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Novembro 2019

27 de Novembro – Dia Internacional de Combate ao Câncer

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​​Vivenciar o tratamento oncológico tende a ser assustador e desgastante. Com a exposição ao estresse desse período, as emoções e a saúde mental do paciente costumam ser muito afetadas. 
Após concluir o tratamento, há o processo de retomar a rotina, reconstruir a vida e superar emocionalmente essa experiência tão complexa. O apoio de pessoas próximas é fundamental.
 
Durante o tratamento
O sofrimento do paciente oncológico começa no diagnóstico, onde ele se depara com o medo e a insegurança, característicos desse tipo de doença e tratamento. Durante o tratamento, que costuma exigir dedicação integral, a rotina do paciente é expressivamente alterada. De acordo com a psicóloga Rita Calegari, Gerente Multiprofissional da Rede de Hospitais São Camilo, a reação de enfrentamento é muito pessoal e mobiliza recursos internos (emoções, espiritualidade, propósito de vida, vivências anteriores, etc.) e externos (rede de apoio, familiares, equipe de saúde, recursos médicos, etc.). “As mudanças inesperadas e indesejadas causam estresse, tristeza, ansiedade, alterações no padrão de sono e na alimentação e afetam a qualidade de vida”, explica Calegari. 
 
Após a cura
Mesmo após a conclusão do tratamento é comum haver o medo do retorno da doença. Isso pode gerar insegurança e afetar a forma de se relacionar com a vida e com o futuro. Algumas pessoas podem ser impactadas de maneira positiva pela experiência e passarem a ver um novo sentido na sua existência, valorizando o que realmente importa a elas. Outras ficam tão assustadas que precisam de mais tempo e de apoio profissional (de psicólogos e psiquiatras) para processar a experiência.

Sequelas
Alguns tipos de câncer precisam de tratamentos que ocasionam sequelas definitivas, como por exemplo a perda de um órgão ou membro do corpo. Calegari explica que perder uma parte do seu corpo - mesmo quando não é visível aos outros, pode gerar sentimentos de luto.  “A pessoa passa por uma etapa de elaboração da perda, que pode ser lenta e levar anos até a aceitação de sua nova condição.”
 
Superação
As dificuldades emocionais desse processo podem ser superadas com o fortalecimento dos recursos internos, que todos nós dispomos. Isso pode ser feito com o apoio de profissionais, como o psicólogo, que na rede São Camilo fazem parte da equipe multiprofissional de apoio ao paciente oncológico e seus familiares. O apoio de familiares e amigos, a espiritualidade (que pode ser devocional/religiosa ou não), a prática de atividades físicas e a meditação - são outras possibilidades muito importantes para ajudar o paciente nesse processo. 

Dicas
- Tenha paciência consigo e com as suas limitações;
- Mantenha sua rede de apoio o mais próximo possível;
- Realize o acompanhamento médico recomendado;
- Busque ajuda especializada;
- Retome a carreira aos poucos;
- Estabeleça metas possíveis e celebre cada pequena vitória;
- Compartilhe seus planos com as pessoas próximas para que elas te apoiem;
- Não se esqueça do que aprendeu e superou nesse tratamento.

Filhos com dificuldade de aprendizagem? Pode ser Dilexia

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

Dislexia é um transtorno do funcionamento cerebral que atinge a capacidade de interpretar imagens gráficas (letras, números, símbolos) e reproduzi-las na forma escrita ou verbal. Portanto, a dislexia está intimamente relacionada com a capacidade de ler, escrever ou interpretar.

Existem alguns sinais que podem levar pais ou educadores a considerar a possibilidade de dislexia: 

Dispersão da atenção
- Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
- Comprometimento de modo variado da coordenação motora
- Desorganização na realização de tarefas
- Dificuldade de manusear ou desinteresse por material escrito
- Trocas em sílabas complexas como: “paria” ao invés de praia, “trita” ao invés de trinta e outros desvios fonológicos.
- Dificuldade em gravar músicas e rimas
- Dificuldade em aprender outro idioma 

É necessário também afastar outras causas intimamente envolvidas na aprendizagem, como transtornos auditivos, visuais, déficit de atenção e outras doenças que comprometem o desenvolvimento cerebral.

A dislexia e o desempenho escolar
Devido ao comprometimento da leitura, escrita, capacidade de interpretação e desinteresse por material escrito, a dislexia interfere de maneira considerável o desempenho escolar. “O indivíduo terá dificuldade maior do que a maioria de seus colegas de mesma faixa etária e maturidade cerebral, e frequentemente se sentirá desinteressado com tendência a abandonar os estudos, uma vez que o ambiente escolar educativo não tem o mesmo sentido em relação a pessoas que não tem a dislexia”, diz Edson Issamu Yokoo, neurologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo. Vale lembrar que a dislexia também acomete adultos que, em alguns casos, com apoio profissional, conseguem sucesso acadêmico, concluindo cursos superiores.
 
Tratamento
A dislexia não tem cura. O tratamento se baseia em acompanhamento multidisciplinar com neuropediatra, neuropsicóloga, psicopedagoga e fonoaudióloga, que irão individualizar (personalizar) o seguimento, caso a caso.
 
Diferença entre dislexia e TDAH
Enquanto a dislexia afeta a capacidade de ler e escrever, o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) é uma manifestação onde os sintomas são de desatenção e falta de concentração, acompanhados de impulsividade e tendência à inquietude. A leitura, capacidade de interpretação de símbolos e escrita podem estar preservados.

​Restrições alimentares são mais comuns do que parecem. As causas, em geral, estão associadas a alergias e Intolerâncias Alimentares. Mas Alergias e Intolerâncias Alimentares são a mesma coisa? A resposta é não. Alergia e Intolerância Alimentar são problemas distintos e tem origem em diferentes sistemas do nosso organismo.

Alergia Alimentar
A Alergia Alimentar é um distúrbio imunológico que costuma surgir na infância após uma exposição prévia ao alimento. De acordo com Alexandre Okamori, alergologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a alergia acontece quando o sistema de defesa do nosso organismo interpreta uma proteína presente no alimento como ameaça, passando a combate-la. Nessa batalha em vão, nosso organismo sofre com as reações, que podem chegar a graves consequências.

Sintomas da alergia
- Coceira na pele
- Falta de ar
- Chiado na respiração
- Pressão baixa
- Diarreia
- Vômito

Alergias Alimentares mais comuns
- Ovo
- Leite
- Trigo
- Frutos do mar
- Amendoim
- Castanhas

Intolerância Alimentar
A Intolerância Alimentar, por outro lado, é um problema digestivo e não tem relação com o sistema imunológico. Cristina Abud, alergologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, explica que a intolerância pode aparecer em qualquer período da vida do indivíduo e acontece quando o organismo não produz a enzima responsável pela digestão de uma determinada substância presente no alimento. Quando essa substância chega ao intestino sem ser digerida, gera manifestação gastrointestinal.

Sintomas da Intolerância Alimentar
- Dor abdominal
- Gazes
- Diarreia

Intolerâncias mais comuns
- Glúten (presente em alguns cereais)
- Lactose


Conjuntivite alérgica é mais comum na primavera

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

Com a chegada da primavera é comum o aumento de casos de conjuntivite alérgica. Quando as flores se abrem e as cidades se colorem, alérgicos sentem ardência nos olhos em decorrência do pólen disperso no ar.

O pólen é um pozinho fino produzido pelas flores e tem função na reprodução das plantas. Ele se dispersa pelo vento, especialmente no período da manhã e no fim de tarde.

A doença
A conjuntivite é a inflamação da membrana que reveste e protege os olhos, chamada conjuntiva. As principais variedades da doença são a conjuntivite bacteriana, a viral e a alérgica.  "A conjuntivite alérgica é pontual e mais comum nessa época do ano. Entretanto, é mais simples de ser combatida", explica Renata Rabelo, oftalmologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo.

Sintomas
Os principais sintomas da conjuntivite alérgica são:
- Olhos vermelhos
- Lacrimejamento
- Irritação nos olhos


Pode ocorrer ainda, em alguns casos:
- Inchaço nas pálpebras
- Sensibilidade à luz
- Visão embaçada

O tratamento é feito com soro fisiológico e colírios e pode durar de 5 a 15 dias.

Prevenção
Algumas dicas elencadas pela Dra. Renata Rabelo, podem ajudar você a se prevenir desta doença. São elas:

- Realize a limpeza dos olhos e do nariz com soro fisiológico
- Evite coçar os olhos
- Lave as mãos com frequência, uma vez que elas são agentes transmissores de vírus e bactérias
- Feche as janelas no início da manhã e no final da tarde
- Evite secar suas roupas ao ar livre
- Troque com mais frequência as toalhas de rosto, lençóis e fronhas​

Câncer de Próstata

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde do Homem

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino e tem a função de produzir a secreção que lubrifica a uretra.

 

O câncer de próstata é o mais comum em homens depois do câncer de pele não-melanoma. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2018 ocorreram 68 mil novos casos.

 

Fatores de risco

De acordo com o urologista Lucas Furtado, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, o principal fator da doença é a predisposição genética; "homens com histórico da doença na família têm maior risco de serem acometidos".

 

Sintomas

Nos estágios iniciais, o câncer de próstata progride silenciosamente e geralmente os sintomas só aparecem quando a doença está em estágio avançado. Os sintomas são:

 

·         Jato de urina fraco.

·         Sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga.

·         Aumento da frequência de micções.

·         Perda de peso.

·         Dor óssea.

 

Exames

Devido ao fato da doença não apresentar sintomas nos estágios iniciais, quando se é mais fácil tratar, é fundamental a realização de exames periódicos. Esses exames são:

 

·         Exame de toque retal: Também conhecido como "exame de próstata" é um exame simples, rápido, indolor e eficiente na detecção precoce de um eventual câncer.

·         Exame de PSA: O exame de Antígeno Prostático Específico (ou PSA da sigla em inglês) é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue.

  

Ambos os exames devem ser realizados anualmente, a partir de 50 anos. Os exames são complementares e um não substitui o outro. Em casos de histórico familiar, pode ser necessário o início do rastreio antes da idade recomendada.

 

Diagnóstico

Caso seja detectada alguma alteração no exame de toque ou PSA, outros exames serão indicados tais como biópsia da próstata e ressonância multiparamétrica.

 

Tratamento

O tratamento para o câncer de próstata é feito com cirurgia ou radioterapia, a depender do caso. Tumores de baixo risco podem ficar apenas sob monitoramento, evitando efeitos adversos em uma intervenção, realizada apenas caso o tumor avance.​

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: