detectada alguma alteração no exame de toque ou PSA, outros exames serão indicados tais como biópsia da próstata e ressonância multiparamétrica.

 

Tratamento

O tratamento para o câncer de próstata é feito com cirurgia ou radioterapia, a depender do caso. Tumores de baixo risco podem ficar apenas sob monitoramento, evitando efeitos adversos em uma intervenção, realizada apenas caso o tumor avance.​

A população mundial está envelhecendo. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidades), até 2050, a quantidade de idosos vai duplicar no mundo. No Brasil, a expectativa é que o número de pessoas com mais de 60 anos aumente mais do que a média mundial, passando dos atuais 12,5% para 30%, até a metade do século. Entre as consequências do envelhecimento da população, está o aumento de doenças degenerativas do corpo, como a artrose (osteoartrose).

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, 9,6% dos homens e 18% das mulheres com idade superior a 60 anos sofrem com o problema. Cerca de 80% das pessoas com osteoartrose têm limitações de movimento e 25% não podem executar as principais atividades da vida diária, como abrir uma caixa de alimento, dirigir, caminhar, subir escadas, levantar e segurar objetos.

“Isso acontece porque as extremidades dos ossos do corpo são cobertas por uma superfície lisa, chamada cartilagem, que atua como uma espécie de almofada para as articulações, permitindo que os movimentos sejam realizados sem impacto. Quando a pessoa desenvolve artrose, a cartilagem é lesada, causando problemas de movimento, inflamação da articulação e deformação Qualquer articulação do corpo pode ser prejudicada, mas as mais comuns são as dos dedos, joelhos, quadris, coluna lombar e cervical”, explica o ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Marco Aurélio Neves.

Os sintomas podem variar de acordo com a articulação afetada e grau da lesão. “Os principais são dor e rigidez, especialmente no período da manhã ou ao descansar depois de um dia de atividades. As articulações podem ficar inchadas, especialmente após atividade prolongada. Se o problema for no quadril, a dor será sentida na região da virilha ou nas nádegas e, às vezes, no interior do joelho ou na coxa. Caso seja nos joelhos, a pessoa terá a sensação de ‘ranger’, quando se movimentar. Nos dedos, há crescimento ósseo (nódulos) na borda das articulações, o que pode deixá-los inchados, deformados e vermelhos e gerar dor na base do polegar. Nos pés, dor e sensibilidade são sentidas na base do dedão e pode haver inchaço nos tornozelos ou pés”, esclarece o especialista.

O diagnóstico da artrose é realizado durante consulta médica, a partir do histórico do paciente e exame físico. “Alguns outros testes podem contribuir com a diagnóstico, como raio-X, que mostra danos e outras alterações relacionadas à osteoartrose, ressonância magnética, que proporciona melhores imagens de cartilagem e outras estruturas para detectar precocemente anormalidades típicas da doença, e aspiração articular, análise de fluído retirado da articulação com uma agulha, sob anestesia local, para encontrar evidências de cristais ou deterioração das articulações”, detalha Neves.

A artrose é uma doença crônica, sem cura. Os tratamentos estão disponíveis para controlar os sintomas. “Os principais são pílulas, xaropes, cremes ou loções, além de injeções nas articulações, com analgésicos, anti-inflamatórios e corticoides. A fisioterapia e a terapia ocupacional também são indicadas. Dispositivos de apoio podem ajudar com a função e mobilidade, como muletas, bengalas, andadores, talas, calçados ou ferramentas úteis, como abridores de frasco ou calçadeiras de cabo longo. Em casos mais avançados da doença, a cirurgia pode reparar ou substituir articulações severamente danificadas, especialmente nos quadris ou joelhos”, revela o ortopedista.

“Por muito tempo, a osteoartrose foi creditada exclusivamente ao ‘desgaste’ das articulações ao longo dos anos, porém, atualmente, os cientistas a veem como uma doença da articulação influenciada por múltiplos fatores, como genes, sobrepeso, lesões e uso excessivo das articulações, problemas ósseos e distúrbios da articulação, como a artrite reumatoide. Por isso, para prevenir a doença, é preciso praticar atividade física, controlar o peso e estimular a mobilidade, realizando alongamento das articulações”, recomenda.

​​​​ Em 2015, os brasileiros enfrentaram a maior epidemia de dengue já registrada no país. Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, foram mais de 1.566.510 casos prováveis em todo território nacional.

O ano também foi responsável por apresentar aos brasileiros duas novas doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti: o zika vírus e a febre chikungunya.

Além do transmissor, as doenças também possuem sintomas semelhantes. Veja as principais diferenças entre eles:

​​​​ Viajar para outros países, conhecer novas culturas, explorar a culinária local pode ser o desejo de viagem de muitas pessoas. Só que, na maioria das vezes, essa ida para outro país ou até mesmo outro continente pode trazer um desconforto muito conhecido como jet lag, uma condição decorrente da alteração do relógio biológico causada pela variação do fuso horário.

Dr. Eduardo Bogaz, otorrinolaringologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo explica melhor: “O corpo humano é sensível aos níveis de iluminação do sol através de um mecanismo chamado ritmo circadiano que controla a disposição para o sono e fome e, quando há uma alteração nesse ciclo, nosso relógio biológico fica desorientado causando alguns desconfortos”.

Os principais sintomas relacionados ao jet lag são: dificuldade de dormir no horário adequado, dor de cabeça, náuseas, irritabilidade, fraqueza, abatimento, queda da concentração e da capacidade cognitiva.

Ainda segundo Dr. Eduardo, todas as pessoas sofrem com a influência da mudança de fuso horário sobre o ritmo circadiano, mesmo aquelas que são acostumadas a viajar. Porém, o efeito dessa mudança sobre a habilidade e a capacidade de cada um é individual.

Normalmente, para se adaptar ao novo horário, é preciso um dia inteiro para cada diferença de hora. Ou seja, se uma pessoa vai à França, por exemplo, serão necessários três dias para seu organismo se ambientar ao novo local. Além disso, quanto maior a diferença do fuso entre a origem e o destino da viagem, maiores serão os efeitos do jet lag.

Em geral, mudanças de três ou mais fusos já são capazes de causar esses desconfortos. Por isso, o otorrinolaringologista ensina algumas técnicas para se adaptar melhor a essas mudanças e se acostumar com o novo horário:​

- Se a viagem for curta, mantenha a rotina conforme o local de origem, já que o período de adaptação ao novo fuso coincidirá com o tempo de viagem, evitando assim o transtorno da readaptação na volta;​
- Se ficar muito tempo no local de destino, inicie uma adaptação alguns dias antes da viagem, como dormir e comer de acordo com o horário local do lugar para onde vai;
- Tente marcar o desembarque no local de destino no começo do dia;
- Evite ingerir álcool;
- Evite dormir durante o dia;
- Alimente-se de forma saudável e nos horários corretos.​

Fonte: Comunicação

​​​​ A Unidade Ipiranga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo inaugura as ampliações do Centro Médico de Especialidades e Pronto-Socorro e se torna a maior referência em atendimento médico da região.

O novo Centro Médico reúne especialistas em diversas áreas, como Ortopedia, Urologia, Pneumologia, Cardiologia, Ginecologia, Cirurgia Geral, Neurologia e Oncologia. Com a reforma, o local que atendia 3.000 pacientes por mês, pode chegar a 6.500, um crescimento de quase 120%.

O projeto de expansão da Unidade também contemplou o Pronto-Socorro, que ampliou a área de 770,15 m² para 1.167,12 m². O novo espaço permitiu um aumento na capacidade de atendimento de 30% e passou a contar com uma sala de emergência com acesso direto à área externa que pode atender dois pacientes simultaneamente, sala de observação com 12 leitos, um leito individual isolado com pressão negativa, para o controle de doenças infecto contagiosas, além de uma sala de cirurgia para pequenos procedimentos e área de medicação ampliada.

“O Centro Médico do Hospital São Camilo Ipiranga está preparado para atender ao paciente de forma completa, da consulta aos exames de imagem e cirurgias. Tudo é resolvido em apenas um lugar, promovendo maior conforto e segurança ao paciente. Já a reforma do Pronto-Socorro vem para ampliar o atendimento da demanda de urgência e emergência da região”, explica o gerente médico da Unidade Ipiranga, Leonardo Hiroki Kawasaki.

Fonte: Assessoria de Imprensa ​ ​

Como se preparar para uma consulta médica

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

​​​​ É muito comum que as pessoas passem regulamente por consultas médicas de rotina para acompanhar o tratamento de alguma doença crônica, como o diabetes, por exemplo, para fazer um checkup geral ou até mesmo para averiguar alguma nova alteração ou sintoma.

Em todos os casos citados acima, levar exames e laudos antigos pode ajudar o especialista a chegar a um diagnóstico mais preciso. Com o histórico do paciente em mãos, o médico consegue levar em consideração toda a evolução do problema e não apenas a situação presente dos sintomas.

Segundo o Dr. Leonardo Hiroki Kawasaki, Gerente Médico da Unidade Ipiranga do Hospital São Camilo de São Paulo, é importante que o médico tenha conhecimento dos sintomas anteriores, mesmo que eles tenham melhorado, dos resultados de exames realizados e das possíveis tentativas de tratamento. Além disso, levar a relação de medicamentos em uso é fundamental para evitar a prescrição de drogas que possam ter interações de risco e causar reações adversas.

“Outro motivo importante para se levar a lista de medicamentos está na possibilidade da queixa do paciente ser, na realidade, um efeito colateral da medicação e não necessariamente motivada pela doença”, completa Dr. Leonardo.

Já os relatórios médicos podem conter informações úteis ao diagnóstico e à continuidade do tratamento, como é o caso do Sumário ou Resumo de Alta, que é entregue aos pacientes com internação prévia, ou seja, aqueles que já têm conhecimento da internação para um procedimento cirúrgico.

Quando o assunto é levar ou não um acompanhante, Dr. Leonardo deixa claro que essa é uma escolha de cada um: “Levar um acompanhante pode ajudar no esclarecimento de dúvidas ao complementar questões que eventualmente o paciente não consiga se lembrar. Entretanto, o paciente precisa estar ciente de que deverá ser alguém de confiança, pois poderão ser compartilhadas informações sigilosas relativas a seu histórico clínico durante o atendimento”, completa.

Para finalizar, ele deixa mais algumas dicas:

- Tente agendar a consulta com antecedência;​​
- Faça o possível para chegar antes do horário marcado;
- Leve a lista ou a receita como o nome de todos os medicamentos que você já usou ou está usando;
- Quando necessário, informe o histórico médico da família;
- Procure levar sempre que possível os exames mais antigos;
- E, por fim, tente ir às consultas com roupas confortáveis para facilitar a realização de exames clínicos.​

Fonte: Comunicação

Atenção com as crianças nas férias

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

​​​ Fraturas, ingestão de substâncias tóxicas ou de brinquedos estão entre os problemas mais comuns durante o recesso escolar; pais devem ter cuidado para evitar acidentes

Basta as escolas darem início às férias escolares para que os pais comecem a conviver com o dilema do que fazer com os filhos para que eles se distraiam e gastem muita energia.

No entanto, o que é motivo de alegria pode se tornar preocupação, pois é nesse período que aumenta o número de acidentes domésticos e fraturas.

“As fraturas do membro superior são as mais comuns, sendo as do antebraço, punho e cotovelos as prevalentes. Os acidentes com ingestão de substâncias tóxicas ou de brinquedos ocorrem mais com crianças entre 2 e 5 anos. Os pais devem ter atenção especial nessa época, período em que os filhos passam muito tempo dentro de casa e a curiosidadepode levar à ingestão de produtos de limpeza, por exemplo”, ressalta o ortopedista e traumatologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fernando Baldy dos Reis.

Diversão com cautela

Brincadeiras como andar de patins, skate e bicicleta, quando realizadas de forma inadvertida e sem acompanhamento dos responsáveis, pode levar a lesões graves. Segundo Baldy, também é preciso certo cuidado com as crianças nos parquinhos. “A ocorrência de acidentes domésticos é mais comum na idade pré-escolar. Por curiosidade, as crianças sobem em cadeiras e móveis para pegar objetos. Além disso, podem sofrer algum tipo de lesão pela queda de armários ou móveis ao tentarem subir em algo”, afirma o traumatologista.

Idade x problemas

2 a 5 anos

Os problemas mais comuns são pequenas quedas e contusões. Não se pode esquecer de ocorrências graves como atropelamento, além de ingestão inadvertida de brinquedos, substâncias tóxicas e até produtos de limpeza.

7 a 12 anos

Fraturas do membro superior são as mais frequentes; o tratamento pode variar de redução e imobilização feitas no ambulatório (pronto-socorro) até a necessidade de redução e fixação cirúrgica da fratura.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Os óleos vegetais são ricos em gorduras monoinsaturadas, que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) sem reduzir o colesterol bom (HDL). A ingestão de gorduras desse tipo protege contra doenças cardiovasculares, são importantes para o bom funcionamento do intestino, para a proteção das células, para a fabricação de hormônios, absorção de vitaminas e para o controle da temperatura.

Segundo Débora Ferreira, nutricionista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o consumo de gorduras boas, como o óleo vegetal, é essencial para o organismo, mas é importante se atentar ao consumo e evitar excessos. “A gordura é um tipo de lipídio fundamental para a função energética, hormonal e estrutural. O excesso leva a um aumento do colesterol ruim e a uma diminuição do colesterol bom. Além disso, eles favorecem o entupimento das artérias, o que pode resultar em algum problema cardíaco”, finaliza.

Portanto, para não errar, Débora sugere que a ingestão de gorduras não ultrapasse 35% do total diário de calorias recomendado. E, para não ficar na dúvida de qual, quando e como usar cada uma das 10 opções encontradas nas prateleiras dos supermercados, montamos um infográfico para você baixar e consultar sempre que precisar. É só clicar e imprimir!

Como usar o óleo vegetal no preparo dos alimentos?​​​​

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Fonte: Comunicação

Desvendando os mistérios da microcefalia

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher, Saúde do Homem

Por conta do surto que vem atingindo algumas regiões do Brasil, a microcefalia passou a estampar as páginas dos jornais, sendo um dos assuntos de saúde mais comentados do país.

Segundo Dr. Edson Issamu Yokoo, neurologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a microcefalia é uma patologia onde a criança nasce com o crânio e o cérebro menores do que o normal, podendo comprometer o desenvolvimento motor e intelectual.

Essa condição neurológica pode ser explicada por causas primarias e causas secundarias:

As causas primárias se concentram especialmente nas doenças genéticas, como na Síndrome de Down, Síndrome de Edwards, na Síndrome de Cri du Chat e nas malformações imprevisíveis do sistema nervoso central, principalmente do cérebro.

Já as causas secundárias dizem respeito ao histórico de gestação da mãe. As principais são as infecciosas (como a rubéola, toxoplasmose, citomegalovírus), as carências (desnutrição na gestação), uso de álcool e drogas, presença de doenças metabólicas maternas (como a fenilcetonuria) e as complicações de parto que podem levar à falta de oxigenação cerebral do bebê no ato do nascimento.

Ainda de acordo com o Dr. Edson, as sequelas que os bebês apresentam dependem do grau de comprometimento do cérebro e de sua causa básica. “Podemos observar um leque de manifestações neurofisiológicas como retardo no desenvolvimento neuropsicomotor, déficit da mental, transtorno fala e do movimento, déficit motor, transtorno visual e transtornos cognitivos”.

Não existe um tratamento específico para as microcefalias primárias. Pode ser recomendado apenas o tratamento para a doença base. Já nas microcefalias secundárias com a presença de junção dos ossos do crânio, pode ser indicado um procedimento cirúrgico, já que a situação leva à compressão do cérebro e ao aumento da pressão intracraniana. “Recomenda-se o tratamento cirúrgico até o sexto mês de vida, período onde o cérebro da criança, em seu desenvolvimento normal, apresenta grande aumento de seu tamanho”, completa Dr. Edson.

Para finalizar, o neurologista afirma que é possível a gestante evitar alguns fatores para microcefalia, como fazer seu pré-natal de maneira regular e disciplinada, evitar situações de desequilíbrio nutricional, atender às recomendações do obstetra, evitar o uso de álcool e drogas e manter as atividades mais saudáveis possíveis. “Por outro lado, não há como evitar transtornos genéticos, as malformações do sistema nervoso central ou isolamento total quanto às infecções, mas o pré-natal bem cumprido pode minimizar e antecipar tais diagnósticos”.

Fonte: Comunicação ​​

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: