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Julho 2019

​Nos últimos dois anos, a Organização Mundial da Saúde notificou casos de sarampo em mais de 150 países. Em 2018, foram reportados casos da doença na região Norte do Brasil, sendo identificado que o vírus era proveniente da Venezuela. Já os casos que acometeram São Paulo, em 2019, eram vírus identificados como vindos da Ásia e Europa. "O ressurgimento do Sarampo aconteceu porque o vírus proveniente desses locais, trazido por viajantes para nosso país, está circulando e infectando pessoas que não estão imunizadas" analisa Dra Michelle Zicker, infectologista atuante na Rede São Camilo SP.

Se você ainda tem dúvidas sobre formas de contaminação, riscos da doença e como se prevenir, confira a seguir os principais pontos sobre o Sarampo.

Contaminação

O sarampo é um vírus de transmissão muito fácil. Um indivíduo doente consegue transmitir a doença para até 18 pessoas. Ela se espalha pelo ar a partir de secreções que a pessoa infectada elimina ao respirar, falar, tossir, espirrar. Essas secreções ficam dispersas, no ar, principalmente em locais fechados, como escolas, creches e meios de transporte.

Riscos

Os riscos do sarampo estão relacionados às possíveis complicações como infecção de ouvido (otite), pneumonia, lesão do cérebro (encefalite), diarreia, trabalho de parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer. As complicações, principalmente a encefalite e a pneumonia podem levar a morte.

Prevenção

A vacina é a melhor maneira de evitar o sarampo. Deve ser aplicada em duas doses a partir de um ano de vida da criança. Adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na infância também devem tomar a vacina. A vacina só não deve ser aplicada em mulheres grávidas, pessoas com deficiência da imunidade e bebês com menos de 6 meses de vida.

Rede São Camilo SP no combate contra o Sarampo

O Hospital São Camilo SP está promovendo diversas ações voltadas para o atendimento dos pacientes com suspeita de sarampo e prevenção da transmissão do vírus para outros pacientes e colaboradores. Entre as ações estão:

  • Reforço do treinamento dos médicos e equipe assistencial dos Pronto Socorros para reconhecimento rápido do paciente com suspeita de sarampo. Além de destacar as melhores formas de diagnóstico e indicação do melhor tratamento.
  • Fluxo diferente de atendimento e coleta de exames dos pacientes com suspeita de sarampo para reduzir o risco de transmissão do vírus para outros pacientes e colaboradores.
  • Cartazes e panfletos para serem entregues a pacientes e médicos, com informações sobre a doença, forma de transmissão e prevenção.
  • Ações para prevenir a transmissão do vírus dentro do hospital, incluindo a vacinação de todos os colaboradores.

Com a temperatura mais fria, os ambientes costumam ficar fechados facilitando o acometimento de doenças respiratórias. Além dos cuidados pessoais, pequenas práticas na limpeza da casa podem ajudar a evitar não só crises alérgicas, mas também gripes e resfriados. A Dra. Cristina Abud de Almeida, alergologista atuante na Rede São Camilo SP, listou algumas dicas. Confira abaixo.

Fluxo de ventilação e luz natural

Ventilação e luz natural são essenciais para evitar que vírus e bactérias fiquem vivos em ambientes fechados. A circulação de ar e iluminação solar são fundamentais para evitar a proliferação e contribuir com a morte de bactérias e vírus.

Dica: Se o dia estiver muito frio, escolha alguns minutos, quando o sol estiver mais intenso, para abrir portas e janelas.

Sapatos

Muitas vezes andamos de sapatos em casa e depois descalços no mesmo ambiente. Sem perceber, podemos ter o contato com as mãos e transferir vírus e bactérias para a boca e olhos. Os sapatos são grandes portadores desses males, então evite a entrada em casa com os mesmos. Essa prática diminui consideravelmente a presença de microorganismos dentro de casa.

Limpeza do ambiente

Alergias se intensificam no inverno e em ambientes com poeira e ácaro. Antes do tempo frio chegar é interessante tirar cobertores e casacos do armário para lavar, ou deixá-los ao sol. O mesmo vale para tapetes. Também é importante tirar o pó dos objetos e passar pano no chão uma ou duas vezes por semana, no mínimo.

Compartilhar objetos

Quando algum familiar estiver resfriado ou gripado é recomendado evitar o uso compartilhado de talheres, copos, toalhas de rosto, travesseiros, lençóis e cobertores. Não se esqueça de sempre lavar as mãos.

 

 

 

 

 

 


Algumas doenças respiratórias são muito comuns, especialmente nesta época do ano; a Rinite, Sinusite e Bronquite ocorrem com mais frequência nos períodos mais frios, quando o tempo fica seco e o ar poluído. Abaixo, saiba mais sobre cada uma delas:

Sinusite

Dr. Eduardo Bogaz, Otorrinolaringologista atuante na Rede São Camilo SP, explica que o termo médico correto é "rinossinusite":  "O que chamamos de rinossinusite bacteriana é o equivalente a sinusite, ou seja, uma inflamação infecciosa bacteriana da mucosa do nariz e seios da face".

Rinite

O que se chama popularmente de rinite, é uma inflamação da mucosa da cavidade nasal e por vezes também dos seios da face, de origem não infecciosa podendo ser alérgica, relacionada a mudanças de temperatura (vasomotora) ou irritação por poluição (e outros irritantes).  Em geral, ambas estão associadas.

 Bronquite

É um processo inflamatório dos brônquios que causam tosse, muitas vezes seca, eventualmente chiado no pulmão e outros ruídos respiratórios da via aérea inferior, além de falta de ar. Pode ter causa infecciosa como vírus, alérgica e por irritantes inaláveis. 


Todas estas condições têm sintomas comuns e se agravam no período frio e seco, sendo por vezes difícil para o paciente identificá-las.


Dicas para evitar as crises

· Mantenha uma boa hidratação.

· Faça lavagem nasal.

· Evite ambientes empoeirados, com ácaros e outros irritantes.

· Algumas pessoas são muito sensíveis a mudanças de temperatura ou temperaturas baixas; se este for o seu caso, proteja-se!

· Durma bem e tenha uma alimentação balanceada para fortalecer a sua imunidade. A prevenção é a melhor forma de evitar um quadro agudo.

Caso os sintomas sejam mais intensos ou persistentes, procure seu médico otorrino de confiança. O prolongamento do quadro pode levar a complicações e tornar a situação mais difícil de ser tratada. 


Autor: Comunicação Corporativa Categoria: