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Três lanches saudáveis para levar ao trabalho

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação

Nem sempre, quando bate a fome no meio do expediente, temos opções saudáveis disponíveis. Muitas vezes optamos pela praticidade e não nos atentamos as calorias e ao valor nutricional do alimento. Mas como fazer para que esse lanchinho que consumimos na correria do dia a dia, não seja prejudicial à saúde?

Levar lanche de casa pode ser uma opção. Veja abaixo três receitas deliciosas, saudáveis e muito fáceis de fazer.

Receita de Muffin de banana e aveia 

​2 xícaras de aveia em flocos 
2 potinhos de iogurte natural sem açúcar 
2 bananas 
2 ovos 
1 colher de chá de fermento em pó

Misture todos os ingredientes no liquidificador. Leve a massa a uma forma de silicone para muffin. Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus e asse por cerca 20 minutos.

Sanduiche integral de ricota e peito de peru 

4 fatias de pão integral 
1 xícaras de ricota amassada 
2 fatias de peito de peru defumado 
½ cenoura média ralada
Agrião ou rúcula a gosto

O pão pode ser tostado antes, se preferir. Passe a ricota em uma fatia de pão e adicione acima a cenoura ralada, a fatia de peito de peru defumado e a rúcula ou agrião. Feche o sanduiche. Rende duas porções.

Sanduiche de atum 

4 fatias de pão integral 
1 lata de atum em água 
2 colheres de sopa de queijo cottage 
Salsinha picada a gosto 
1 tomate médio fatiado
Folhas de alface

Escorra o atum, amasse e misture com o queijo cottage e a salsinha. Passe a mistura no pão integral e adicione as fatias de tomate e folha de alface. Rende duas porções.

Artroplastia de Quadril/Cirurgia de Prótese de Quadril

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

A Cirurgia de Prótese de Quadril ou Artroplastia Total do Quadril (ATQ), geralmente é indicada para pacientes com desgaste no quadril (perda da cartilagem que reveste a cabeça do fêmur e o seu local de encaixe, o acetábulo) devido à artrose e artrite reumatoide. Segundo o ortopedista Leandro Gregorut, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a Artroplastia normalmente está associada a idade, mas pode ser indicada a pacientes que sofreram um acidente ou foram acometidos por doenças graves.

Cirurgia
A operação, atualmente, tende a ser menos agressiva em função do avanço de técnicas que permitem cirurgias menos invasivas. A técnica chamada de AMES é um caminho para chegar ao quadril sem agressão de nenhum músculo ou nervo. Com isso, a recuperação do paciente é mais rápida e menos dolorosa e as complicações inerentes à cirurgia, mínimas. Normalmente, o paciente é colocado de pé pouco tempo após a cirurgia.

Cuidados e fisioterapia pós-cirúrgica
É indicado que fisioterapia se inicie no 1º dia após a Artroplastia e que permaneça de 6 a 12 meses até que se restaure o movimento normal do quadril.

São avaliados neste processo, a força e a amplitude dos movimentos, assim como a diminuição da dor. A fisioterapia também auxilia a prevenção de complicações como deslocamento da prótese e formação de coágulos.

Dentre os exercícios recomendados para a reabilitação, estão:

• Alongamento
• Exercícios ativos
• Fortalecimento
• Propriocepção (A propriocepção é a capacidade que o próprio corpo tem de avaliar em que posição se encontra, a fim de manter o perfeito equilíbrio parado, em movimento ou ao realizar esforços)
• Treino de marcha (O treino de marcha inclui atividades como o treino de equilíbrio, postura e aprendizagem motora)
• Hidroterapia.

Outros recursos recomendados são: Eletroterapia, Ultrassom, bolsas de gelo para controle da dor e inflamação. 

Fibromialgia

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

A Fibromialgia é uma doença crônica não-inflamatória caracterizada por dores que irradiam por diversas partes do corpo. Cerca de 3% da população brasileira é acometida pela doença, segundo a Sociedade Brasileira e Reumatologia.

Causas
As dores da Fibromialgia não têm relação com lesões nas regiões doloridas. A doença, na verdade, tem origem neurológica e é causada pela redução dos neurotransmissores serotonina e noradrenalina, responsáveis pela regulação da sensação de dor.

A predisposição genética é um fator importante para doença, que atinge principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, geralmente desencadeada por fatores ambientais como estresse. Sedentarismo é outro fator importante e está presente em uma grande parcela de pacientes com a doença.

Sintomas
Entre os sintomas mais comuns de fibromialgia estão:

• Dores difusas em várias partes do corpo
• Fadiga
• Distúrbio do sono
• Depressão
• Ansiedade
• Tontura
• Irritabilidade
• Problemas de memória
Fibromialgia e depressão

De acordo com o Dr. Levi Jales, Reumatologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a Fibromialgia está fortemente relacionada a depressão, por ser uma doença que também afeta os níveis de neurotransmissores. “Cerca 60% dos portadores sofrerão depressão no curso da doença”, explica Jales.

Diagnóstico
O diagnóstico da Fibromialgia considera o índice de dor difusa, a presença e severidade dos sintomas e manifestações associadas. Exames laboratoriais ou de imagem são solicitados com o objetivo de descartar outras possíveis doenças e avaliar enfermidades associadas a Fibromialgia.

Tratamento
O tratamento da Fibromialgia se dá com medicamentos associados a terapias, como:

• Psicoterapia
• Atividades físicas
• Acupuntura
• Meditação

27 de Novembro – Dia Internacional de Combate ao Câncer

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​​Vivenciar o tratamento oncológico tende a ser assustador e desgastante. Com a exposição ao estresse desse período, as emoções e a saúde mental do paciente costumam ser muito afetadas. 
Após concluir o tratamento, há o processo de retomar a rotina, reconstruir a vida e superar emocionalmente essa experiência tão complexa. O apoio de pessoas próximas é fundamental.
 
Durante o tratamento
O sofrimento do paciente oncológico começa no diagnóstico, onde ele se depara com o medo e a insegurança, característicos desse tipo de doença e tratamento. Durante o tratamento, que costuma exigir dedicação integral, a rotina do paciente é expressivamente alterada. De acordo com a psicóloga Rita Calegari, Gerente Multiprofissional da Rede de Hospitais São Camilo, a reação de enfrentamento é muito pessoal e mobiliza recursos internos (emoções, espiritualidade, propósito de vida, vivências anteriores, etc.) e externos (rede de apoio, familiares, equipe de saúde, recursos médicos, etc.). “As mudanças inesperadas e indesejadas causam estresse, tristeza, ansiedade, alterações no padrão de sono e na alimentação e afetam a qualidade de vida”, explica Calegari. 
 
Após a cura
Mesmo após a conclusão do tratamento é comum haver o medo do retorno da doença. Isso pode gerar insegurança e afetar a forma de se relacionar com a vida e com o futuro. Algumas pessoas podem ser impactadas de maneira positiva pela experiência e passarem a ver um novo sentido na sua existência, valorizando o que realmente importa a elas. Outras ficam tão assustadas que precisam de mais tempo e de apoio profissional (de psicólogos e psiquiatras) para processar a experiência.

Sequelas
Alguns tipos de câncer precisam de tratamentos que ocasionam sequelas definitivas, como por exemplo a perda de um órgão ou membro do corpo. Calegari explica que perder uma parte do seu corpo - mesmo quando não é visível aos outros, pode gerar sentimentos de luto.  “A pessoa passa por uma etapa de elaboração da perda, que pode ser lenta e levar anos até a aceitação de sua nova condição.”
 
Superação
As dificuldades emocionais desse processo podem ser superadas com o fortalecimento dos recursos internos, que todos nós dispomos. Isso pode ser feito com o apoio de profissionais, como o psicólogo, que na rede São Camilo fazem parte da equipe multiprofissional de apoio ao paciente oncológico e seus familiares. O apoio de familiares e amigos, a espiritualidade (que pode ser devocional/religiosa ou não), a prática de atividades físicas e a meditação - são outras possibilidades muito importantes para ajudar o paciente nesse processo. 

Dicas
- Tenha paciência consigo e com as suas limitações;
- Mantenha sua rede de apoio o mais próximo possível;
- Realize o acompanhamento médico recomendado;
- Busque ajuda especializada;
- Retome a carreira aos poucos;
- Estabeleça metas possíveis e celebre cada pequena vitória;
- Compartilhe seus planos com as pessoas próximas para que elas te apoiem;
- Não se esqueça do que aprendeu e superou nesse tratamento.

Filhos com dificuldade de aprendizagem? Pode ser Dilexia

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

Dislexia é um transtorno do funcionamento cerebral que atinge a capacidade de interpretar imagens gráficas (letras, números, símbolos) e reproduzi-las na forma escrita ou verbal. Portanto, a dislexia está intimamente relacionada com a capacidade de ler, escrever ou interpretar.

Existem alguns sinais que podem levar pais ou educadores a considerar a possibilidade de dislexia: 

Dispersão da atenção
- Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
- Comprometimento de modo variado da coordenação motora
- Desorganização na realização de tarefas
- Dificuldade de manusear ou desinteresse por material escrito
- Trocas em sílabas complexas como: “paria” ao invés de praia, “trita” ao invés de trinta e outros desvios fonológicos.
- Dificuldade em gravar músicas e rimas
- Dificuldade em aprender outro idioma 

É necessário também afastar outras causas intimamente envolvidas na aprendizagem, como transtornos auditivos, visuais, déficit de atenção e outras doenças que comprometem o desenvolvimento cerebral.

A dislexia e o desempenho escolar
Devido ao comprometimento da leitura, escrita, capacidade de interpretação e desinteresse por material escrito, a dislexia interfere de maneira considerável o desempenho escolar. “O indivíduo terá dificuldade maior do que a maioria de seus colegas de mesma faixa etária e maturidade cerebral, e frequentemente se sentirá desinteressado com tendência a abandonar os estudos, uma vez que o ambiente escolar educativo não tem o mesmo sentido em relação a pessoas que não tem a dislexia”, diz Edson Issamu Yokoo, neurologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo. Vale lembrar que a dislexia também acomete adultos que, em alguns casos, com apoio profissional, conseguem sucesso acadêmico, concluindo cursos superiores.
 
Tratamento
A dislexia não tem cura. O tratamento se baseia em acompanhamento multidisciplinar com neuropediatra, neuropsicóloga, psicopedagoga e fonoaudióloga, que irão individualizar (personalizar) o seguimento, caso a caso.
 
Diferença entre dislexia e TDAH
Enquanto a dislexia afeta a capacidade de ler e escrever, o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) é uma manifestação onde os sintomas são de desatenção e falta de concentração, acompanhados de impulsividade e tendência à inquietude. A leitura, capacidade de interpretação de símbolos e escrita podem estar preservados.

​Restrições alimentares são mais comuns do que parecem. As causas, em geral, estão associadas a alergias e Intolerâncias Alimentares. Mas Alergias e Intolerâncias Alimentares são a mesma coisa? A resposta é não. Alergia e Intolerância Alimentar são problemas distintos e tem origem em diferentes sistemas do nosso organismo.

Alergia Alimentar
A Alergia Alimentar é um distúrbio imunológico que costuma surgir na infância após uma exposição prévia ao alimento. De acordo com Alexandre Okamori, alergologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, a alergia acontece quando o sistema de defesa do nosso organismo interpreta uma proteína presente no alimento como ameaça, passando a combate-la. Nessa batalha em vão, nosso organismo sofre com as reações, que podem chegar a graves consequências.

Sintomas da alergia
- Coceira na pele
- Falta de ar
- Chiado na respiração
- Pressão baixa
- Diarreia
- Vômito

Alergias Alimentares mais comuns
- Ovo
- Leite
- Trigo
- Frutos do mar
- Amendoim
- Castanhas

Intolerância Alimentar
A Intolerância Alimentar, por outro lado, é um problema digestivo e não tem relação com o sistema imunológico. Cristina Abud, alergologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo, explica que a intolerância pode aparecer em qualquer período da vida do indivíduo e acontece quando o organismo não produz a enzima responsável pela digestão de uma determinada substância presente no alimento. Quando essa substância chega ao intestino sem ser digerida, gera manifestação gastrointestinal.

Sintomas da Intolerância Alimentar
- Dor abdominal
- Gazes
- Diarreia

Intolerâncias mais comuns
- Glúten (presente em alguns cereais)
- Lactose


Conjuntivite alérgica é mais comum na primavera

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

Com a chegada da primavera é comum o aumento de casos de conjuntivite alérgica. Quando as flores se abrem e as cidades se colorem, alérgicos sentem ardência nos olhos em decorrência do pólen disperso no ar.

O pólen é um pozinho fino produzido pelas flores e tem função na reprodução das plantas. Ele se dispersa pelo vento, especialmente no período da manhã e no fim de tarde.

A doença
A conjuntivite é a inflamação da membrana que reveste e protege os olhos, chamada conjuntiva. As principais variedades da doença são a conjuntivite bacteriana, a viral e a alérgica.  "A conjuntivite alérgica é pontual e mais comum nessa época do ano. Entretanto, é mais simples de ser combatida", explica Renata Rabelo, oftalmologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo.

Sintomas
Os principais sintomas da conjuntivite alérgica são:
- Olhos vermelhos
- Lacrimejamento
- Irritação nos olhos


Pode ocorrer ainda, em alguns casos:
- Inchaço nas pálpebras
- Sensibilidade à luz
- Visão embaçada

O tratamento é feito com soro fisiológico e colírios e pode durar de 5 a 15 dias.

Prevenção
Algumas dicas elencadas pela Dra. Renata Rabelo, podem ajudar você a se prevenir desta doença. São elas:

- Realize a limpeza dos olhos e do nariz com soro fisiológico
- Evite coçar os olhos
- Lave as mãos com frequência, uma vez que elas são agentes transmissores de vírus e bactérias
- Feche as janelas no início da manhã e no final da tarde
- Evite secar suas roupas ao ar livre
- Troque com mais frequência as toalhas de rosto, lençóis e fronhas​

Câncer de Próstata

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde do Homem

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino e tem a função de produzir a secreção que lubrifica a uretra.

 

O câncer de próstata é o mais comum em homens depois do câncer de pele não-melanoma. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2018 ocorreram 68 mil novos casos.

 

Fatores de risco

De acordo com o urologista Lucas Furtado, atuante na Rede de Hospitais São Camilo, o principal fator da doença é a predisposição genética; "homens com histórico da doença na família têm maior risco de serem acometidos".

 

Sintomas

Nos estágios iniciais, o câncer de próstata progride silenciosamente e geralmente os sintomas só aparecem quando a doença está em estágio avançado. Os sintomas são:

 

·         Jato de urina fraco.

·         Sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga.

·         Aumento da frequência de micções.

·         Perda de peso.

·         Dor óssea.

 

Exames

Devido ao fato da doença não apresentar sintomas nos estágios iniciais, quando se é mais fácil tratar, é fundamental a realização de exames periódicos. Esses exames são:

 

·         Exame de toque retal: Também conhecido como "exame de próstata" é um exame simples, rápido, indolor e eficiente na detecção precoce de um eventual câncer.

·         Exame de PSA: O exame de Antígeno Prostático Específico (ou PSA da sigla em inglês) é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue.

  

Ambos os exames devem ser realizados anualmente, a partir de 50 anos. Os exames são complementares e um não substitui o outro. Em casos de histórico familiar, pode ser necessário o início do rastreio antes da idade recomendada.

 

Diagnóstico

Caso seja detectada alguma alteração no exame de toque ou PSA, outros exames serão indicados tais como biópsia da próstata e ressonância multiparamétrica.

 

Tratamento

O tratamento para o câncer de próstata é feito com cirurgia ou radioterapia, a depender do caso. Tumores de baixo risco podem ficar apenas sob monitoramento, evitando efeitos adversos em uma intervenção, realizada apenas caso o tumor avance.​

Comida traz felicidade?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Alimentação

Sim, a alimentação pode afetar diretamente o nosso humor. E a explicação para isso é muito mais científica do que parece.

 

A química de certos alimentos pode alterar a produção de neurotransmissores (comunicação entre as células nervosas que interferem nas nossas emoções). Alguns deles podem ajudar na produção da serotonina, que é conhecido como hormônio do "bem-estar". Quando o cérebro aumenta a sua produção há uma redução na sensação de dor e melhora na qualidade do sono e no apetite.

De acordo com a nutricionista Marisa Resende Coutinho, atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, todos os grupos de alimentos têm o seu papel no desenvolvimento da sensação de bem-estar.

 

Uma curiosidade para as pessoas que cortam o carboidrato da dieta é que o carboidrato eleva o nível de insulina e ajuda na absorção do triptofano, aminoácido precursor da serotonina, portanto as dietas que tendem cortar o carboidrato podem aumentar a sensação de irritabilidade.

 

Alimentos que aumentam a sensação de bem-estar

 

Proteínas - Os alimentos ricos em proteínas contêm triptofano, que auxilia na sensação de bem-estar. Alguns exemplos são carnes, ovos, feijão, leite e derivados.

 

Alface – É rico em lactucina que tem propriedades calmantes. É indicado para diminuir os níveis de estresse.

 

Vegetais folhas escuras - Couve, brócolis, rúcula, entre outros vegetais com folhas escuras são ricos em ácido fólico que auxilia a liberação de serotonina no organismo.

 

Chocolate – É rico em cacau, possui carboidrato e triptofano que auxiliam na produção de serotonina no organismo. Opte por chocolate de concentração 70% de cacau.

 

Frutas - Banana, laranja, maracujá e jabuticaba combatem o cansaço e o estresse. Frutas ricas em vitamina C, ativam o funcionamento da glândula adrenal, que regula a produção de cortisol, conhecido como o hormônio do "estresse".

 

Oleaginosas - Nozes, amêndoas, castanhas, possuem selênio, cobre e magnésio que também auxiliam na diminuição do estresse.

 

Peixes e frutos do mar – São ricos em selênio e vitamina B12. Ajudam a reduzir a ansiedade e o cansaço. O ômega 3, presente nesses alimentos, colabora com a produção de neurotransmissores.

 

Evite alimentos que podem gerar mau humor

O excesso de consumo de alimentos refinados como trigo e arroz branco, causam variações nos níveis de insulina e glicose, o que contribui para a irritação.

Quando comemos muito doce, em especial com grande concentração de açúcar, temos uma sensação momentânea de bem-estar e euforia, pois estes alimentos estimulam a produção de serotonina. Essa sensação é temporária e o consumo constante desses alimentos pode causar depressão e desânimo.

Câncer de Ovário

Autor: Comunicação Corporativa Categoria: Saúde da Mulher

O Câncer de Ovário é o segundo mais comum entre as mulheres. De acordo com dados do Instituto nacional do Câncer (INCA), em 2018 foram registrados 6150 novos casos da doença. Em 75% dos casos, a doença surgiu em mulheres entre 50 e 75 anos. Apenas em 5% dos casos, mulheres de 30 anos ou menos foram acometidas pela doença. Nesses casos, geralmente, a doença está relacionada a hereditariedade (de 1 em cada 10 casos de câncer de ovário).

 

Tipos 

Cerca de 90% dos casos são de carcinoma de ovário, que surgem na superfície do órgão. Mais raramente podem surgir no interior do tecido ovariano, correspondendo aos tumores germinativos ou estromais, que são bem mais raros. 

 

Sintomas 

  • Inchaço abdominal 
  • Dor abdominal 
  • Perda de apetite e de peso 
  • Mudança no hábito intestinal e urinário 

     

    Como detectar 

    O câncer de ovário pode ser detectado precocemente por meio de ultrassonografias em check-ups de rotina. Muitas vezes, o diagnóstico é realizado apenas quando são apresentados os sintomas. Nesses casos é frequente que a paciente seja encaminhada diretamente para a cirurgia.   

     

    Tratamento 

    O câncer de ovário é tratado com a retirada dos ovários, trompas, útero e de um tecido chamado omento, que fica dentro da cavidade abdominal. Após a cirurgia é realizada uma "avaliação do risco de disseminação futura", para determinar se há necessidade de uma quimioterapia complementar.  

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Autor: Comunicação Corporativa Categoria: