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Blog São Camilo

Março 2020

​A pandemia do Novo Coronavírus exige uma série de cuidados para evitar o contágio, entre as mais importantes, a higienização das mãos. Mas de que adianta manter as mãos limpas se os objetos que tocamos a cada minuto permanecem sujos? O celular é um desses objetos que tocamos o tempo inteiro e levamos a todo lugar. Com isso, ele pode abrigar microrganismos, entre eles o Novo Coronavírus.
Mas como podemos higienizar o celular corretamente?
 

Produto

Produtos de limpeza como desinfetantes e água sanitária têm química muito forte e podem deixar machas nas película e partes de plástico dos aparelhos celulares. O produto mais indicado para este fim é o álcool 70%.
 
O álcool gel 70% tem a vantagem de não escorrer, diminuindo o risco de entrar no aparelho por orifícios como o microfone. Em pequenas quantidades, o álcool líquido também pode ser utilizado, pois evapora rapidamente. No entanto, álcool em baixas concentrações, como o de 46%, não é indicado, pois leva mais tempo para evaporar, além de ser menos efetivo na desinfecção.
 

Aplicação

Não jogue o álcool diretamente no aparelho. Isso aumenta o risco de o produto danificar algum componente de seu celular. Umidifique um pano com uma pequena quantidade de álcool e passe suavemente em toda superfície. Lembre-se de limpar frente e verso do aparelho e não se esqueça de higienizar as capas.

Novo Coronavírus: Quando devo usar máscara de proteção?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

A pandemia de Covid-19 tem deixado a população atenta aos cuidados preventivos. Em meio a essa crise, é possível observar muita gente utilizando máscaras nas ruas. Mas será que elas realmente são eficazes para prevenir o contágio?
 
Quando usar
De acordo com Michelle Zicker, infectologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o uso da máscara é indicado para pessoas com sintomas respiratórios, a fim de evitar o contágio de pessoas próximas. A depender de condição clínica, outros pacientes também podem receber a indicação.
Aos profissionais de saúde, também é indicado o uso de máscara quando realizam atendimento de casos suspeitos ou positivos para Covid-19.
Pessoas saudáveis e assintomáticas não tem necessidade de usar o item como prevenção na comunidade. 
 
Modelos de máscaras
Profissionais de saúde podem utilizar máscara cirúrgica ou a máscara
a n95, ou PFF2, a depender da circunstância de atendimento.
 
Como usar
É importante ressaltar que o acessório não pode ser reutilizado indefinidamente. É preciso observar a vida útil do item, que precisa ser substituído sempre que estiver úmido ou sujo.
 
As mãos devem ser lavadas antes da máscara ser colocada e depois de ser retirada.
 
Em hospitais, as máscaras são descartadas em lixeiras específicas para resíduos infectantes. Em casa, devem ser descartadas na lixeira comum. Elas não são recicláveis e não devem ser jogadas no lixo orgânico.
 

Uso de máscara caseira *Atualização 03/04/2020​

O Ministério da Saúde publicou em 02 de abril, uma atualização na qual indica que máscaras de proteção de pano podem ser confeccionas pela população como aliadas no combate à propagação do covid-19. Um manual com especificações de como o item pode ser feito e utilizado, também foi divulgado no site oficial do Ministério da Saúde  https://saude.gov.br 

Para que sejam efetivas, as máscaras devem ser feitas com dupla camada de tecido e bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços ao redor do nariz e boca.
O Ministério da Saúde ressalta que o acessório é de uso individual e por isso, não deve ser compartilhado com outros membros da família. Além disso, o tempo de uso do item é de no máximo duas horas. Após este tempo, a máscara deve ser lavada com água sanitária.

A máscara caseira pode ser usada pela população em geral para prevenir a ​disseminação da infecção, deixando as máscaras industrializadas para uso exclusivo de profissionais de saúde. 

Pacientes com indicação médica para usar máscara devem dar preferência a máscara industrializada.


Novo Coronavírus: cuidados essenciais para pacientes oncológicos

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​O Novo Coronavírus, responsável pela atual pandemia, é uma variedade nova de uma família de vírus já conhecida, que causa infecções respiratórias. As notificações de Covid-19 vêm sendo reportadas desde o início do ano, com início na cidade chinesa de Wuhan, chegando ao Brasil.  
 

Sintomas

Na maioria das vezes, as manifestações da infecção pelo Novo Coronavírus são leves como um resfriado comum. Mas em alguns casos, a infecção pode se agravar, podendo levar a morte.
Os principais sintomas são:
Tosse
Febre
Coriza
Em casos mais graves, dificuldade para respirar
​ 

Grupos de Risco

Idosos têm mais chance de desenvolver as manifestações mais graves da doença e por isso constituem o principal grupo de risco. Pacientes portadores de problemas de saúde prévios, como doenças cardiovasculares, do sistema digestivo ou respiratório e paciente com câncer, também estão mais vulneráveis.  
 

Paciente oncológico

De acordo com Adriana Coracini, infectologista atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a vulnerabilidade dos pacientes com câncer pode ser causada tanto pela doença, quanto pelo tratamento. “O câncer e as medicações utilizadas no tratamento causam uma debilidade no sistema imunológico do paciente. Ele fica mais vulnerável a uma evolução, caso seja acometido por infecções virais”, explica.

Cuidados

Os cuidados para prevenção do contágio em paciente oncológicos são os mesmos já noticiados para população em geral.  A única diferença está no uso de máscara. Pacientes oncológicos devem usar máscaras quando for necessário circular em locais com muitas pessoas.
Outros cuidados são:

Não interromper o tratamento;
Sair de casa apenas em casos de extrema necessidade (como para realização de exames e sessões de tratamento);
Higiene frequente das mãos e de objetos;
Evitar contato físico como beijos, abraços e apertos de mão;
Evitar contato com pessoas com sintomas de gripe ou resfriado;
Evitar contato com pessoas que retornaram do exterior ou que têm suspeita de infecção por Covid-19.
Ao entrar em um hospital para tratamento, evitar passar pelo pronto-socorro ou circular pelo hospital;
Ser apresentar sintomas, solicitar máscara na entrada do hospital;
 
Caso o paciente oncológico apresente algum dos sintomas descritos acima, deve comunicar imediatamente seu médico.

Hidroterapia: O que é possível tratar com Piscina Terapêutica?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​Hidroterapia é uma modalidade de fisioterapia realizada em piscina terapêutica e pode ser utilizada para diversos tratamentos. 
 

Vantagens

De acordo com a Profa. Dra. Milene S. Ferreira, fisiatra da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a Hidroterapia oferece a vantagem expressiva de diminuição de sobrecarga articular pelo fato da água funcionar como “facilitadora do movimento”. “A água também tem a função analgésica e relaxante, devido ao aquecimento e aos jatos de turbilhonamento”, explica Ferreira.  
 

Indicações

A Hidroterapia é indicada para pacientes com patologias ortopédicas como oteoartrose, hérnias de disco, fibromialgia e na reabilitação após cirurgias ortopédicas. Pacientes com doenças neurológicas como acidente vascular cerebral (AVC), lesão na medula, polineuropatias, doença de Parkinson, entre outras, também podem se beneficiar do tratamento na água a fim de favorecer a recuperação dos movimentos e o resgate de sua independência. 

A indicação de Hidroterapia é feita após avaliação clínica e funcional, realizada pelo médico fisiatra do nosso Centro de Reabilitação a fim de garantir a indicação precisa e segura. Na piscina, o tratamento é conduzido por fisioterapeuta especializado em hidroterapia e este mantém contato próximo com o paciente durante toda a terapia garantindo a segurança do mesmo, valendo reforçar que a hidroterapia está indicada mesmo para pacientes que não sabem nadar. 
 

Piscina Terapêutica da Rede de Hospitais São Camilo

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo dispõe de uma Piscina Terapêutica em seu Centro de Reabilitação, situado no Novo Anexo da Unidade Pompeia. 

A piscina da Rede possui recursos para acessibilidade de usuários de cadeira de rodas e pessoas com dificuldade de locomoção, tratamento especial da qualidade da água com constante monitoramento da temperatura, pH, concentração de cloro, ozônio e da presença de microrganismos. Conduzida por profissionais altamente especializados oferece um tratamento diferenciado e com máxima segurança. 

Para mais informações ligue para nossa Central de Agendamento de Consulta e Exames: (11) 3172-6800

Você conhece os sintomas de apendicite?

Autor: Comunicação Corporativa Categoria:

​​O apêndice é uma pequena bolsa em forma tubular localizada na parte inicial do intestino grosso. Sua função ainda não está totalmente esclarecida, mas sabe-se que está relacionada ao sistema imunológico. Não se trata de um órgão essencial ao funcionamento do corpo humano.
 

Apendicite

De acordo com o ​Ivan Vasconcellos, cirurgião do aparelho digestivo atuante na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a apendicite acontece quando o apêndice inflama. A inflamação pode evoluir para aparecimento de pus e ruptura do apêndice, que pode resultar em infecção grave com risco de morte. A apendicite evolui rapidamente, por isso é considerada uma emergência. A intervenção cirúrgica é necessária.
 

Fatores de risco

As causas da apendicite não estão totalmente esclarecidas. Acredita-se que esteja relacionada com uma obstrução do apêndice com fezes ou gânglios locais, favorecendo a proliferação de bactérias no órgão. É mais comum a ocorrência em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Sintomas

Mais comuns:
Dor leve a moderada (fases iniciais) ou intensa (fase avançada) e contínua no lado direito e inferior do abdômen | Náusea | Perda de apetite

Menos comuns:
Vômitos | Diarreia | Febre na fase mais adiantada

Na presença desses sintomas, é importante que o paciente procure atendimento médico o quanto antes.
 

Diagnóstico

O diagnóstico da apendicite é clínico. Ultrassom e tomografia computadorizada podem ajudar a confirmar ou descartar outras possíveis causas.
 

Cirurgia

O tratamento da apendicite é feito com a remoção cirúrgica do apêndice, a Apendicectomia. A cirurgia é geralmente realizada por videolaparoscopia, procedimento minimamente invasivo. A falta do apêndice não traz nenhum prejuízo ao organismo. Uma vez recuperado, o paciente retoma a vida normal.


Autor: Comunicação Corporativa Categoria: